Como ajudar um dependente químico que não quer ajuda?


Você já quis ajudar um dependente químico, mas não sabia como? Para ajudar um dependente químico, é preciso entender que a dependência é bastante complexa. Assista o vídeo sobre a maneira mais segura de ajudar um dependente químico…

 

O professor: PAULO CAMPOS DIAS

Psicoterapeuta, com especialização para atendimento a dependentes químicos e familiares pelo GREA – Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – IPq/HC-FMUSP (Universidade de São Paulo – USP).

Desde 1995 atua na área de dependência química, tendo iniciado seu contato com a metodologia da INTERVENÇÃO ORIENTADA com Donald Lazo, cofundador da Chácara Reindal.

Trabalhou em unidades de tratamento para dependentes químicos e familiares, como Centro de Tratamento Reviva, Clínica São Francisco, Ambulatório Vitória e Clínica Alvorada.

Capacitou e supervisionou equipes do TRE de São Paulo e da Superintendência da Polícia Federal de São Paulo.

É palestrante e professor em cursos, capacitações e eventos de empresas, órgãos públicos, instituições do terceiro setor e de ensino. Atende em consultório e presta consultoria.

Atua constantemente com a técnica da INTERVENÇÃO ORIENTADA,
tendo atendido centenas de casos até o presente momento.

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2 Comments

  1. Rosana
    14 de maio de 2018
    Responder

    Estou desesperada pois tenho uma filha de 30 anos alcoólatra e dependente de cocaína,tempos atrás quando ela chegava em casa bêbada eu discutia com ela e ela voltava pra rua, ficava 2 a 3 dias sumida eu ficava desesperada, mudei o tratamento com ela passei a conversar sobre o assunto com ela e ela sempre diz q vai parar,ela passou a agredir todo o namorado que tem agride e muito e ninguém admite esse tipo de comportamento.estou muito aflita.gostaria de interna-la mas não tenho condições financeiras .O eu posso fazer para ajuda_la? Por favor me ajude.

    • 11 de junho de 2018
      Responder

      Olá tudo bem?
      Quando uma pessoa não quer se internar voluntariamente, pode-se recorrer à internação involuntária ou à internação compulsória. São dois tipos diferentes de internação. Portanto, não use os termos involuntário, compulsório ou forçado indistintamente.
      A Lei 10.216/2001 define três modalidades de internação psiquiátrica:
      a) internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;
      b) internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;
      c) internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.

      Internação voluntária
      A pessoa que solicita voluntariamente a própria internação, ou que a consente, deve assinar, no momento da admissão, uma declaração de que optou por esse regime de tratamento. O término da internação se dá por solicitação escrita do paciente ou por determinação do médico responsável. Uma internação voluntária pode, contudo, se transformar em involuntária e o paciente, então, não poderá sair do estabelecimento sem a prévia autorização.

      Internação involuntária
      É a que ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de terceiros. Geralmente, são os familiares que solicitam a internação do paciente, mas é possível que o pedido venha de outras fontes. O pedido tem que ser feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra.
      A lei determina que, nesses casos, os responsáveis técnicos do estabelecimento de saúde têm prazo de 72 horas para informar ao Ministério Público do estado sobre a internação e os motivos dela. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação ser utilizado para a cárcere privado.

      Internação compulsória
      Nesse caso não é necessária a autorização familiar. A internação compulsória é sempre determinada pelo juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a própria condição psicológica e física. O juiz levará em conta o laudo médico especializado, as condições de segurança do estabelecimento, quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários.

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