Conheça 11 tipos de tratamentos para a dependência química!

tratamento da dependência química
Clínicas de recuperação, Comunidades Terapêuticas, Grupos de Apoio, Redes de Atendimento à Saúde e outras unidades ambulatoriais. Conheça os tipos de tratamentos para a dependência química!

Conheça 11 tipos de tratamentos para a dependência química!

Foi no século XX que a dependência química foi realmente estudada, sendo considerada doença e não desvio de caráter. O A.A. (Alcoólicos Anônimos) foi a primeira proposta de tratamento. Após, o conceito de dependência evoluiu ainda mais, demandando novos tratamentos. Houve, portanto, a divisão da doença nas ordens biológica, psicológica e social.

O enquadre terapêutico é a composição do ambiente de tratamento, da equipe profissional e do tipo de tratamento. São os principais ambientes de tratamento, a saber:

1) Rede primária de atendimento à saúde: quem procura esse tratamento clínico geral são os dependentes não caricaturescos, aquele que não é o típico dependente. Aqui, utilizam-se intervenções breves. Geralmente, são de menor gravidade.

2) Unidades comunitárias de álcool e drogas: surgiu como alternativa ao tratamento estigmatizador (tratamento hospitalar). Utiliza-se de visitas domiciliares. A intenção é aproximar o serviço/tratamento da realidade do paciente.

3) Unidade ambulatorial especializada: trata-se de um centro multidisciplinar, composto por psicólogos, médicos, assistentes sociais, enfermeiros etc.

4) Hospital geral:é um espaço destinado ao tratamento inicial de desintoxicação e deve munir-se de informações sobre a dependência química para a motivação do tratamento. Cuida-se de um aconselhamento dos pacientes para buscar tratamentos mais duradouros e efetivos. A internação e a permanência são voluntárias.

5) Moradia assistida e albergue comum: proporciona um ambiente estável e protegido. Garante-se um teto para o dependente para que o mesmo possa buscar uma ressocialização, estudo e trabalho. Funciona como um sistema de hotelaria especializada. Promove-se a interação com os outros moradores.

6) Hospital psiquiátrico: não trata apenas da dependência, mas também das comorbidades. É preciso uma equipe especializada e capacitada.

7) Hospital-dia: permite todo tipo de abordagem dentro de uma perspectiva de atendimento multidisciplinar. É um tratamento que influi positivamente e com rapidez. A participação pode ser duradoura, frequente ou esporádica.

8) Grupos de autoajuda: caracterizam-se pelo A.A. (Alcoólicos Anônimos) e N.A. (Narcóticos Anônimos) baseia-se na afirmação cotidiana. Não há julgamentos ou interpretações. Trata-se de experiências repassadas. Utiliza-se a filosofia dos doze passos.

9) Sistemas judiciais: decorre de uma coordenação judicial. Uma contravenção executada sob efeito de álcool ou droga. No Brasil, chama-se de Justiça Terapêutica. É uma proposta onde a legislação seja cumprida com medidas sociais e tratamento às pessoas que praticam crimes porque são dependentes.

10) Empresas: o local de trabalho também pode se transformar em ambiente de prevenção e tratamento. As empresas, hoje, possuem programas para combater a dependência, com mensagens simples, objetivas e capazes de atingir diferentes grupos dentro da empresa.

11) Comunidades terapêuticas:surgiram como método de tratamento de soldados em trauma. Após, foram utilizadas como alternativa ao tratamento manicomial de dependentes. Ganhou nova roupagem e notoriedade com o surgimento do A.A. Hoje, as comunidades terapêuticas são tidas como tratamento comunitário altamente estruturado que emprega sanções, privilégios e prestígios determinados pela comunidade como parte de um processo de recuperação. Elas funcionam como crescimento e mudança individual, além de incorporar princípios comportamentais e sociais e fazer a reintegração social do indivíduo. 


Busque ajuda!

 
Muitas vezes, devido ao consumo do álcool e/ou droga, o usuário coloca em risco aspectos importantes de sua vida, tais como família, emprego, saúde. Além disso pode não perceber os problemas decorrentes deste uso ou mesmo negá-los. Nesses momentos, não é raro os membros da família apresentarem sentimentos de raiva ou impotência frente ao usuário ou a situação. 
 
Essas ocasiões deveriam se transformar em buscas de ajuda em unidades de saúde, conversas com um profissional e pessoas de referência na sua comunidade, adesão a grupos de ajuda e cursos.

Dependência Química:Como lidar?


Para lidar com um dependente químico, primeiro é preciso conhecer a doença, os sintomas de abstinência, a prevenção de recaídas e as questões psíquicas e emocionais que envolvem a dependência química.

 
A família é parte importante na recuperação do dependente químico!

 


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Fonte: http://www.clinicavivavida.com.br/tratamento-drogas.php


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