Cursos de Capacitação e Prevenção das Drogas

Política Nacional sobre Drogas

Os cursos de capacitação e Prevenção das drogas disponíveis para educadores, profissionais da saúde, assistentes sociais, clínicas de recuperação, comunidades terapêuticas entre outros. Confira os cursos disponíveis! Leia mais de Cursos de Capacitação e Prevenção das Drogas

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Conheça os efeitos da maconha no organismo após o uso!

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A liberação lenta do THC no organismo faz com que seus efeitos se mantenham mesmo depois que se está sóbrio! Conheça os efeitos da maconha no organismo após o uso! Leia mais de Conheça os efeitos da maconha no organismo após o uso!

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Maconha faz mal, sim. Quem afirma é a medicina!

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O atual liberalismo em torno do consumo da maconha está em descompasso com as pesquisas médicas mais recentes. As sequelas cerebrais são duradouras, sobretudo quando o uso se dá na adolescência. Saiba mais… Leia mais de Maconha faz mal, sim. Quem afirma é a medicina!

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Maconha não Vicia?

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A maconha é uma droga que causa dependência psicológica. Mas o que é dependência psicológica e como a dependência da maconha age no organismo? Saiba mais sobre o vício da maconha! Leia mais de Maconha não Vicia?

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Durateston – Efeitos colaterais do anabolizante

O Durateston, usado em ciclos com outras drogas, é um anabolizante super androgênico que pode causar efeitos colaterais a curto e longo prazo.

Durateston ou o chamado de “Dura” é um dos anabolizantes mais conhecidos entre os praticantes de musculação. Baseado em quatro compostos diferentes de testosterona, o Dura é indicado, normalmente, para reposição hormonal em pacientes do sexo masculino e que estejam com algum tipo de distúrbio que necessite de tal reposição. Um exemplo de distúrbio em que se repõem testosterona no corpo é a osteoporose masculina. Ver mais…




Os desenvolvedores desse medicamento combinaram quatro tipos de testosterona no intuito de obter uma ação imediata logo após a aplicação, além de manter a ação por mais tempo, o que auxiliaria na melhora dos pacientes que necessitavam de reposição hormonal rápida. 


Em cada ampola de medicamento, possui-se Propionato de testosterona em 30 mg; Fenilpropionato de testosterona em 60 mg; Isocaproato de testosterona em 60 mg; e Decanoato de testosterona em 100 mg.
Como age no corpo:

Cada um desses compostos age de maneira diferente dentro do organismo, em que o propianato e o fenilpropianato possuem uma ação imediata, mas por um curto período. Já os outros dois compostos, o isocaproato e o decanoato tem uma ação mais lenta, porém por uma duração mais longa.

O medicamento Durateston tem a mesma função que outros medicamentos da mesma procedência. Ela possibilita o crescimento muscular, além da diminuição da gordura corporal do indivíduo. Sua ação é muito mais profunda. Por ser lipossolúvel, a testosterona entra no organismo e no citoplasma da célula, ligando-se a um receptor. A partir daí, ela entra no núcleo da célula e se liga ao DNA.

Depois dessa conexão feita entra a testosterona e o DNA, os músculos recebem a informação para aumentar a quantidade de actina e miosina (proteínas contráteis responsáveis pelo aumento do tecido), fazendo, assim, um acréscimo considerável dos músculos.

Além do aumento muscular, o Dura protege o tecido muscular do catabolismo. Por isso, esse medicamento não somente aumenta o tecido, mas também modifica a forma dos músculos, além de adicionar mais células.

Outro efeito do uso do medicamento é o aumento da produção de células vermelhas, principalmente nos rins e no sangue. Isso produziria um sangue mais oxigenado, além de melhorar o sistema imunológico do organismo.

A contração muscular também é intensificada, ainda mais devido ao aumento de unidades motoras e contráteis, que são a actina e miosina. Além disso, o controle dos músculos e a resposta mais eficiente são vistas depois da aplicação de tal medicamento.

Tais benefícios são vistos quando pessoas que estão com a produção natural do hormônio comprometida, o que causa diminuição de várias funções do organismo, e, principalmente, a atrofia muscular.
Efeitos colaterais do Durateston:

Para muitos praticantes de musculação, o uso desse medicamento traz muitos resultados para os treinos musculares. Porém, nem tudo são flores no uso continuado do Durateston.

Por ter quatro compostos diferentes de testosterona, o Dura possui todos os efeitos colaterais pertencentes ao uso de testosterona. A testosterona se converte em hormônio estrógeno (hormônio feminino), e esta, quando em doses altas, causa acne, ginecomastia, aumento de gordura corporal, atrofia testicular, diminuição da libido, hipertensão, retenção de líquido, entre outras coisas.

Além desses efeitos mais comuns, problemas urinários, causados pela modificação do hormônio testosterona pelo efeito de uma enzima já contida no organismo, podem ser vistos, além de queda de cabelo, problemas de colesterol, problemas cardíacos, distúrbios nos rins e no fígado também podem ser vistos.

Nas mulheres o crescimento de pelos, queda de cabelo, engrossamento da voz, ciclo menstrual desregulado, infertilidade etc. podem ser vistos no uso contínuo do medicamento.

Entre vários anabolizantes, que são aceitos somente para uso medicinal, já que para uso estético é proibido pela Anvisa, o Durateston é um dos mais falsificados. O uso do medicamento falso é mais comumente utilizado por praticantes de musculação, que buscam um produto mais acessível e que proporcione bons e rápidos resultados nos treinos musculares. Sendo a falsificação do Dura um produto mais barato do que o seu medicamento real, muitas pessoas acabam usando tal, porém tendo grandes problemas, além dos descritos anteriormente.

Durateston Ciclos:

Assim como outras drogas citadas aqui como Deca Dudabolin, Winstrol (Stanozolon) e Oxandrolona (Anavar), o Durateston também costuma ser usada em ciclos justamente intercalado ao longo das semanas com os esteroides citados anteriormente, divididas em doses de 250mg, 500mg e até 1g da droga em uma única semana, loucura né?! Isso sem contar a dosagem das outras drogas, o que pode potencializar ainda mais os efeitos colaterais.

O uso de qualquer tipo de medicamento que cause modificação no organismo no intuito de melhorar a estética é proibido. Os efeitos colaterais, sejam estes de curta, média ou longa duração, são muito maiores que os benefícios que tais produtos causam.

Eu adm. Carlos sempre falo bem abertamente sobre anabolizantes aqui no Treino Mestre, e muitos sabem o que penso a respeito, não faço apologia ao uso, e a pergunta continua sendo a mesma: – Você acha que vai valer a pena o risco?
Se ainda fosse focado em um dia competir lá fora em um Mr. Olympia, onde pode ter um grande retorno, supervisão de grandes profissionais, sem dizer que não são usadas drogas underground de laboratórios fundo de quintal como a maioria dos fármacos vendidos aqui no Brasil, até, veja bem, até poderia valer o risco. Agora se encher de “roides” apenas para ter resultados mais rápidos e ficar “botinho” pro verão?!

La-men-tá-vel 

Para se obter resultados reais e permanentes sem comprometer sua saúde, uma dieta bem elaborada, saber suplementar adequadamente, hidratação continua e ter um treino bem montado respeitando os períodos de descanso, serão sempre os principais pontos a serem cultivados pelos praticantes de musculação.

por Raquel Torres Costa Bressan Redatora formada em Letras pela Universidade Federal de Viçosa.


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Legalização da maconha – Prós e Contras

Maconha

Apesar de possuir uso terapêutico, a maconha é uma droga que causa dependência química e por isso o uso demasiado dessa substância causa déficits centrais que podem levar a alterações cerebrais irreversíveis. Por outro lado, pesquisas realizadas em diversos países mostram que a utilização clinica da Cannabis sativa, nome científico da maconha, é muito mais relevante que os possíveis prejuízos causados aos usuários crônicos. Esses e outros impasses são relevantes na legalização da maconha, que possui prós e contras e dividem a opinião pública. Saiba mais…


Um dos argumentos que fundamentam a importância da legalização para a sociedade é o uso da maconha para combater a falta de apetite, ânsias e vômitos, principalmente no tratamento de pacientes com alguns tipos de câncer, AIDS e Esclerose Múltipla. Em alguns países já existem medicamentos feitos a partir dos princípios ativos da maconha, o canabidiol e o Marinol são alguns deles, nos Estados Unidos e na Holanda o uso desses remédios é autorizado. 


No entanto, o maior contra da legalização da maconha é a relação existente entre o uso desta droga com a evolução dos usuários para outras ainda mais potentes. Algumas pesquisas realizadas em países onde a maconha é liberada, indicam que o efeito de porta de entrada se deva ao convívio com traficantes e usuários de outras drogas, não aos efeitos da maconha em si. No Brasil, esse resultado é potencialmente verdadeiro, uma vez que a maioria dos usuários de maconha utilizam também outras drogas associadas. 


Algumas campanhas a favor da legalização alegam que com a lei o tráfico da droga bem como a violência relacionada ao consumo da mesma irão diminuir. Por outro lado, atualmente as penas cabíveis a usuários da maconha não são aplicáveis, exceto nos casos de tráfico em que o praticante é preso, mas na maioria dos casos não permanece muito tempo preso. Sendo assim, a legalização da maconha, que deu certo em alguns países, pode não ser tão benéfica para o nosso país.



Argumentos A Favor

O principal argumento para os que defendem a utilização e o comércio livre da erva é por ela se tratar de algo natural, sendo assim não ocasionaria danos graves a saúde, ao contrário do cigarro ou do álcool por exemplo. Além desse, existem também:
  • A diminuição do tráfico de drogas nas grandes cidades, já que a venda se tornaria um comércio legal, com pagamentos de tributos, e poderia ser vendida em bares, lojas, conveniências, entre outros estabelecimentos.
  • A diminuição da utilização de menores e jovens para as vendas através do tráfico.
  • O Governo iria passar a investir o dinheiro que utiliza em segurança pública e outros transtornos causados pela proibição do uso da maconha em outros fins. Além de começar a arrecadar impostos sobre a venda do produto.
  • Sabemos que o uso da maconha existe em larga escala, a droga é encontrada quase que facilmente por qualquer pessoa que queira comprar, isso seria feito apenas de uma forma não ilegal. Ou seja, seria apenas deixar de ser crime uma coisa que já existe.
  • Pesquisam indicam que o índice de dependência do uso da maconha é menor do que o do álcool e do cigarro, dessa forma deixaríamos de ter viciados para ter apenas usuários.
  • Pesquisas sobre as propriedades da maconha passariam a ser liberadas, ajudam assim ao desenvolvimento de tratamentos médicos.
  • Diminuição da corrupção de policiais, políticos e outras pessoas que se beneficiam com a ilegalidade cobrando taxas para facilitar a venda da maconha.
  • Assim como outros produtos, a maconha passaria por um processo de avaliação por órgãos de defesa do consumidor, para que a substância vendida fosse realmente natural e não possuísse misturas.
  • A liberação em outros países vem com que o consumo diminuisse, ao contrário do que muitos pensavam.

Argumentos Contra


1- Saúde

Por mais que os usuários digam que a maconha só lhes faça bem, não é isso que aponta a medicina. Os males que a maconha traz são tantos que nem vou discorrer sobre eles. Vejam abaixo os principais:
2- Circulação
Da mesma forma que o Estado pode proibir a circulação de um remédio que faz mal a saúde de seus cidadãos, pode também proibir a venda da maconha, posto que ela provoca males a saúde de seus consumidores. No final das contas, é no sistema público que a maioria desses usuários irá se tratar das doenças adquiridas pelo seus uso da cannabis.
3- Liberdade individual
Como qualquer um que lê esse blog já deve ter notado, sou um defensor ferrenho da liberdades individuais. Sendo assim, cada um tem o direito de fazer o que quiser com seu próprio corpo contanto que não afete a terceiros.
O problema da descriminalização das drogas é que ela implicaria numa clara afetação de terceiros, que seriam possivelmente prejudicados com a mudanças sociais e econômicas advindas pela descriminalização. É bom deixar claro que o usuário atualmente, mesmo fazendo o que quer com seu corpo quando consome a maconha, acaba alimentando toda uma cadeia criminosa que já prejudica milhares de terceiros.
4- Fracasso na Holanda
Em primeiro lugar, a Holanda nunca legalizou completamente a venda de drogas. Na Holanda, o consumo APENAS em locais determinados é permitido, desde que com apresentação de carteirinha. A legislação está sendo revista. Reduzem-se as quantidades criminalizáveis. Proíbe-se o turista de comprar. E se inicia um processo de definição de maconha de alta intensidade tóxica, para proibi-la. A tendência é restringirem cada vez mais.
5- Turismo
É comum que turista vão para Holanda apenas para consumir drogas. O ambiente permissivo acaba provocando situações interessantes. Dentro dos estabelecimentos credenciados(coffee shops) o turista só encontra a cannabis aprovada pelo governo, mas basta colocar o pé pra fora dali para que lhe seja oferecido estasy e outras drogas ilícitas. Como é possível crer que legalizando uma droga o consumo de todas as outras não será aumentado?
6- Impacto social
Hoje é comum vermos pais colocando cerveja na chupeta de seus filhos. Todos achamos a coisa mais normal do mundo quando uma pessoa fuma na frente de uma criança. O que não mensuramos é que uma criança não tem consciência para assistir um ato como esse, posto que pela identificação com o adulto em questão, pode adquirir desejo pelo hábito nocivo a sua saúde. O problema em descriminalizar a maconha é que esse mesmo fenômeno será replicado. Pais e adultos irão consumir livremente e muitas crianças podem ser influenciadas.
7- Hipocrisia
Todos falam que é uma hipocrisia que a maconha que faz tão pouco mal seja criminalizada enquanto a cerveja e o álcool, que matam e destroem tanto, sejam legais. Sinceramente, isso não é um bom argumento para a legalização da maconha mas sim para sermos a favor de medidas mais duras contra o cigarro e o álcool.
8- Crime
Todos sabemos que as drogas alimentam o tráfico, e que este alimenta a violência. Então vamos conjecturar que a maconha seja liberada para ser vendida na farmácia. É natural crermos que ninguém se arriscará subir a um morro para comprar aquilo que pode comprar na farmácia. Sendo assim, o tráfico de fato seria enfraquecido. No entanto, isso não acaba com a raíz do problema.
A falta do recurso da maconha de fato irá fazer com que muitos traficantes perdessem sua fonte de renda. Porém seria uma inocência nossa crer que todos esses prejudicados iriam virar pastor ou procurar um emprego. O que eles iriam fazer é migrar para outros crimes (sequestro, assalto, etc).
9– Venda residual
Em todo o mundo, a legalização de algo não estingue a clandestinidade. Ex: Nos EUA, as clínicas de aborto clandestinas não acabaram depois da legalização do aborto. Na Alemanha, o número de prostitutas de rua também não diminuiu depois da legalização da prostituição. Isso ocorre porque a legalização de algo quase sempre aumenta sua demanda. Logo, um jovem de 18 anos que não possa por algum motivo comprar sua sagrada cannabis na farmácia vai continuar recorrendo a um traficante.
10- Legalização e consumo
Muito se fala da Lei Seca. A realidade é que seu fim fez com que houvesse o aumento do consumo de bebida. Entendam: a demanda por bebida continuou a mesma, o que mudou foi a oferta. Logo, legalizar acarretaria em mais consumidores e mais gastos com saúde.
11- Porta para outras drogas
A maconha é sim porta para outras drogas mais pesadas. Muitos (não todos e também não são a maioria) dos usuários, em busca de sensações alucinógenas mais diversas acabam experimentando outras substâncias.
12- Efeito alucinógeno
Pensemos no Joãozinho, usuário da legalizada cannabis. De manhã ele fuma sua dose diária de maconha, ficando menos produtivo para o trabalho. Depois disso se dirige ao seu carro para mais um longo trajeto em direção ao seu serviço. Ainda sob efeito do alucinógeno, bate com o carro e mata um inocente. Como fazer o teste do bafômetro no Joãozinho? Qual seria a dose máxima que ele poderia fazer uso?
13- Inflação
Como todos sabemos, plantar cannabis, devido ao seu valor, é algo batante interessante para um agricultor. Imaginemos que nossos agricultores, de olho nos lucros advindos do mercado da maconha, resolvessem plantar maconha. Desta forma, deixariam de plantar arroz, feijão e outros alimentos para plantar a cannabis. Como a oferta de alimento seria reduzida e sua demanda não, o preço dos alimentos seria elevado, prejudicando os mais pobres ( pois eles destinam a maior parte de sua renda a alimentação).
14- Precedente
Legalizando a maconha só por causa de sua incidência alta criaríamos perigoso precedente, pois todo o ato criminalizado que tivesse uma grande incidência e apoio de setores da sociedade seria legalizado, independente de suas consequências para a coletividade.
15- Uso compulsivo
“A maior parte do uso da maconha é recreacional”, mas tem grandes chances de se tornar em uso compulsivo devido a dependência psicológica que ela pode causar. As drogas não escolhem as pessoas pelo seu poder aquisitivo, nem pelo nível cultural. A única maneira de afetar diretamente as causas fundamentais do uso de drogas é pela educação e prevenção. Qualquer nível de uso de drogas lícitas e ilícitas pode levar à dependência.

16–Prevenção

O mercado de drogas é comandado pela demanda e milhões de pessoas demandam drogas atualmente ilegais. Se a produção, suprimento e uso de algumas drogas forem descriminalizados, o suposto vazio que é preenchido pelo crime organizado sofrerá uma migração para o contrabando, ou seja, a atuação criminosa não deixará de existir. Os lucros neste mercado são de bilhões de dólares. A legalização não tem o poder de forçar o crime organizado a sair do comércio de drogas, sua renda continuará com o contrabando e a regulação e controle do mercado não resolverão o problema do comércio ilegal e não passarão de uma grande falácia. Como exemplo claro disto temos a venda ilegal de maconha na Holanda, que apesar dos “coffee shops”, não parou. O mercado internacional de drogas pode ser enfraquecido se menos pessoas consumirem drogas, isso só será alcançado através da prevenção.

 17 – Aumento do uso

Entre alguns jovens, o uso ilegal da droga é visto como normal. Já em alguns lugares, a polícia faz total vista grossa a venda de drogas. Como resultado dessa “legalização” vemos vidas destruídas e criminalidade. Intensificar a guerra contra as drogas somente pela repressão não está reduzindo a demanda, são necessários mais investimentos na prevenção dos males causados pelo uso das drogas hoje ilegais. A legalização aceita que o uso da droga é normal e que é uma questão social e não uma questão de justiça criminal, no entanto o uso de drogas é normal apenas para algumas pessoas e é preciso vê-la como um problema de saúde pública com todas as suas conseqüências. Cabe a nós decidirmos como vamos lidar com isto. O problema do uso de drogas evoluiu muito. Se condenações judiciais não são a solução, os cuidados médicos e a prevenção ainda são o melhor caminho.

18- Redução de danos

”A proibição conduziu à estigmatização e marginalização dos usuários de drogas. Os países que adotam políticas ultra-proibicionistas têm taxas muito elevadas de infecção por HIV entre usuários de drogas injetáveis. As políticas de redução de danos estão em oposição direta às leis de proibição”. Nesse sentido torna-se mais evidente a necessidade de informação “aberta, honesta e verdadeira”. A prevenção, num contexto de proibição, ainda é o melhor caminho em relação à legalização. Há também uma necessidade explícita de uma maior acessibilidade dos dependentes aos serviços de saúde pública e às redes voltadas à atenção psicosocial.

 19 – Interesses financeiros

“O mercado de drogas ilegais representa cerca de 8% de todo o comércio mundial (em torno de 600 bilhões de dólares ano). Países inteiros são comandados sob a influência, que corrompe, dos cartéis das drogas”. A legalização não faria com que estes cartéis desistissem do seu rentável negócio, ou mesmo dissuadisse os pequenos traficantes a mudar de ramo, dizemos isso baseados na experiência da Holanda, em que pequenos “drug dealers” fazem seu comercio nas portas dos fundos da “coffee Shops”. A migração para o contrabando seria um caminho natural desses grupos criminosos e pequenos traficantes. Os impostos seriam escoados nas atividades ilegais e, portanto, a legalização não geraria impostos suficientes para ações que visassem a prevenção e, não diminuiria o alto nível de corrupção que há no Brasil. As nações estrangeiras ainda seriam reféns da produção de drogas dessas “nações produtoras”, uma vez que elas ainda seriam as principais fornecedoras.

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Fontes:

http://acidblacknerd.wordpress.com/2013/07/24/20-motivos-para-ser-contra-a-descriminalizacao-da-maconha/
http://br.livra.com/item/legalizacao-da-maconha-no-brasil-pros-e-contras/210289538/
http://www.linkatual.com.br/legalizacao-maconha.html

Veja também:.

1. Como deixar de fumar maconha

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