Transtorno de personalidade tipo borderline e a dependência química

borderline
Como a associação entre consumo de substâncias psicoativas e transtornos mentais, o transtorno de personalidade tipo borderline pode estar associado à dependência química. Saiba mais…

Transtorno de personalidade tipo borderline e a dependência química
Entre os dependentes de crack, álcool e outras drogas é vasta a literatura que os relaciona aos transtornos de personalidade, sendo os mais frequentemente associados ao consumo de crack, o transtorno de personalidade antissocial e o transtorno de personalidade emocionalmente instável tipo borderline.
 
 
Veja:
 
 
As características mais comuns do transtorno de personalidade tipo borderline são:
  • Tendência a agir impulsivamente sem consideração das consequências,
  • Instabilidade afetiva,
  • Sentimento permanente de vazio,
  • Propensão para o envolvimento em relacionamentos instáveis e gerado- res de crises emocionais,
  • Esforço excessivo para evitar abandono,
  • Ameaças frequentes de suicídio ou atos de autolesão.
 
Lembre-se:
 
Os indivíduos, que têm comorbidades psiquiátricas além do transtorno decorrente do uso de drogas, procurarão mais os serviços de saúde e estarão mais sujeitos a fracassos e abandonos do tratamento por isso demandam mais atenção profissional.
 
Como a associação entre consumo de substâncias psicoativas e transtornos mentais é comum, os principais transtornos mentais deverão ser investigados inicialmente e sua presença deve ser monitorada ao longo do tratamento, visto que esta associação está, muitas vezes, associada a maior insucesso ao tratamento, ou seja, tornam o tratamento da dependência química mais difícil. Tal avaliação é um procedimento especializado e o diagnóstico de transtorno mental envolve invariavelmente o médico, devendo ficar a cargo, preferencialmente, do psiquiatra.
 
A prevalência de transtornos mentais é maior entre usuários de crack se comparados aos usuários de cocaína inalada, o que parece se relacionar à gravidade da dependência e aos fatores psicossociais combinados.
 
A identificação das comorbidades tem importância no planejamento do tratamento e seu diagnóstico pode afetar as taxas de mortalidade encontradas para este grupo; ter em mente sua existência é exigência básica para aqueles que cuidam de dependentes de crack, álcool e outras drogas.
 

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