Tratamento para dependentes químicos gratuito no Distrito Federal


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Tratamento para dependentes químicos gratuito no Distrito Federal. Entidades, grupos de apoio e clínicas de recuperação que oferecem tratamento de dependentes químicos gratuito no Distrito Federal. Conheça a rede de atenção à dependentes químicos disponível no estado no Distrito Federal!

 

 Tratamento para dependentes químicos gratuito no Distrito Federal

Conselho Estadual de Entorpecentes do Distrito Federal

Vinculado à Secretaria de Segurança Pública

Tel.: (61) 323-8729 – 323-7708 SOS-DROGAS 323-1060

Fax: (61) 323-7386

E-mail: conen.df@bol.com.br

End. Setor de Rádio e Televisão Sul Qd. 701 – Bloco ‘I’ – 6º andar / Cobertura – Edf. Palácio da Imprensa

CEP: 70.332-900 – BRASÍLIA / DF

Horário de Expediente: 8:00 às 13:00 e 14:00 às 19:00h

 

BRASÍLIA Tratamento para dependentes químicos gratuito no Distrito Federal

Alcoólicos Anônimos (AA)

SDS – Conjunto “D” nº 60 Sala 313 70392-901 Brasília – DF

Tel.: (061) 226-0091

 

Narcóticos Anônimos (NA)

SGAS Q. 913 conjunto “A” avenida W5 sul Brasília – DF

Busque ajuda!

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COMO VENCER AS DROGAS

E-book com 7 práticas diárias para VENCER a desintoxicação, SUPERAR os sintomas de abstinência e se LIBERTAR das drogas.

Neste e-book, você vai aprender como vencer as drogas, através de várias técnicas aplicadas nos melhores métodos de tratamento da dependência química. O processo terapêutico, dividido em 3 etapas, vai ajudar você a conhecer a dependência química, como ela age no organismo, como superar a fase de desintoxicação e os sintomas de abstinência e aplicar 7 práticas diárias para se libertar das drogas.

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2 Comments

  1. Maria luiza paulo da silva
    16 de outubro de 2018
    Responder

    Bom dia…
    O que é preciso pra internar um dependente químico?

    • 24 de outubro de 2018
      Responder

      Olá Maria, tudo bem? Para internar um dependente químico existem três maneiras:
      A Lei 10.216, de 2001 define três modalidades de internação psiquiátrica:

      a) internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;
      b) internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;
      c) internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.

      Internação voluntária
      A pessoa que solicita voluntariamente a própria internação, ou que a consente, deve assinar, no momento da admissão, uma declaração de que optou por esse regime de tratamento. O término da internação se dá por solicitação escrita do paciente ou por determinação do médico responsável. Uma internação voluntária pode, contudo, se transformar em involuntária e o paciente, então, não poderá sair do estabelecimento sem a prévia autorização.
      Internação involuntária
      É a que ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de terceiros. Geralmente, são os familiares que solicitam a internação do paciente, mas é possível que o pedido venha de outras fontes. O pedido tem que ser feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra.
      A lei determina que, nesses casos, os responsáveis técnicos do estabelecimento de saúde têm prazo de 72 horas para informar ao Ministério Público do estado sobre a internação e os motivos dela. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação ser utilizado para a cárcere privado.
      Internação compulsória
      Nesse caso não é necessária a autorização familiar. A internação compulsória é sempre determinada pelo juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a própria condição psicológica e física. O juiz levará em conta o laudo médico especializado, as condições de segurança do estabelecimento, quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários.

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