Oxi – Conheça a droga devastadora!

O Oxi é uma versão mais barata do crack, uma mistura de pasta-base de cocaína, querosene e cal virgem mais devastadora do que o temível crack. Saiba mais sobre o Oxi, veja fotos… Leia mais de Oxi – Conheça a droga devastadora!

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Saiba do que é feito a metanfetamina?

metanfetamina

A metanfetamina, também conhecida como “Cristal Devastador” é uma droga sintética com alto potencial de efeitos no sistema nervoso central. Saiba do que é feito a metanfetamina? Leia mais de Saiba do que é feito a metanfetamina?

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Estudo afirma que maconha causa caos cognitivo no cérebro

Maconha
O consumo de maconha está associado a alterações na concentração e na memória que podem causar problemas neurofisiológicos e de conduta. Saiba mais!

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Consumo de maconha aumenta o risco de psicose em jovens – SOS Sobriedade

Estudo de 10 anos mostra os riscos de psicose causados pelo consumo de maconha! O uso de maconha entre adolescentes e adultos jovens pode disparar o surgimento de sintomas psicóticos

Consumo de maconha aumenta o risco de psicose em jovens

Consumo de maconha aumenta o risco de psicose em jovens“Nesse estudo, durante 10 anos, os pesquisadores acompanharam 1923 indivíduos da população geral da Alemanha, entre 14 e 24 anos de idade, sem história prévia de quadros psicóticos ou mesmo uso de maconha. Aqueles que iniciaram o consumo de maconha durante o estudo apresentaram risco cerca de duas vezes maior de apresentar sintomas psicóticos do que aqueles que permaneceram livres da maconha”.

No texto anterior comentei um recente estudo sobre a relação entre o consumo de maconha e esquizofrenia – clique aqui e leia. Agora irei comentar um recente estudo sobre a relação entre o consumo de maconha e psicose.

O uso de maconha entre adolescentes e adultos jovens pode disparar o surgimento de sintomas psicóticos, semelhantes a quadros esquizofrênicos. O uso continuado da droga pode, de fato, aumentar o risco da instalação de transtornos psicóticos persistentes, conforme atesta recente estudo aprovado pela prestigiada revista British Medical Journal.

Sobre o uso de maconha na adolescência recomendamos o artigo:

Pessoas jovens devem saber que fumar maconha pode ser bastante nocivo para a sua saúde mental (e também física), ao contrário do que muitos dos próprios adolescentes e adultos jovens (e, às vezes, não tão jovens) pensam.

Jovens com menos de 16 anos que iniciam o consumo de maconha (na forma fumada) parecem ter um risco maior para problemas comportamentais futuros. Essa fração da população jovem que fuma maconha frequentemente tende a manter o consumo por tempo mais prolongado.

Vários estudos prévios já tinham reportado o maior risco de sintomas psicóticos entre usuários da droga. Esse atual estudo demonstra que, em uma percentagem não negligenciável, o consumo de maconha precede o surgimento de quadros psicóticos.

Veja outros sintomas da maconha nos artigos:


Nesse estudo, durante 10 anos, os pesquisadores acompanharam 1923 indivíduos da população geral da Alemanha, entre 14 e 24 anos de idade, sem história prévia de quadros psicóticos ou mesmo uso de maconha. Aqueles que iniciaram o consumo de maconha durante o estudo apresentaram risco cerca de duas vezes maior de apresentar sintomas psicóticos do que aqueles que permaneceram livres da maconha. Esse fato foi mantido, mesmo após os pesquisadores controlarem os efeitos de outras variáveis que podiam confundir os resultados, como idade, gênero, nível social, consumo de outras substâncias e outros problemas e transtornos psiquiátricos.

A taxa de incidência de sintomas psicóticos entre usuários de maconha foi de 30% contra 20% entre não usuários, considerando o período desde o início do estudo até 3,5 anos depois. Já no período entre 3,5 anos do início do estudo até 8,4 anos após, a taxa de incidência de sintomas psicóticos entre usuários de maconha foi de 14% contra 8%, respectivamente.

É importante destacar que os usuários de maconha que apresentaram sintomas psicóticos e mesmo assim mantiveram o consumo da droga tiveram maior chance de persistência desses sintomas do que aqueles usuários que deixaram de fumar depois do surgimento dos ditos sintomas.

Esses resultados indicam que o consumo de maconha aumenta o risco do surgimento de sintomas psicóticos e que a manutenção do uso possibilita a manutenção desses sintomas. Na minha prática clínica já presenciei alguns exemplos desses sintomas:

– indivíduo usuário de maconha passa a acreditar que está sendo perseguido pelo exército e, devido a essa crença, passa a vigiar a sua vizinhança. Todo movimento dos vizinhos pode ser motivo para recrudescer a desconfiança.

– indivíduo usuário de maconha vai a um show de música e acredita que o músico no palco enviou uma mensagem para ele através do olhar. O usuário corre para a sua casa, bastante agitado, e diz para a sua mãe que algumas pessoas têm muito poder sobre a sua vida. Como sua mãe percebe um comportamento não usual, fica bastante preocupada e tenta acalmar seu filho sem muito sucesso.

Biologicamente defensável


Os autores do estudo explanam que o link entre consumo de maconha e sintomas psicóticos é biologicamente defensável, já que um outro estudo demonstrou que o uso intravenoso de tetra-hydro-canabinol (o princípio básico da maconha) provocou tanto sintomas psicóticos ditos positivos (delírios, alucinações, agitação psicomotora) quanto sintomas psicóticos ditos negativos (embotamento afetivo, apatia, abulia) e de maneira dose-dependente tanto entre pessoas normais quanto entre portadoras da doença esquizofrenia.

O desafio do estudo, segundo os pesquisadores, é convencer os jovens sobre esses riscos, diminuindo a incidência de novos usuários.

A maconha também pode aumentar o risco de esquizofrenia. Recomendamos o artigo que fala mais detalhes dos riscos:


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a maconha causa dependência e nos casos em que o usuário não consegue abandonar a maconha é necessário um tratamento adequado.

Leia o artigo sobre o tratamento da dependência de maconha:

Curso-Dependência de Maconha: como lidar? 

curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado aosprofissionais da área da saúdeeducação a pais de dependentes químicos e qualquer pessoa que desejar saber mais sobre a dependência de maconha!

Dependência de Maconha: como lidar?

Existem muitos relatos de pessoas que admitem não serem dependentes de maconha. Acontece que nem sempre é assim, algumas pessoas podem ficar dependentes de maconha.

A maconha causa dependência?

As pessoas que fumam maconha podem ficar dependentes sim!

Em 1993 nos Estados Unidos, mais de 100.000 pessoas que procuraram ajuda em programas de tratamento apontavam o seu uso de maconha como causa da necessidade do tratamento.

dependência química é progressiva porque avança, ou seja, vai se tornando cada vez mais grave com o passar do tempo. Aos poucos ela vai comprometendo todas as áreas da vida da pessoa e, naturalmente, se desenvolve fazendo com que o indivíduo necessite de maiores quantidades em maior frequência para obter o mesmo efeito que tinha antes, ou seja, dosagens cada vez maiores. Chamamos esta progressão de tolerância orgânica.

Alguns dos consumidores frequentes podem desenvolver tolerância à droga; frequentemente o usuário relata um aumento progressivo da quantidade de maconha que consome.

Assim, este cursos vai mostrar uma visão abrangente sobre a dependência de maconha, a fim de oferecer recursos para que os profissionais da saúde, educadores e pais de dependentes de maconha aprendam a lidar a dependência da maconha, que é uma realidade cada vez mais comum e presente nas nossas vidas.

Quem não tem ou nunca teve alguém na família ou um amigo ou parente que teve problemas com droga? 

Hoje, as drogas são uma realidade e está em todos os lugares, nas ruas, nas escolas, nos grupos de amigos e até na nossa família, e muitas vezes não percebemos que elas estão à nossa volta por falta de conhecimento. Este curso pode ajudar a percebê-las e a lidar com a situação!

Sobre o curso “Dependência de Maconha: como lidar?”


O curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos ou a quem esteja interessado em expandir seus conhecimentos e aprender informações atuais e práticas sobre a dependência de maconha. O curso tem como objetivo responder perguntas frequentes a respeito dessa doença, esclarecendo questões importantes para aqueles que convivem ou trabalham com indivíduos que sofrem desse problema.

Professores

Aline Baptistão- Psicóloga CRP 06/94648, Ana Carolina Schimidt – Psicóloga CRP 06/99198 e Dr. Hewdy Lobo Ribeiro CREMESP 114681.

Dependência de Maconha: como lidar?


Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco:
sossobriedade@gmail.com





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Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/maconha_psicose.htm


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Fumar maconha pode adiantar o aparecimento de esquizofrenia – SOS Sobriedade

Estudo mostra que a maconha pode adiantar o surgimento de esquizofreniapsicoses. Saiba mais…

Fumar maconha pode adiantar o aparecimento de esquizofrenia

Fumar maconha pode adiantar o aparecimento de esquizofreniaDeve-se no momento aceitar que o consumo de maconha pode induzir sintomas psicóticos principalmente entre pessoas predispostas ao surgimento de quadros esquizofreniformes. Apenas uma avaliação clínica especializada, bem como um acompanhamento médico intensivo poderá auxiliar o usuário de maconha com quadro psicótico a ser adequadamente diagnosticado e tratado”.

Resposta: A maconha é a mais frequente substância ilícita abusada por adolescentes em geral e, apesar de ser ilegal em muitos países, trata-se de uma substância facilmente obtida e largamente cultivada.

Muitas pessoas que fazem uso dessa substância referem um sentimento de leve euforia e bem-estar após o uso, sendo uma das razões para a perpetuação do consumo. Em alguns indivíduos, contudo, o uso frequente tem consequências bastante adversas e pode provocar sintomas chamados psicóticos (audição de vozes, sensação de que estão sendo perseguidos, agitação psicomotora decorrente, etc). Adolescentes, particularmente, podem ser mais sensíveis aos efeitos do uso da maconha devido ao período da vida de continuado desenvolvimento cerebral.

Sobre o uso de maconha na adolescência recomendamos o artigo:


Quando um quadro psicótico ocorre entre usuários de maconha, esses indivíduos podem ser admitidos em unidades de emergência médica, embora geralmente os sintomas cessem em algumas horas. Em outros indivíduos, um quadro psicótico mais duradouro induzido pelo consumo de maconha pode acontecer e se assemelhar bastante a um quadro de esquizofrenia.

Além disso, em alguns outros indivíduos usuários de maconha, um primeiro episódio de surto esquizofrênico pode iniciar, e a maconha é comumente responsabilizada por isso em geral pelos familiares e pelos próprios pacientes.

De fato, o consumo de maconha pode produzir sintomas parecidos com quadros esquizofreniformes em indivíduos que já estão em risco para o desenvolvimento da doença esquizofrenia, devido ao fato que esses usuários já teriam prévias alterações cerebrais funcionais ou susceptibilidade genética.

Saiba mais sobre os sintomas da maconha e como ela age no organismo lendo os artigos:


Indivíduos que já sofrem de esquizofrenia e apresentam história pessoal de consumo de maconha ou outras substâncias demonstram um início mais precoce da doença (esquizofrenia) do que aqueles esquizofrênicos que nunca usaram maconha ou outras substâncias. Parece que entre os indivíduos do primeiro grupo têm menos sintomas negativos (apatia, falta de vontade de desempenhar atividades) e mais sintomas positivos (alucinações, delírios) do que os do segundo grupo. Também, alguns autores demonstram que as pessoas que padecem de esquizofrenia, se mantiverem o consumo de maconha, apresentarão um curso mais grave da doença, embora esse pior prognóstico não esteja apenas relacionado com o uso da maconha.

De fato, o relacionamento “consumo de maconha/esquizofrenia” não pode ser ignorado do ponto de vista clínico e epidemiológico. Em um estudo sueco, o risco relativo do surgimento de quadros esquizofrênicos entre usuários de maconha foi 4.1 comparado com não usuários de maconha e de 6.0 para consumidores pesados de maconha. Todavia, outro estudo australiano demonstrou que apesar do aumento da incidência de usuários de maconha no país, não houve aumento da incidência do diagnóstico de esquizofrenia. Todavia, os autores do último estudo apontam que, embora não haja uma relação unifatorial e unicausal entre uso de maconha e esquizofrenia, o consumo dessa substância pode precipitar quadros psicóticos em pessoas vulneráveis, bem como piorar o curso da doença esquizofrenia.

Ao contrário, outro estudo publicado no British Journal of Psychiatry em 2004 (Arseneault L, Cannon M, Witton J, Murray RM. Causal association between cannabis and psychosis: examination of the evidence. Br J Psychiatry 2004;184:110-7) revisou 5 outros estudos que incluíram amostras bem definidas da população, avaliando o consumo de maconha e o posterior surgimento de quadros esquizofrênicos. Os autores concluíram que o uso de maconha confere um aumento de duas vezes no risco relativo para esquizofrenia. Ainda, os autores sugeriram que a eliminação do consumo de maconha reduziria a incidência da esquizofrenia em cerca de 8%, assumindo uma relação de causalidade.

De fato, dados como estes não podem ser desconsiderados. No entanto, deve-se no momento aceitar que o consumo de maconha pode induzir sintomas psicóticos principalmente entre pessoas predispostas ao surgimento de quadros esquizofreniformes. Apenas uma avaliação clínica especializada, bem como um acompanhamento médico intensivo poderá auxiliar o usuário de maconha com quadro psicótico a ser adequadamente diagnosticado e tratado.

Outros problemas psíquicos e psicoses também podem surgir depois de anos de uso crônico da maconha.

Para saber sobre os riscos de psicose ocasionados pelo consumo de maconha recomendamos o artigo:


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a maconha causa dependência e nos casos em que o usuário não consegue abandonar a maconha é necessário um tratamento adequado.

Leia o artigo sobre o tratamento da dependência de maconha:

Curso-Dependência de Maconha: como lidar? 

curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado aosprofissionais da área da saúdeeducação a pais de dependentes químicos e qualquer pessoa que desejar saber mais sobre a dependência de maconha!

Dependência de Maconha: como lidar?

Existem muitos relatos de pessoas que admitem não serem dependentes de maconha. Acontece que nem sempre é assim, algumas pessoas podem ficar dependentes de maconha.

A maconha causa dependência?

As pessoas que fumam maconha podem ficar dependentes sim!

Em 1993 nos Estados Unidos, mais de 100.000 pessoas que procuraram ajuda em programas de tratamento apontavam o seu uso de maconha como causa da necessidade do tratamento.

dependência química é progressiva porque avança, ou seja, vai se tornando cada vez mais grave com o passar do tempo. Aos poucos ela vai comprometendo todas as áreas da vida da pessoa e, naturalmente, se desenvolve fazendo com que o indivíduo necessite de maiores quantidades em maior frequência para obter o mesmo efeito que tinha antes, ou seja, dosagens cada vez maiores. Chamamos esta progressão de tolerância orgânica.

Alguns dos consumidores frequentes podem desenvolver tolerância à droga; frequentemente o usuário relata um aumento progressivo da quantidade de maconha que consome.

Assim, este cursos vai mostrar uma visão abrangente sobre a dependência de maconha, a fim de oferecer recursos para que os profissionais da saúde, educadores e pais de dependentes de maconha aprendam a lidar a dependência da maconha, que é uma realidade cada vez mais comum e presente nas nossas vidas.

Quem não tem ou nunca teve alguém na família ou um amigo ou parente que teve problemas com droga? 

Hoje, as drogas são uma realidade e está em todos os lugares, nas ruas, nas escolas, nos grupos de amigos e até na nossa família, e muitas vezes não percebemos que elas estão à nossa volta por falta de conhecimento. Este curso pode ajudar a percebê-las e a lidar com a situação!

Sobre o curso “Dependência de Maconha: como lidar?”


O curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos ou a quem esteja interessado em expandir seus conhecimentos e aprender informações atuais e práticas sobre a dependência de maconha. O curso tem como objetivo responder perguntas frequentes a respeito dessa doença, esclarecendo questões importantes para aqueles que convivem ou trabalham com indivíduos que sofrem desse problema.

Professores

Aline Baptistão- Psicóloga CRP 06/94648, Ana Carolina Schimidt – Psicóloga CRP 06/99198 e Dr. Hewdy Lobo Ribeiro CREMESP 114681.

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Dependência de Maconha: como lidar? – SOS Sobriedade

O cursoDependência de Maconha: como lidar?” é direcionado aos profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos e qualquer pessoa que desejar saber mais sobre a dependência de maconha!

Dependência de Maconha: como lidar?


Dependência de Maconha: como lidar?

Existem muitos relatos de pessoas que admitem não serem dependentes de maconha. Acontece que nem sempre é assim, algumas pessoas podem ficar dependentes de maconha.

A maconha causa dependência?

As pessoas que fumam maconha podem ficar dependentes sim!

Em 1993 nos Estados Unidos, mais de 100.000 pessoas que procuraram ajuda em programas de tratamento apontavam o seu uso de maconha como causa da necessidade do tratamento.

A dependência química é progressiva porque avança, ou seja, vai se tornando cada vez mais grave com o passar do tempo. Aos poucos ela vai comprometendo todas as áreas da vida da pessoa e, naturalmente, se desenvolve fazendo com que o indivíduo necessite de maiores quantidades em maior frequência para obter o mesmo efeito que tinha antes, ou seja, dosagens cada vez maiores. Chamamos esta progressão de tolerância orgânica.

Alguns dos consumidores frequentes podem desenvolver tolerância à droga; frequentemente o usuário relata um aumento progressivo da quantidade de maconha que consome.

Assim, este cursos vai mostrar uma visão abrangente sobre a dependência de maconha, a fim de oferecer recursos para que os profissionais da saúde, educadores e pais de dependentes de maconha aprendam a lidar a dependência da maconha, que é uma realidade cada vez mais comum e presente nas nossas vidas.

Quem não tem ou nunca teve alguém na família ou um amigo ou parente que teve problemas com droga? 

Hoje, as drogas são uma realidade e está em todos os lugares, nas ruas, nas escolas, nos grupos de amigos e até na nossa família, e muitas vezes não percebemos que elas estão à nossa volta por falta de conhecimento. Este curso pode ajudar a percebê-las e a lidar com a situação!

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Penicilina (Benzetacil), o que e e quais os efeitos | SOS Sobriedade

A Penicilina, também conhecida como Benzatacil é um dos antibióticos mais usados na medicina. Saiba mais sobre a penicilina e seus efeitos!


Penicilina (Benzetacil), o que e e quais os efeitos

Penicilina (Benzetacil), o que e e quais os efeitos 

A Penicilina é um medicamento pertencente à classe dos antibióticos, cujo princípio ativo é a Benzatina. É vendida comercialmente com o nome de Benzetacil ou Climaciclim, e sua principal via de administração é por injeção intramuscular. No entanto, também é possível tomar Penicilina Benzatina por via oral, em forma de comprimido, para infecções menos graves.

Quando utilizada por via oral, recomenda-se ingeri-la 2 horas antes ou depois da refeição, para aumentar seu potencial absortivo. Pode-se tomar com alimento, caso ocorra desconforto gastrointestinal. Ela não deve ser ingerida em simultâneo com suplementação de vitamina K.


Indicações da Penicilina (Benzatacil)


A Penicilina é indicada para o tratamento da febre reumática; glomerulonefrite; infecção por estreptococos (Grupo A); sífilis primária, secundária, latente ou terciária, com exceção da neurosífilis.

Efeitos colaterais da Penicilina (Benzatacil)


O uso da penicilina pode gerar os seguintes efeitos colaterais: anorexia; candidíase oral; desconforto epigástrico; diarreia; flatulência; língua escura; boca seca; alteração no paladar; erupções cutâneas; choque anafilático; neuropatia ou nefropatia em altas doses parenterais. A reação alérgica, eventualmente provocada, pode ser fatal.

No local da aplicação da injeção pode ocorrer: erupção da pele; urticária.

Contraindicações da Penicilina (Benzatacil)


A penicilina está contraindicada durante a gestação (cat.B), lactação e em caso de insuficiência renal.

Em uso a longo prazo ou altas doses endovenosas a monitorização do equilíbrio hidroeletrolítico, função renal e hemograma são indispensáveis.


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Fonte:
http://www.tuasaude.com/penicilina-benzetacil/



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Droga Oxi, o que é e como age no organismo | SOS Sobriedade

A droga Oxi tem um poder destrutivo maior que a cocaína e o crack juntos e vem tomando as ruas do país. Conheça o Oxi e saiba como ele age no organismo!

Droga Oxi, o que é e como age no organismo

 
Droga Oxi, o que é e como age no organismo O nome Oxi vem da abreviação de “Oxidado” e é um composto de cocaína misturado com gasolina ou querosene e soluções de bateria com cal e permanganato de potássio.

É uma droga muito parecida com o crack, algumas pessoas costumam dizer que é “o primo mais pobre do crack” devido à sua composição química barata e o seu preço ser bem menor que o do crack.

Vale a pena ler:


É uma pedra acinzentada que, assim como o crack, também é fumada em cachimbo, com a diferença que a fumaça do crack é branca e a do oxi é preta.

Os efeitos do Oxi são ainda mais devastadores que os do crack e a sua composição química altamente nociva a saúde. As consequências para a saúde são terríveis e destruidoras, causando perda de dentes, emagrecimento, diarreia e doenças do sistema renal, sendo uma droga sintética altamente corrosiva.

Por ser uma droga nova, seus efeitos ainda não são totalmente conhecidos, o que se pode afirmar no momento é que a sua composição química é bem mais destrutiva que a do crack e que afeta o organismo de maneira intensa e rápida.

O usuário de oxi, como o de crack, rapidamente perde os dentes, emagrece e definha em poucos meses, além de perder completamente a vida social, familiar, profissional entre outras áreas.

Os efeitos psiquiátricos do Oxi são: agitação, agressividade, euforia, hiperviglância, manifestações psicóticas, alterações de sociabilidade, prejuízo do julgamento e do funcionamento ocupacional.

Segundo especialistas, o Oxi pode levar à morte em um ano, o que a torna uma das mais destruidoras drogas na atualidade.


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Fonte: Dr. Pedro Katz, psiquiatra e diretor técnico do SAID – Serviço de Atenção Integral ao Dependente – projeto do Hospital Samaritano de São Paulo com a SMS – Secretaria Municipal da Saúde


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Boa noite cinderela, o que é e quais os efeitos – SOS Sobriedade

Boa-noite cinderela pode se referir a um crime que consiste em drogar uma vítima para roubá-la ou estuprá-la, ou às drogas usadas para executar este crime.Saiba mais!


Boa noite cinderela, o que é e quais os efeitos

 
Boa noite cinderela, o que é e quais os efeitosTambém são conhecidas como “rape drugs” (em português: “drogas de estupro” ). Em comum essas drogas apresentam um efeito depressor sobre o sistema nervoso central, principalmente quando combinadas com o álcool, que tem efeito similar.

O nome tem origem no uso dessas drogas para dopar vítimas em potencial de assalto ou abuso. Algumas vezes há lacunas de memória dos eventos no período de intoxicação. O efeito pode durar até cinco horas e trazer inclusive risco de morte por parada cardio-respiratória ou outros efeitos da intoxicação.

O crime praticado com a utilização de tais drogas caracteriza-se como sequestro, com o agravante de expor a vítima ao risco de morte e incapacitação permanente por coma prolongado e distúrbios psicológicos pós traumáticos.

Mas quais substâncias são responsáveis por causar essas alterações no organismo? Não existe uma fórmula pronta, o que acontece é um verdadeiro coquetel de medicamentos encontrados em farmácias: o flunitrazepam, ácido gama hidroxibutírico (GHB) e cetamida. Essas substâncias são misturadas em bebidas alcoólicas e atingem o sistema nervoso central de quem as ingere, causando sonolência. No começo dos efeitos, a vítima, por estar atordoada, pode até fornecer informações pessoais ao criminoso e, dependendo da dose e da substância, ela cai em sono profundo que pode durar 24 horas.


 

Vejamos a ação de cada substância no organismo:

 

Flunitrazepam


Nome comercial: Rohypnol;
Princípio ativo: é um ansiolítico, usado como redutor da ansiedade, mais conhecido como calmante.


Ácido gama hidroxibutírico GHB

Nome comercial: Ecstasy líquido;
Princípio ativo: é usado como droga, alucinógeno.


Ketamina

Boa noite cinderela, o que é e quais os efeitosNome comercial: Special K;
Princípio ativo: anestésico de uso veterinário, em humanos não tem uso terapêutico e é usado indevidamente para atordoar as vítimas.


Uma porção generosa de apenas um desses componentes já seria suficiente para derrubar uma pessoa, agora imaginem todos eles misturados e uma única bebida? É dose para leão, portanto tome cuidado ao ingerir bebidas de estranhos ou de amigos não confiáveis, a lesão pode ser muito maior do que a financeira: a própria morte.


Para evitar ser vítima deste tipo de crime, tenha cautela: não leve desconhecidos até sua casa, não aceite bebidas de estranhos, e não descuide de seu copo!

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