Abstinência Alcoólica – Sintomas e tratamentos

sintomas-dependente-quimico
alcoolismosíndrome da abstinência alcoólica (SAA) consiste em um grupo de sintomas que um indivíduo apresenta quando há uma interrupção abrupta da ingestão de bebida após o consumo em excesso da mesma por um longo período de tempo.
Saiba mais…


Esta síndrome é mediada por diferentes mecanismos. O equilíbrio neuroquímico cerebral é mantido pelos neurotransmissores excitatórios e inibitórios. O principal neurotransmissor inibitório é o GABA, que atua através do neurorreceptor GABA-A. Já o principal neurotransmissor excitatório é o glutamato, que tem como neurorreceptor o N-metil-D-aspartato (NMDA).


sintomas do alcoolismoO álcool leva ao aumento do efeito do GABA no neurorreceptor GABA-A, ocasionando uma excitabilidade cerebral global diminuída. A constante exposição ao álcool (exposição crônica) resulta em uma diminuição compensatória da respostado GABA no neurorreceptor GABA-A, percebida pelo aumento da tolerância dos efeitos do álcool.
As manifestações clínicas desta síndrome variam desde leve até muito grave, podendo levar à morte. Os sintomas costumam aparecer logo ao acordar, uma vez que há a diminuição da concentração de álcool na corrente sanguínea durante o sono. A severidade da sintomatologia também fica na dependência de fatores como idade, genética e, a mais importante, o grau de consumo de álcool e tempo de uso do mesmo.
Dentre as manifestações clínicas estão:
  • Agitação,
  • Alucinações;
  • Anorexia;
  • Ansiedade e ataques de pânico;
  • Confusão;
  • Catatonia;
  • Tremores;
  • Fraqueza;
  • Depressão;
  • Excessiva sudorese;
  • Alterações de humor;
  • Diarreia;
  • Cefaleia;
  • Hipertensão;
  • Insônia;
  • Náuseas e vômitos;
  • Palpitações;
  • Taquicardia;
  • Convulsões e morte.
O diagnóstico da SAA é clínico, sendo feito quando há o surgimento de alguns dos sintomas citados acima, após o indivíduo suspender o uso de álcool, quando o mesmo consome esta substância em excesso por muito tempo. Não existe um exame específico para diagnosticar esta síndrome. Contudo, o médico deve solicitar alguns exames de sangue para verificar os danos causados pelo álcool ao fígado, coração, nervos dos pés, células sanguíneas e sistema gastrointestinal.

Para um diagnóstico correto é imprescindível que o paciente seja honesto com o médico quanto ao exacerbado consumo de álcool.
O tratamento pode ser feito com o uso de fármacos eficazes na gestão dos sintomas, bem como na prevenção de convulsões. Dentre os medicamentos utilizados estão os benzodiazepínicos, anticonvulsivantes, antipsicóticos, barbitúricos, dentre outros. Também se recomenda fazer a suplementação de nutrientes, como vitaminas e certos minerais, pois, comumente, os pacientes que consomem álcool em excesso apresentam deficiência em diversos nutrientes, fato que pode causar complicações graves durante a abstinência de álcool.
Não deixe de ver também:

1.Dependência Química – Alcoolismo um dia de Cada Vez 

2.Sintomas de abstinência

3.Os 12 Passos

4.Sintomas de recaída – Mecanismos de defesa

5.Sintomas de recaída – Comportamentos defensivos

Busca:

alcoolismo

abstinencia

dependencia alcoolica

sintomas do alcoolismo

tratamento do alcoolismo

Dados do Artigo:

Abstinência Alcoólica

Categoria: Dependência química

Abstinência e tratamentos

Share

Dieta e Saúde – Problemas emocionais X Emagrecimento

emagrecer
dieta e saudeO sobrepeso e a obesidade são causados por diversos fatores : genéticos, biológicos, nutricionais e psicológicos. Os últimos atuam de dois modos : podem levar a pessoa a comer mais e podem funcionar como autêntico OBSTÁCULO À PERDA DE PESO, um verdadeiro BLOQUEIO à aderência a um programa de emagrecimento.

Saiba mais sobre os problemas emocionais que podem causar o aumento de peso e confira 10 dicas para você emagrecer!

São vários os problemas emocionais que podem levar ao aumento de peso ou a impedir que a pessoa emagreça:

Compulsão Alimentar: pessoas que comem não por fome, mas que o fazem por ansiedade, apressadamente, ingerindo grandes quantidades de alimento num período curto de tempo, sentindo-se depois arrependidas ou culpadas. De repente começam a comer e não param mais, a não ser quando estão empanturradas, cansadas ou com mal estar. Se a compulsão estiver presente e não for tratada, inviabilizará todos os esforços da pessoa para emagrecer. 

dieta e saude Depressão: afeta a pessoa como um todo. Pessoas que estão deprimidas tem, entre outras, uma alteração no comportamento alimentar para mais (ou para menos) que pode levá-las a engordar. Há queda da motivação para a dieta, auto-depreciação, pessimismo. Quando a depressão estiver presente em algum grau no candidato a emagrecimento, deverá ser tratada prioritariamente.

Ansiedade: é o “vilão” número um das dietas alimentares. Apresenta-se em diversas formas (pânico, fobia social, ansiedade generalizada, fobias, stress pós traumático, fobias específicas, etc ). Pessoas tensas, excessivamente preocupadas, com pânico, com medos diversos, podem encontrar no alimento uma fuga para seus males, para um estado interno de desconforto.

Dificuldades sexuais, conjugais ou afetivas: É sempre importante verificar o que se esconde por trás de uma obesidade ou excesso de peso. A gordura pode servir como “escudo” para evitar relacionamentos, não assumir a própria sexualidade ou mesmo como forma de “rebelião passiva” a situações conjugais conflituosas.

Stress: É comprovado que o stress tem influência sobre o peso corporal, seja pelo aumento do cortisol circulante ou pelo aumento da quantidade de comida ingerida, que passa a atuar inadequadamente como “mecanismo anti-stress”.

Dificuldade de controle de impulsos: pessoas impulsivas que não conseguem adiar a gratificação imediata de um impulso em detrimento a uma gratificação à médio prazo, são mais vulneráveis a uma “sabotagem” em sua dieta.

Problemas de relacionamento: dificuldades de relacionamento familiar, social (timidez excessiva, agressividade social, baixa qualidade de vida social) podem levar a pessoa a atacar o prato de comida.

Não coma rápido! Preste atenção no tempo que você leva para realizar cada refeição. O correto é demorar pelo menos 15 minutos para fazer cada refeição. Mastigue bem antes de engolir.
Não fique mais que 4 horas sem comer! Não adianta nada você ficar horas e horas sem se alimentar para depois comer um monte de uma vez. Alimentação balanceada é o caminho!
Não fuja da balança! Pese pelo menos de 15 em 15 dias para saber como está seu peso. Fugir do problema não irá fazer você emagrecer.

  1. Não coma rápido! Preste atenção no tempo que você leva para realizar cada refeição. O correto é demorar pelo menos 15 minutos para fazer cada refeição. Mastigue bem antes de engolir.
  2. Não fique mais que 4 horas sem comer! Não adianta nada você ficar horas e horas sem se alimentar para depois comer um monte de uma vez. Alimentação balanceada é o caminho!
    dieta e saude

  3. Não fuja da balança! Pese pelo menos de 15 em 15 dias para saber como está seu peso. Fugir do problema não irá fazer você emagrecer.
  4. Mercado só depois da refeição! Ir ao mercado ou padaria antes de almoçar ou tomar café é pedir para comprar e comer mais do que precisa. Essa dica além de ajudar na sua dieta ajuda também no seu bolso 😉
  5. Comer sozinha jamais! Se alimentar sozinho ou mesmo em lugares muito barulhentos é uma má pedida.
  6. Estabeleça horários! Suas refeições devem ter horário pré-estabelecidos. Não pule nenhuma delas e muito menos coma no intervalo entre uma e outra.
  7. Pare e pense! Reflita sobre os reais motivos que fazem você comer em excesso e/ou fora de hora.
  8. No mercado, evite caixas rápidos! Todo caixa geralmente tem suas gôndulas com guloseimas e afins, porém são nos caixas rápido que mora o maior perigo… geralmente são dezenas de gôndolas cheia de alimentos que você deve passar longe.
  9. Receitas, receitas e mais receitas! Pesquisa na internet, pegue com o vizinho, no jornal.. mas nunca deixe faltar em sua casa muitas receitas de refeições saudáveis.
  10. Pizzaria pode! Só não exagere nas pizzas de calabresa, bacon, catupiry e afins. Prefira as mais “verdes”: escarola, brócolis, vegetariana etc.
Não deixe de ver também:

dieta e saude

Problemas emocionais e emagrecimento

Fonte:
http://www.tommaso.psc.br/site/artigos/?id_artigo=61
http://www.psicobesidade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=108&Itemid=73
http://www.dietasgratis.com.br/10-dicas-para-voce-emagrecer-com-saude/

Busca:

dieta e saude

problemas emocionais

emagrecimento

dicas

Share

Sintomas de depressão – Conheça 9 Sintomas e faça o teste de tristeza ou depressão!

Tristeza e desânimo são os sintomas mais evidentes da depressão. Essa doença é capaz de acabar com sua vontade de fazer coisas simples, como ver TV, trabalhar e passear. Porém, a depressão é traiçoeira: ela pode se manifestar com sinais de que o paciente nem desconfia, como dores nas costas, falta de desejo sexual ou prisão de ventre.  Saiba mais… 
Faça o teste:e tristeza ou depressão?
“Em todos os casos, os pacientes apresentam uma queda da energia e do ânimo”, afirma Rubens Pitliuk, psiquiatra do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. Veja a seguir os sintomas ocultos da depressão. Se eles durarem mais do que duas semanas, busque ajuda médica para que o problema não se torne mais grave:




1. Organismo desregulado

A depressão pode causar aumento ou perda do apetite, bem como prisão de ventre. Pode haver dores de cabeça, nas costas ou no estômago, sem causa aparente e que não passam com o uso de remédios. Suor em excesso, palpitações e tremor são outros sintomas comuns.

2. Pensamentos ruins 

O deprimido pode ter ideias pessimistas e insistentes. A pessoa sabe que elas não fazem sentido, mas não consegue se livrar delas.

3. Falta de desejo sexual

Diminui a vontade de fazer sexo. Há desinteresse por coisas que antes eram agradáveis, como sair com amigos, ler livros, ver novela.

4. Manias estranhas 

Você confere portas e janelas ou acha que pode fazer mal a si mesmo ou a alguém? Essas atitudes também podem indicar TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo.

5. Falta de concentração 

O paciente não consegue se fixar numa leitura ou guardar na memória o que leu. Em pessoas mais velhas, a falta de memória pode ser o sintoma mais forte. A insônia também é comum entre os deprimidos.

6. Beleza escondida

Pele envelhecida, boca amarga, olheiras, unhas quebradiças, cabelos fracos e sem brilho… Tudo isso leva embora toda a beleza de uma pessoa com depressão.

7. Sentimentos adormecidos

A doença dá a impressão de que o paciente está dopado, incapaz de ter sensações e sentimentos, sejam eles positivos ou negativos.

8. Volta ao passado

Atitudes de anos atrás voltam, trazendo culpa e arrependimento. Problemas que antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas pesadas e difíceis.

9. Tristeza em dias nublados

Há pacientes que pioram quando o tempo está frio e chuvoso. “Esses casos são chamados de depressão sazonal”, explica Pitliuk. 

Serviço
Nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), é possível fazer uma avaliação e dar início ao tratamento com psiquiatras e outros especialistas – de graça. Mais informações no site ou pelo telefone 0800-611997. 


Não deixe de ver também:

Sinstomas de depressão

Conheça 9 Sintomas e faça o teste de tristeza ou depressão

Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/sintomas-de-depressao-revista-ana-maria-501734.shtml

Busca:

sintomas de depressao

depressao

tristeza

testes

drogas depressoras

tratamento de depressao

remedios depressao

Share

Clinicas dependência química – Onde procurar ajuda

Clinicas dependência químicaAs clínicas para o tratamento da dependência química atuam na recuperação de dependentes de álcool e drogas. Há vários tipos de métodos e tempo de internação, podendo variar de uma clínica para outra. Existem também as comunidades terapêuticas que possuem outros métodos de tratamento para a recuperação de dependentes, mas tanto as clínicas quanto as comunidades são eficientes e proporcionam ótimos resultados, dependendo exclusivamente do dependente químico a responsabilidade da sua recuperação. Saiba mais sobre a dependência química e onde buscar tratamento!




A dependência química é uma doença, apesar de muitas pessoas negarem esse fato ou não admitirem como tal, e atinge muitas áreas da nossa vida. O problema é que nem todos têm consciência da gravidade desta doença, o que facilita para que a doença se instale.

A dependência química afeta todas as estruturas da nossa vida (vida familiar, social, laboral, etc) e principalmente nossa estrutura física e psíquica e isso colabora para a falência total como ser humano.



O tratamento para a dependência química tem como objetivo parar a doença e recuperar a pessoa. Para que a recuperação aconteça é necessário a abstinência total das drogas e do álcool, bem como a mudança do estilo de vida. É preciso uma intensa mudança nos hábitos, vícios e emoções, buscando o equilíbrio das estruturas física, mental, emocional e espiritual.

Procure uma clínica perto da sua cidade!

_________________________________________________________________

“Alto Padrão”

É um grupo de Clínicas para internação de tratamento voluntário e involuntário. 

Unidades: 

_________________________________________________________________
“Alto Padrão”

Clínica masculina e feminia de alto padrão com tratamento diferenciado e exclusivo para cada pessoa e tipo de dependência.

Unidades Masculinas:
Unidades Femininas:
_________________________________________________________________


“Alto Padrão”

Pequenas unidades em clima de campestre, junto a natureza, e também unidades urbanas.

Unidades Masculinas:
_________________________________________________________________

Clínicas de Recuperação Gratuita

_________________________________________________________________


Clínica Para Dependentes Químicos Gratuita em Presidente Prudente. Encontre telefones, endereços e informações sobre Clínica Para Dependentes Químicos Gratuita em Presidente Prudente e região. 

_________________________________________________________________
Comunidades Terapêuticas

_________________________________________________________________



Existem muitas outras comunidades terapêuticas no Brasil. Na seção Links você encontra uma relação de sites sobre dependência química, grupos de apoio, e organizações que podem auxiliar com muitas informações sobre a dependência química, tratamentos clínicas e comunidades terapêuticas e notícias.

Não deixe de ver também:

clinicas dependencia quimica

onde procurar ajuda

Busca:

clinicas dependencia quimica

onde procurar ajuda

dependencia quimica

drogas

tratamento

alcoolismo

Share

Lei Seca – Benefícios para a saúde e a beleza da mulheres


Lei Seca - Benefícios para a saúde e a beleza da mulheres
Desde que entrou em vigor, a Lei Seca tem feito sucesso pela redução no número de acidentes de trânsito por todo o país. Mas outro dado, muito interessante às mulheres, tem passado despercebido: o controle no consumo de álcool também vai reduzir o gasto feminino com tratamentos estéticos, cremes e coisas do gênero. Por um motivo simples: ausência de necessidade.A formação precoce de rugas, dificuldades para emagrecer e cabelos sem vida são alguns dos efeitos provocados pela bebida nas mulheres , afirma a nutricionista Daniella Camargo, da Clínica Luisa Catoira. Na entrevista a seguir, a especialista explica por que isso acontece e dá mais detalhes dos impactos do álcool no organismo feminino, incentivando você a ficar cada vez mais longe das doses. Saiba mais…

A bebida é mais prejudicial à mulher? 

Sim, porque a mulher possui menos enzimas para a degradação do álcool e menos água no organismo, prejudicando mais rápido o fígado e o coração do que os homens. Eles diluem melhor o álcool e, portanto, sofrem menos com os efeitos quando consomem a mesma quantidade. 


Os prejuízos mudam de acordo com a idade? 

Lei Seca - Benefícios para a saúde e a beleza da mulheresSim. Nos adolescentes, o problema são os efeitos tóxicos sobre um organismo que ainda está em formação. Nos idosos, o organismo reduz a metabolizalização do álcool e eles ficam bêbados mais rapidamente (além disso, há o consumo de medicamentos necessários a esta fase. A interação entre remédios e álcool é sempre prejudicial à saúde). 


Ela pode atrapalhar o fluxo hormonal? 

Sim, mulheres que bem demais podem parar de menstruar e até apresentar disfunções nos ovários. 


O álcool pode dificultar as chances de uma mulher que deseja engravidar? 

Sim, há riscos de infertilidade e abortamento espontâneo. O álcool também provoca a menopausa prematura, além de trazer prejuízos para o desenvolvimento fetal. 


Que prejuízos ele traz para a pele? Os cabelos também se modificam?

O álcool pode trazer o envelhecimento prematuro, porque altera a produção de enzimas e estimula a formação de radicais livres, que causam o envelhecimento. O grande consumo de bebidas desidrata os cabelos, que se tornam mais quebradiços e apresentam queda.


Fermentados ou destilados são piores? 

A bebida fermentada tem um volume maior, dilata o estômago, aumentando a área de absorção: com isso, o que for tomado em seguida causa um efeito mais intenso. É importante ficar atento a quantidade de ingestão de álcool e não o tipo de bebida.


Que quantidade pode ser tomada sem risco à saúde? 

álcool deve sempre ser consumido com moderação, porque age diretamente no sistema nervoso central, causando dependência e mudança no comportamento. Mesmo a ingestão mínima desse tipo de bebida diminui a coordenação motora e os reflexos. 


O inchaço causado pela bebida traz que tipo de conseqüências? 

A retenção hídrica é uma forma de defesa do organismo. O álcool inibe a produção do hormônio antidiurético, ocorrendo perda de água e eletrólitos e, por isso, o corpo reage acumulando liquido nos tecidos. Por isso deve-se evitar o uso do álcool no combate a celulite.


O álcool compromete a eficácia da pílula? 

Tomar anticoncepcional com álcool não inibe o efeito, somente medicamentos como antibióticos, antipiléticos e anticonvulsivantes podem diminuir o efeito da pílula. 


Que efeitos o álcool traz para a dieta? Ele engorda? 

O álcool tem muitas calorias. Para a perda de peso, as bebidas alcoólicas precisam ser eliminadas ou reduzidas da dieta. Cada grama de álcool tem sete calorias, que se transformarão em reserva de gordura. Quanto maior o teor alcoólico da bebida, mais calorias ela vai ter. 

Quantidade de calorias de algumas bebidas:
Chope (300 mL): 180 calorias 
Cerveja (240 mL): 101 calorias 
Caipirinha sem açúcar (200 mL): 212 calorias 
Caipirinha com açúcar (200 mL): 266 calorias
Champagne (120 mL): 108 calorias
Licor (40 mL): 148 calorias 
Marguerita (85 mL): 86 calorias 
Martini (50 mL): 76 calorias S
ex on the beach (200 mL): 216 calorias 
Tequila (50 mL): 108 calorias
Uísque (40 mL): 101 calorias 
Vinho branco (130 mL) taça: 86 calorias 
Vinho tinto (130 mL) taça: 97 calorias 
Vodka (40 ml): 108 calorias


Não deixe de ver também:

Lei Seca

Benefícios para a saúde e a beleza da mulheres

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/3117-lei-seca-traz-mais-beneficios-para-a-saude-e-a-beleza-da-mulheres

Busca:

lei seca

saude e beleza

mulheres

alcoolismo

Share

Drogas depressoras

medicamentos
Drogas depressorasA maioria das drogas depressoras são classificadas como lícitas porque a maioria delas é produzida e comercializada com finalidades medicinais. São elas: o álcool, sedativos, hipnóticos não barbitúricos, barbitúricos e opióides. O efeito dessas substâncias é a diminuição da velocidade do funcionamento cerebral.
Saiba mais…

No conjunto das drogas depressoras, as mais conhecidas são o álcool, os soníferos, a heroína, a morfina, a cola de sapateiro, os remédios ansiolíticos e antidepressivos (barbitúricos) e seus derivados. Seu principal efeito é retardar o funcionamento do organismo, tornando todas as funções metabólicas mais lentas.

A heroína é uma substância inalável. Excepcionalmente, pode ser injetada, o que leva a um quadro de euforia. Quando inalada, porém, resulta em forte sonolência, náuseas, retenção urinária e prisão de ventre – efeitos que duram cerca de quatro horas. A médio prazo, leva à perda do apetite e do desejo sexual e torna a respiração e os batimentos cardíacos mais lentos. Instalada a dependência, o organismo apresenta forte tolerância, obrigando o usuário a aumentar as doses. A superdosagem pode resultar em coma e morte por insuficiência respiratória.

Os derivados da morfina apresentam efeitos muito parecidos com os da heroína, porém, com características euforizantes menores. Seu efeito depressor é explorado pela Medicina há várias décadas, principalmente no alívio da dor de pacientes com câncer em estado terminal.

Outra preocupação constante dos médicos é o uso abusivo dos antidepressivos, soníferos e ansiolíticos (barbitúricos). Para pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.

Não deixe de ver também:

1. Drogas na adolescência2. Ressaca moral – Complicações podem deixar sérias sequelas3. Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?4. Durateston – Efeitos colaterais do anabolizante5. Legalização da maconha – Prós e Contras

Drogas depressoras

Tipos de drogas


Fonte: 
Busca:

drogas depressoras

drogas

álcool

sedativos

drogas lícitas

tipos de drogas

Share

Drogas na adolescência

droga na adolescência
Drogas na adolescencia A adolescência e uma fase do desenvolvimento humano em que ocorrem muitas mudanças, é uma fase conflituosa da vida devido às transformações físicas e emocionais vividas. Surge a curiosidade, os questionamentos, a vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo sabendo dos riscos, e um sentimento de ser capaz de tomar as próprias decisões. É o momento que o adolescente procura sua identidade, não mais se baseando nas orientações dos pais, mas  também nas relações que constrói principalmente com o grupo de amigos.



Para a grande maioria dos jovens, ter experiências novas (lugares, músicas, amigos e também drogas) não necessariamente trará problemas permanentes, e muitos se tornarão adultos saudáveis. Mas há jovens que passam a ter problemas a partir dessas experiências,e por conta disso a adolescência é um periodo de risco para o envolvimento com as drogas.

Ao menos em parte, os riscos podem ser atribuídos às próprias características da adolescência tais como:

  • necessidade de aceitação pelo grupo de amigos
  • desejo de experimentar comportamentos visto como “de adultos”
  • sensação de onipotência “comigo isso não acontece”
  • grandes mudanças corpotamentais gerando indegurança
  • aumento da impulsividade

A curiosidade natural dos adolescentes é um dos fatores de maior influência na experimentação de álcool e outras drogas, assim como a opinião dos amigos. Essa curiosidade o faz buscar novas sensações e prazeres, o adolescente vive o presente e na sua busca por realizações imediatas  o efeito das drogas vai  de encontro a isto, proporcionando prazer  imediato.

O modismo é outro aspecto importante relacionado ao uso de substâncias entre adolescentes, pois reflete a tendência do momento, e os adolescentes são particularmente vulneráveis a estas inflluências. Afinal estão saíndo da infância e começando a sentir o prazer da liberdade nas pequenas coisas, desde a escolha de suas próprias roupas, e atividades de lazer, até a definição de qual será seu estilo.  A pressão da turma, o modelo dos ídolos e os exemplos que os jovens tiveram dentro de casa.


O papel da família na formação do adolescente

A família, por sua vez, pode atuar com o um fator de risco ou protetor para o uso de substância psicoativas. Filhos de dependentes de álcool e drogas apresentam risco quatro vezes maior de também se tornarem dependentes.

   


Mas o desenvolvimento da dependência irá depender da interação de:

  • aspectos genéticos
  • características de personalidade
  • fatores ambientais, que poderão ser protetores ou até mesmo de risco para o uso de drogas

É de fundamental importância o papel da familia na formação do adolescente. é função da família fazer com que a criança aprenda a lidar com limites e frustrações.

Crianças que crescem em um ambiente com limites e regras claras, geralmente são mais seguras e sabem o que podem e o que não podem fazer. Quando se deparam com um limite, sabem lidar com a  frustração.

Crianças criadas sem regras claras, buscam testar os limites dentro de casa, adotando um comportamento desafiador com os pais e, posteriormente, ao entrar na adolescência, repetem esse mesmo comportamento desafiador fora de casa. Além disso por não estarem acostumados a regras e limites, não aceitam quando estes lhe são impostos.

Alguns estudiosos afirmam que adolescentes desafiadores e que não sabem lidar com frustrações, apresentam maior risco para o uso de drogas.

Por outro lado, o monitoramento por parte dos pais  e um bom relacionamento entre eles, é um importante fator de proteção em relação ao uso de drogas.

   





Fatores internos

Dentre os  fatores internos que podem facilitar o uso de álcool e drogas pelos adolescentes se destacam:

  • insatisfação
  • insegurança
  • sintomas depressivos

Os jovens precisam sentir que são bons em alguma atividade, sendo que este destaque representará sua identidade e sua função dentro do grupo. O adolescente que não consegue se destacar, seja nos esportes, estudos, relacionamentos sociais, dentre outros, ou que se sente inseguro quanto ao seu desempenho, pode buscar nas drogas a sua identificação, além de empurrá-lo para experimentar atividades nas quais ele se sinta mais seguro.

Os sintomas depressivos na adolescência,  são por um lado normais, em virtude das grandes mudanças biológicas e psíquicas, mas  muitas vezes podem apresentar fator de risco. O jovem que está triste ansioso ou desanimado, pode buscar atividades ou coisas que o ajudem a se sentir melhor. Neste sentido as drogas podem proporcionar, de forma imediata, uma melhora ou alívio a esses sintomas. Quanto mais impulsivo e menos tolerante  à frustração for o adolescente, maior será esse risco.

Alguns estudos mostram que adolescentes que apresentam sintomas depressivos (se isolam da família e amigos, sentem-se infelizes, descontentes e incompreendidos, com baixa auto-estima) passam mais rápido da fase de experimentação para o abuso e, consequentemente, para a dependência.

   



Outros aspectos importantes em relação os uso de drogas na adolescência

  1. É no periodo entre a adolescência e o início da idade adulta que ocorrem os maiores níveis de experimentação e problemas  relacionados ao uso de álcool e outras drogas.
  2. Muitos jovens, apesar do pouco tempo de uso de substâncias, passam muito rapidamente de um estágio de consumo para outro, além de fazerem o uso de várias substâncias ao mesmo tempo. Por outro lado, uma grande parcela deles diminui significativamente o consumo no início da fase adulta, para edequar-se às obrigações da maturidade, (trabalho, casamento e filhos).
  3. Vários estudos demonstram que quanto mais sedo se inicia o uso de drogas, maior a chance de desenvolvimento de dependência


Principais fatores de risco no período da adolescência

  • grande disponibilidade de drogas
  • maior tolerância em relação ao consumo de algumas substâncias
  • Estresse gerado por conflitos familiares e falta de estrutura familiar como: pais distantes, dificuldade dos pais estabelecerem limites para o adolescente, mudanças significativas (de cidade, perda de um dos pais)
  • características de personalidade: baixa auto-estima, baixa auto-confiança, agressividade, impulsividade, rebeldia, dificuldade de aceitar ser contrariado
  • transtornos psiquiátricos: de conduta, de hiperatividade e déficit de atenção, depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade.



   



Uma palava aos pais

Ao descobrirem que o filho adolescente está usando drogas, alguns pais tendem a se sentirem culpados, questionando-se onde erraram na educação do filho, o motivo de tal fato estar acontecendo com eles já que nunca deixaram faltar nada em casa. Outros pais buscam a internação de seus filhos esperando um método de cura imediata. Há alguns que recebem a notícia acusando o grupo social a qual o filho pertence. A tentativa de ajudar o filho e redimir a culpa transforma um problema, possivelmente passageiro e de solução possível, numa tragédia que afeta violenta mente a vida da família e do jovem.
Há alguns casos em que se torna comum às famílias terem em casa uma “farmacinha” com analgésicos, calmantes, na qual as pessoas vão tomando, muitas vezes sem prescrição médica, pensando numa solução química para os seus problemas ou simplesmente para relaxar.
Há ainda o álcool que costuma ser usado no diminutivo como cervejinha, uisquinho entre outros, como forma de amenizarem os seus males. Esses elementos não são encarados como drogas. E para o filho ver o pai se embriagar e a mãe se dopar com calmantes se torna normal.
Diálogo: o melhor caminho
Procure dialogar com seu filho, uma conversa franca pode ter resultados além do esperado. Lembre-se não humilhe seu filho, sarcasmo e huminhação são armas poderosas, que podem ferir, de modo profundo, a auto estima dos adolescentes. Amedrontar também não é o melhor caminho. 
Além de manter a calma, tente abrir espaço para reflexão. Seja franco e honesto mas não raivoso. Expresse preocupações e mágoa, se for o caso. Transmita seus sentimentos e convide-o a refletir. 
Dê espaço para que ele se expresse, dê tempo para que ele pense (“você quer pensar nisso que eu te falei e conversar mais tarde? Depois a gente conversa de novo sobre isso, pois eu gostaria muito de saber sua opinião”). 
Veja também:


Drogas na adolescência  


Share

Ressaca moral – Complicações podem deixar sérias sequelas

Em meio a assuntos descontraídos, não é raro ouvir o termo ressaca moral. A expressão,muitas vezes associada à traição, é atribuída a alguma besteira colossal que se tenha feito – seja por ter armado um barraco numa festa por ciúme, seja por ter transado com alguém minutos depois do primeiro “oi”. Com um toque de culpa, a ressaca moral é uma sensação psicológica ruim, causada por algum momento ou situação desagradável que se tenha vivido.  Leia o texto na íntegra…

Assim como a ressaca normal, a moral aparece no dia seguinte – ou nos dias seguintes – e com lembranças que corroem a mente do ressacado.
Ela se manifesta de formas e por razões diferentes. É o caso, por exemplo, do sujeito que dá em cima da namorada do amigo, ou da outra que desmaia durante uma cerimônia de casamento, ou ainda daquele que resolve se soltar em excesso na festa da empresa. Este tipo de ressaca se enquadra em diversos fatores de constrangimentos e arrependimentos – sempre, é claro, acompanhado do sentimento de culpa.
“Esse arrependimento que sentimos é um sinal interno nos avisando que fizemos ou falamos algo que não achamos que foi bom, que ultrapassamos nossa noção de limites de conduta. Estas linhas foram construídas em cada pessoa pelo decorrer da vida, desde o nascimento, levando em conta relacionamento familiar, ambiente social e circunstâncias observadas no dia a dia. Esse mal-estar fica vivo como uma cobrança interna em nossa mente”, explica a psicóloga clínica Célia Maria Aparecida de Mattos Lourenço Menezes.
Álcool libera
Fortes dores de cabeça, corpo dolorido, boca seca, mal-estar generalizado, água com limão no café da manhã. Todas as características de uma ressaca clássica, por mais irritantes que sejam, não são piores que os efeitos de uma ressaca moral. Esta segunda, entretanto, em muitas ocasiões, vem junto com a ressaca causada pelo álcool. “Quando, por exemplo, uma pessoa bebe, ela desconsidera os seus limites e abre uma porta para fazer coisas que ela mesma considera uma afronta à moralidade. No momento em que o efeito do álcool diminui, surge o medo das consequências, que sugerem a possibilidade de uma punição. E para isso não há distinção de gêneros. Tanto o homem quanto a mulher são controlados não só pela instância moral, mas também pelo papel da própria realidade na regulação de suas ações. Beber ajuda a liberar o freio que inibe suas atitudes”, explica Célia.
No caso de Rodrigo*, 26 anos, estudante de letras, o álcool foi o facilitador de uma traição. Vivendo um relacionamento de cinco anos, o estudante foi a uma festa e, estimulado pelos amigos e pelo excesso de bebida, envolveu-se com uma garota. “Depois daquela noite, passei uma semana me culpando pelo que fiz e resolvi contar para minha namorada. Também não teria como esconder por muito tempo, porque ela mesma havia estranhado minha mudança de comportamento, pois passei a ser mais romântico do que de costume. Foi difícil, mas ela me perdoou. Hoje sou bem mais controlado, inclusive nas bebidas”, revela Rodrigo.
Amanda*, 24 anos, jornalista, também sob efeito do álcool, conta dois constrangimentos que lhe causaram arrependimentos. O primeiro, em uma festa da empresa em que trabalhava, ela conta que dançou empolgadamente hits de Michael Jackson e de Madonna, de forma que destoava da maneira contida dos colegas. “No dia seguinte, as pessoas me davam tapinhas nas costas, com uma risadinha de canto. Essa situação me acompanhou até o dia em que saí da empresa”, lembra. Pouco tempo depois, após muitas taças de vinho branco na faculdade, na van que a levava para a casa, Amanda fez uma defesa ferrenha – para todo mundo ouvir – sobre masturbação feminina. “Não sei de onde veio o assunto, mas eu dizia que as meninas tinham de buscar formas de prazer. Mas depois que passou meu pilequezinho, eu me arrependi muito, mas ninguém esqueceu. Só para ter uma ideia, cinco anos depois, encontrei um amigo que presenciou o fato e, antes de me cumprimentar, ele fez piadinhas sobre aquele discurso”, conta.
Solução? Tempo!
O tempo é o melhor dos conselheiros, já diria a sábia frase popular. “O que vai diferenciar a forma de como cada um vai vivenciar essa situação é a maneira de lidar com os sentimentos de culpa, com suas necessidades narcísicas. Assim, sempre que vivenciamos uma dor da alma, o melhor a fazer é esperar e tentar minimizar essa dor. Sempre vamos ter algo do que nos arrepender, faz parte da natureza humana”, pondera Célia.
Assim como a ressaca alcoólica, a ressaca moral não mata. A primeira geralmente incomoda apenas no dia seguinte. A segunda pode até demorar mais tempo, mas também passa – até mesmo nos casos mais complexos. Por isso, o recomendável é não tomar decisões em meio às dores da alma. O melhor é esperar e tentar dar a volta por cima. Funciona na maior parte dos casos. Até para quem tentou cantar a mulher do amigo, dançou empolgado na festa da firma ou desmaiou durante um casamento.
Veja também:

1. Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?
2. Maconha – Efeitos Colaterais
3. Sintomas de recaída – Mecanismos de defesa
4. Cães ajudam na reabilitação de dependentes químicos
5. Sintomas da ressaca

Share

Durateston – Efeitos colaterais do anabolizante

O Durateston, usado em ciclos com outras drogas, é um anabolizante super androgênico que pode causar efeitos colaterais a curto e longo prazo.

Durateston ou o chamado de “Dura” é um dos anabolizantes mais conhecidos entre os praticantes de musculação. Baseado em quatro compostos diferentes de testosterona, o Dura é indicado, normalmente, para reposição hormonal em pacientes do sexo masculino e que estejam com algum tipo de distúrbio que necessite de tal reposição. Um exemplo de distúrbio em que se repõem testosterona no corpo é a osteoporose masculina. Ver mais…




Os desenvolvedores desse medicamento combinaram quatro tipos de testosterona no intuito de obter uma ação imediata logo após a aplicação, além de manter a ação por mais tempo, o que auxiliaria na melhora dos pacientes que necessitavam de reposição hormonal rápida. 


Em cada ampola de medicamento, possui-se Propionato de testosterona em 30 mg; Fenilpropionato de testosterona em 60 mg; Isocaproato de testosterona em 60 mg; e Decanoato de testosterona em 100 mg.
Como age no corpo:

Cada um desses compostos age de maneira diferente dentro do organismo, em que o propianato e o fenilpropianato possuem uma ação imediata, mas por um curto período. Já os outros dois compostos, o isocaproato e o decanoato tem uma ação mais lenta, porém por uma duração mais longa.

O medicamento Durateston tem a mesma função que outros medicamentos da mesma procedência. Ela possibilita o crescimento muscular, além da diminuição da gordura corporal do indivíduo. Sua ação é muito mais profunda. Por ser lipossolúvel, a testosterona entra no organismo e no citoplasma da célula, ligando-se a um receptor. A partir daí, ela entra no núcleo da célula e se liga ao DNA.

Depois dessa conexão feita entra a testosterona e o DNA, os músculos recebem a informação para aumentar a quantidade de actina e miosina (proteínas contráteis responsáveis pelo aumento do tecido), fazendo, assim, um acréscimo considerável dos músculos.

Além do aumento muscular, o Dura protege o tecido muscular do catabolismo. Por isso, esse medicamento não somente aumenta o tecido, mas também modifica a forma dos músculos, além de adicionar mais células.

Outro efeito do uso do medicamento é o aumento da produção de células vermelhas, principalmente nos rins e no sangue. Isso produziria um sangue mais oxigenado, além de melhorar o sistema imunológico do organismo.

A contração muscular também é intensificada, ainda mais devido ao aumento de unidades motoras e contráteis, que são a actina e miosina. Além disso, o controle dos músculos e a resposta mais eficiente são vistas depois da aplicação de tal medicamento.

Tais benefícios são vistos quando pessoas que estão com a produção natural do hormônio comprometida, o que causa diminuição de várias funções do organismo, e, principalmente, a atrofia muscular.
Efeitos colaterais do Durateston:

Para muitos praticantes de musculação, o uso desse medicamento traz muitos resultados para os treinos musculares. Porém, nem tudo são flores no uso continuado do Durateston.

Por ter quatro compostos diferentes de testosterona, o Dura possui todos os efeitos colaterais pertencentes ao uso de testosterona. A testosterona se converte em hormônio estrógeno (hormônio feminino), e esta, quando em doses altas, causa acne, ginecomastia, aumento de gordura corporal, atrofia testicular, diminuição da libido, hipertensão, retenção de líquido, entre outras coisas.

Além desses efeitos mais comuns, problemas urinários, causados pela modificação do hormônio testosterona pelo efeito de uma enzima já contida no organismo, podem ser vistos, além de queda de cabelo, problemas de colesterol, problemas cardíacos, distúrbios nos rins e no fígado também podem ser vistos.

Nas mulheres o crescimento de pelos, queda de cabelo, engrossamento da voz, ciclo menstrual desregulado, infertilidade etc. podem ser vistos no uso contínuo do medicamento.

Entre vários anabolizantes, que são aceitos somente para uso medicinal, já que para uso estético é proibido pela Anvisa, o Durateston é um dos mais falsificados. O uso do medicamento falso é mais comumente utilizado por praticantes de musculação, que buscam um produto mais acessível e que proporcione bons e rápidos resultados nos treinos musculares. Sendo a falsificação do Dura um produto mais barato do que o seu medicamento real, muitas pessoas acabam usando tal, porém tendo grandes problemas, além dos descritos anteriormente.

Durateston Ciclos:

Assim como outras drogas citadas aqui como Deca Dudabolin, Winstrol (Stanozolon) e Oxandrolona (Anavar), o Durateston também costuma ser usada em ciclos justamente intercalado ao longo das semanas com os esteroides citados anteriormente, divididas em doses de 250mg, 500mg e até 1g da droga em uma única semana, loucura né?! Isso sem contar a dosagem das outras drogas, o que pode potencializar ainda mais os efeitos colaterais.

O uso de qualquer tipo de medicamento que cause modificação no organismo no intuito de melhorar a estética é proibido. Os efeitos colaterais, sejam estes de curta, média ou longa duração, são muito maiores que os benefícios que tais produtos causam.

Eu adm. Carlos sempre falo bem abertamente sobre anabolizantes aqui no Treino Mestre, e muitos sabem o que penso a respeito, não faço apologia ao uso, e a pergunta continua sendo a mesma: – Você acha que vai valer a pena o risco?
Se ainda fosse focado em um dia competir lá fora em um Mr. Olympia, onde pode ter um grande retorno, supervisão de grandes profissionais, sem dizer que não são usadas drogas underground de laboratórios fundo de quintal como a maioria dos fármacos vendidos aqui no Brasil, até, veja bem, até poderia valer o risco. Agora se encher de “roides” apenas para ter resultados mais rápidos e ficar “botinho” pro verão?!

La-men-tá-vel 

Para se obter resultados reais e permanentes sem comprometer sua saúde, uma dieta bem elaborada, saber suplementar adequadamente, hidratação continua e ter um treino bem montado respeitando os períodos de descanso, serão sempre os principais pontos a serem cultivados pelos praticantes de musculação.

por Raquel Torres Costa Bressan Redatora formada em Letras pela Universidade Federal de Viçosa.


Veja Também:


Share

Legalização da maconha – Prós e Contras

Maconha

Apesar de possuir uso terapêutico, a maconha é uma droga que causa dependência química e por isso o uso demasiado dessa substância causa déficits centrais que podem levar a alterações cerebrais irreversíveis. Por outro lado, pesquisas realizadas em diversos países mostram que a utilização clinica da Cannabis sativa, nome científico da maconha, é muito mais relevante que os possíveis prejuízos causados aos usuários crônicos. Esses e outros impasses são relevantes na legalização da maconha, que possui prós e contras e dividem a opinião pública. Saiba mais…


Um dos argumentos que fundamentam a importância da legalização para a sociedade é o uso da maconha para combater a falta de apetite, ânsias e vômitos, principalmente no tratamento de pacientes com alguns tipos de câncer, AIDS e Esclerose Múltipla. Em alguns países já existem medicamentos feitos a partir dos princípios ativos da maconha, o canabidiol e o Marinol são alguns deles, nos Estados Unidos e na Holanda o uso desses remédios é autorizado. 


No entanto, o maior contra da legalização da maconha é a relação existente entre o uso desta droga com a evolução dos usuários para outras ainda mais potentes. Algumas pesquisas realizadas em países onde a maconha é liberada, indicam que o efeito de porta de entrada se deva ao convívio com traficantes e usuários de outras drogas, não aos efeitos da maconha em si. No Brasil, esse resultado é potencialmente verdadeiro, uma vez que a maioria dos usuários de maconha utilizam também outras drogas associadas. 


Algumas campanhas a favor da legalização alegam que com a lei o tráfico da droga bem como a violência relacionada ao consumo da mesma irão diminuir. Por outro lado, atualmente as penas cabíveis a usuários da maconha não são aplicáveis, exceto nos casos de tráfico em que o praticante é preso, mas na maioria dos casos não permanece muito tempo preso. Sendo assim, a legalização da maconha, que deu certo em alguns países, pode não ser tão benéfica para o nosso país.



Argumentos A Favor

O principal argumento para os que defendem a utilização e o comércio livre da erva é por ela se tratar de algo natural, sendo assim não ocasionaria danos graves a saúde, ao contrário do cigarro ou do álcool por exemplo. Além desse, existem também:
  • A diminuição do tráfico de drogas nas grandes cidades, já que a venda se tornaria um comércio legal, com pagamentos de tributos, e poderia ser vendida em bares, lojas, conveniências, entre outros estabelecimentos.
  • A diminuição da utilização de menores e jovens para as vendas através do tráfico.
  • O Governo iria passar a investir o dinheiro que utiliza em segurança pública e outros transtornos causados pela proibição do uso da maconha em outros fins. Além de começar a arrecadar impostos sobre a venda do produto.
  • Sabemos que o uso da maconha existe em larga escala, a droga é encontrada quase que facilmente por qualquer pessoa que queira comprar, isso seria feito apenas de uma forma não ilegal. Ou seja, seria apenas deixar de ser crime uma coisa que já existe.
  • Pesquisam indicam que o índice de dependência do uso da maconha é menor do que o do álcool e do cigarro, dessa forma deixaríamos de ter viciados para ter apenas usuários.
  • Pesquisas sobre as propriedades da maconha passariam a ser liberadas, ajudam assim ao desenvolvimento de tratamentos médicos.
  • Diminuição da corrupção de policiais, políticos e outras pessoas que se beneficiam com a ilegalidade cobrando taxas para facilitar a venda da maconha.
  • Assim como outros produtos, a maconha passaria por um processo de avaliação por órgãos de defesa do consumidor, para que a substância vendida fosse realmente natural e não possuísse misturas.
  • A liberação em outros países vem com que o consumo diminuisse, ao contrário do que muitos pensavam.

Argumentos Contra


1- Saúde

Por mais que os usuários digam que a maconha só lhes faça bem, não é isso que aponta a medicina. Os males que a maconha traz são tantos que nem vou discorrer sobre eles. Vejam abaixo os principais:
2- Circulação
Da mesma forma que o Estado pode proibir a circulação de um remédio que faz mal a saúde de seus cidadãos, pode também proibir a venda da maconha, posto que ela provoca males a saúde de seus consumidores. No final das contas, é no sistema público que a maioria desses usuários irá se tratar das doenças adquiridas pelo seus uso da cannabis.
3- Liberdade individual
Como qualquer um que lê esse blog já deve ter notado, sou um defensor ferrenho da liberdades individuais. Sendo assim, cada um tem o direito de fazer o que quiser com seu próprio corpo contanto que não afete a terceiros.
O problema da descriminalização das drogas é que ela implicaria numa clara afetação de terceiros, que seriam possivelmente prejudicados com a mudanças sociais e econômicas advindas pela descriminalização. É bom deixar claro que o usuário atualmente, mesmo fazendo o que quer com seu corpo quando consome a maconha, acaba alimentando toda uma cadeia criminosa que já prejudica milhares de terceiros.
4- Fracasso na Holanda
Em primeiro lugar, a Holanda nunca legalizou completamente a venda de drogas. Na Holanda, o consumo APENAS em locais determinados é permitido, desde que com apresentação de carteirinha. A legislação está sendo revista. Reduzem-se as quantidades criminalizáveis. Proíbe-se o turista de comprar. E se inicia um processo de definição de maconha de alta intensidade tóxica, para proibi-la. A tendência é restringirem cada vez mais.
5- Turismo
É comum que turista vão para Holanda apenas para consumir drogas. O ambiente permissivo acaba provocando situações interessantes. Dentro dos estabelecimentos credenciados(coffee shops) o turista só encontra a cannabis aprovada pelo governo, mas basta colocar o pé pra fora dali para que lhe seja oferecido estasy e outras drogas ilícitas. Como é possível crer que legalizando uma droga o consumo de todas as outras não será aumentado?
6- Impacto social
Hoje é comum vermos pais colocando cerveja na chupeta de seus filhos. Todos achamos a coisa mais normal do mundo quando uma pessoa fuma na frente de uma criança. O que não mensuramos é que uma criança não tem consciência para assistir um ato como esse, posto que pela identificação com o adulto em questão, pode adquirir desejo pelo hábito nocivo a sua saúde. O problema em descriminalizar a maconha é que esse mesmo fenômeno será replicado. Pais e adultos irão consumir livremente e muitas crianças podem ser influenciadas.
7- Hipocrisia
Todos falam que é uma hipocrisia que a maconha que faz tão pouco mal seja criminalizada enquanto a cerveja e o álcool, que matam e destroem tanto, sejam legais. Sinceramente, isso não é um bom argumento para a legalização da maconha mas sim para sermos a favor de medidas mais duras contra o cigarro e o álcool.
8- Crime
Todos sabemos que as drogas alimentam o tráfico, e que este alimenta a violência. Então vamos conjecturar que a maconha seja liberada para ser vendida na farmácia. É natural crermos que ninguém se arriscará subir a um morro para comprar aquilo que pode comprar na farmácia. Sendo assim, o tráfico de fato seria enfraquecido. No entanto, isso não acaba com a raíz do problema.
A falta do recurso da maconha de fato irá fazer com que muitos traficantes perdessem sua fonte de renda. Porém seria uma inocência nossa crer que todos esses prejudicados iriam virar pastor ou procurar um emprego. O que eles iriam fazer é migrar para outros crimes (sequestro, assalto, etc).
9– Venda residual
Em todo o mundo, a legalização de algo não estingue a clandestinidade. Ex: Nos EUA, as clínicas de aborto clandestinas não acabaram depois da legalização do aborto. Na Alemanha, o número de prostitutas de rua também não diminuiu depois da legalização da prostituição. Isso ocorre porque a legalização de algo quase sempre aumenta sua demanda. Logo, um jovem de 18 anos que não possa por algum motivo comprar sua sagrada cannabis na farmácia vai continuar recorrendo a um traficante.
10- Legalização e consumo
Muito se fala da Lei Seca. A realidade é que seu fim fez com que houvesse o aumento do consumo de bebida. Entendam: a demanda por bebida continuou a mesma, o que mudou foi a oferta. Logo, legalizar acarretaria em mais consumidores e mais gastos com saúde.
11- Porta para outras drogas
A maconha é sim porta para outras drogas mais pesadas. Muitos (não todos e também não são a maioria) dos usuários, em busca de sensações alucinógenas mais diversas acabam experimentando outras substâncias.
12- Efeito alucinógeno
Pensemos no Joãozinho, usuário da legalizada cannabis. De manhã ele fuma sua dose diária de maconha, ficando menos produtivo para o trabalho. Depois disso se dirige ao seu carro para mais um longo trajeto em direção ao seu serviço. Ainda sob efeito do alucinógeno, bate com o carro e mata um inocente. Como fazer o teste do bafômetro no Joãozinho? Qual seria a dose máxima que ele poderia fazer uso?
13- Inflação
Como todos sabemos, plantar cannabis, devido ao seu valor, é algo batante interessante para um agricultor. Imaginemos que nossos agricultores, de olho nos lucros advindos do mercado da maconha, resolvessem plantar maconha. Desta forma, deixariam de plantar arroz, feijão e outros alimentos para plantar a cannabis. Como a oferta de alimento seria reduzida e sua demanda não, o preço dos alimentos seria elevado, prejudicando os mais pobres ( pois eles destinam a maior parte de sua renda a alimentação).
14- Precedente
Legalizando a maconha só por causa de sua incidência alta criaríamos perigoso precedente, pois todo o ato criminalizado que tivesse uma grande incidência e apoio de setores da sociedade seria legalizado, independente de suas consequências para a coletividade.
15- Uso compulsivo
“A maior parte do uso da maconha é recreacional”, mas tem grandes chances de se tornar em uso compulsivo devido a dependência psicológica que ela pode causar. As drogas não escolhem as pessoas pelo seu poder aquisitivo, nem pelo nível cultural. A única maneira de afetar diretamente as causas fundamentais do uso de drogas é pela educação e prevenção. Qualquer nível de uso de drogas lícitas e ilícitas pode levar à dependência.

16–Prevenção

O mercado de drogas é comandado pela demanda e milhões de pessoas demandam drogas atualmente ilegais. Se a produção, suprimento e uso de algumas drogas forem descriminalizados, o suposto vazio que é preenchido pelo crime organizado sofrerá uma migração para o contrabando, ou seja, a atuação criminosa não deixará de existir. Os lucros neste mercado são de bilhões de dólares. A legalização não tem o poder de forçar o crime organizado a sair do comércio de drogas, sua renda continuará com o contrabando e a regulação e controle do mercado não resolverão o problema do comércio ilegal e não passarão de uma grande falácia. Como exemplo claro disto temos a venda ilegal de maconha na Holanda, que apesar dos “coffee shops”, não parou. O mercado internacional de drogas pode ser enfraquecido se menos pessoas consumirem drogas, isso só será alcançado através da prevenção.

 17 – Aumento do uso

Entre alguns jovens, o uso ilegal da droga é visto como normal. Já em alguns lugares, a polícia faz total vista grossa a venda de drogas. Como resultado dessa “legalização” vemos vidas destruídas e criminalidade. Intensificar a guerra contra as drogas somente pela repressão não está reduzindo a demanda, são necessários mais investimentos na prevenção dos males causados pelo uso das drogas hoje ilegais. A legalização aceita que o uso da droga é normal e que é uma questão social e não uma questão de justiça criminal, no entanto o uso de drogas é normal apenas para algumas pessoas e é preciso vê-la como um problema de saúde pública com todas as suas conseqüências. Cabe a nós decidirmos como vamos lidar com isto. O problema do uso de drogas evoluiu muito. Se condenações judiciais não são a solução, os cuidados médicos e a prevenção ainda são o melhor caminho.

18- Redução de danos

”A proibição conduziu à estigmatização e marginalização dos usuários de drogas. Os países que adotam políticas ultra-proibicionistas têm taxas muito elevadas de infecção por HIV entre usuários de drogas injetáveis. As políticas de redução de danos estão em oposição direta às leis de proibição”. Nesse sentido torna-se mais evidente a necessidade de informação “aberta, honesta e verdadeira”. A prevenção, num contexto de proibição, ainda é o melhor caminho em relação à legalização. Há também uma necessidade explícita de uma maior acessibilidade dos dependentes aos serviços de saúde pública e às redes voltadas à atenção psicosocial.

 19 – Interesses financeiros

“O mercado de drogas ilegais representa cerca de 8% de todo o comércio mundial (em torno de 600 bilhões de dólares ano). Países inteiros são comandados sob a influência, que corrompe, dos cartéis das drogas”. A legalização não faria com que estes cartéis desistissem do seu rentável negócio, ou mesmo dissuadisse os pequenos traficantes a mudar de ramo, dizemos isso baseados na experiência da Holanda, em que pequenos “drug dealers” fazem seu comercio nas portas dos fundos da “coffee Shops”. A migração para o contrabando seria um caminho natural desses grupos criminosos e pequenos traficantes. Os impostos seriam escoados nas atividades ilegais e, portanto, a legalização não geraria impostos suficientes para ações que visassem a prevenção e, não diminuiria o alto nível de corrupção que há no Brasil. As nações estrangeiras ainda seriam reféns da produção de drogas dessas “nações produtoras”, uma vez que elas ainda seriam as principais fornecedoras.

Clique na imagem para ampliar!

Fontes:

http://acidblacknerd.wordpress.com/2013/07/24/20-motivos-para-ser-contra-a-descriminalizacao-da-maconha/
http://br.livra.com/item/legalizacao-da-maconha-no-brasil-pros-e-contras/210289538/
http://www.linkatual.com.br/legalizacao-maconha.html

Veja também:.

1. Como deixar de fumar maconha

Share

Como deixar de fumar maconha

A maconha, assim como qualquer droga, pode desestabilizar todas as áreas da vida da pessoa, como a estrutura familiar, social,profissional, mental, física, emocional e espiritual. Veja algumas dicas importantes para você se livrar o uso da maconha! 




Primeiro Método: Parando sem Rodeios


1 – Jogue fora tudo o que envolver a maconha.

 Você provavelmente não se sentirá tentado ao livrar-se daquilo que pode lhe fazer voltar a fumar.
de lixo discreto, primeiro.)

2 – Deixe clara a sua decisão para os que o apoiam. 


Conte à família e amigos confiáveis sobre sua decisão, e peça para que o ajudem a largar o vício. Eles provavelmente ficarão bastante animados em colaborar.
Isto é especialmente importante se quiser permanecer próximo a pessoas que são fumantes ativos. Diga que não deseja que eles deixem de fumar, mas que você não se sentirá bem caso tentem forçá-lo a manter o vício. Pense seriamente se a pessoa que quer fazê-lo continuar a fumar é realmente importante em sua vida e se ele/ela respeita suas escolhas.


3 – Prepare-se para a abstinência. 


O bom é que isso é temporário: a abstinência de maconha começa 1 dia após a desistência, atingindo seu pico após 2 ou 3 dias e sumindo após 1 ou 2 semanas. O ruim é que existem sintomas. Talvez você não passe por nenhum deles, mas talvez passe por todos. O importante é ter um plano e lugar para passar por isso. Indicaremos algumas sugestões para amenizar alguns sintomas comuns:

Insônia: Evite o consumo de cafeína durante os primeiros dias. Durma ao primeiro sinal de sono ou cansaço durante a noite.

Falta de apetite: Você pode se sentir nauseado no início. Tente comer alimentos leves e de fácil digestão: bananas, arroz, torradas, aveia e maçãs.

Irritabilidade: Você terá alterações de humor durante a abstinência, alternando entre pura raiva e tristeza absoluta em questão de minutos. Planeje-se para isso antes da hora. Quando acontecer, acalme-se e permaneça consciente da situação. Diga para si mesmo que “A culpa não é minha e nem do que estou fazendo. É apenas a abstinência.” Repita quantas vezes for necessário.

Ansiedade: O nervosismo é um sintoma comum da abstinência de qualquer droga. Quando tiver tempo livre, feche os olhos, respire profundamente e lembre-se que o que está sentindo é temporário.


4- Encontre uma atividade substituta.


Ao invés de usar drogas, dedique seu tempo livre a um esporte ou hobby. Tente fazer algo rápido e fácil – como tocar violão ou caminhar. Faça isso quando sentir vontade de voltar a fumar.

5- Mantenha-se sobre controle. 


O pior da abstinência deve acabar em uma semana ou duas, e todos nós já ouvimos que qualquer coisa passa após três semanas. Após um mês, você deverá estar livre de seu vício. Talvez esse tempo parecerá, para você, uma eternidade, mas tente se lembrar que ele não é assim tão longo.
Planeje uma pequena festa para comemorar o seu primeiro mês sem maconha. Ter uma linha de chegada pode lhe manter no caminho. Use isso como uma pequena recompensa para si mesmo.

Segundo Método: Largando o Vício Gradualmente


1 – Estabeleça uma chegada para seu caminho em direção à liberdade.


Marque para entre 2 semanas ou um mês; um tempo curto o suficiente para se manter o foco e longo o suficiente para não desanimá-lo.

2 – Crie um processo gradual. Planeje o quanto usará entre agora e sua data limite.


Tente fazer disso um plano linear – por exemplo, no meio do caminho entre hoje e a data limite, você deverá estar usando apenas metade do que está usando agora.
Anote seu plano em um calendário, marcando o quanto será consumido em cada dia. Apegue-se a isso. Coloque o calendário em um lugar onde possa ser visto diariamente. Pode ser perto da geladeira ou do espelho do banheiro.


3 – Prepare as porções diárias antes de começar. 


Em vez de confiar no momento, planeje previamente as porções que serão consumidas. Assim, você não tem de pensar nelas – você simplesmente tem de consumir o que já está pronto para tal dia.

4 – Encontre distrações. Você gastará cada vez menos tempo ao parar de fumar maconha. 


Busque por atividades que possam ser feitas após parar de fumar. Faça a transição gradualmente e você não sentirá a diferença de tempo.



Terceiro Método: Procurando Ajuda Profissional


1 – Visite um psiquiatra para obter ajuda farmacológica. 


Um clínico geral ou um doutor em osteopatia podem prescrever medicações próprias para o combate ao vício. Certifique-se de estar firme na decisão de desistir antes de marcar uma consulta. Além de caro, o médico provavelmente não irá querer consultá-lo novamente caso você esteja continuamente relapso.


2 – Consulte um terapeuta. 


Se existem segredos que o levam ao uso de maconha – como depressão ou ansiedade –, falar com tal tipo de profissional pode ser de grande ajuda. Se possível, tente encontrar alguém especializado em casos de vício.

Procure por diferentes modalidades.


Existem muitas modalidades, ou tipos, de terapia, que podem ser mais ou menos apropriadas para seu vício. Terapia pela fala é a mais comum, mas você também pode investigar terapias cognitivo-comportamentais.


3 – Junte-se a um grupo de apoio. 


Se está difícil desistir da maconha por conta própria por causa de pressão social ou falta de confiança, um grupo de apoio pode ser a resposta.
Os Narcóticos Anônimos atuam em diversos países, garantindo admissão e encontros gratuitos. Procure online por grupos próximos.


4 – Procure por clínicas de reabilitação. 


Se nada houver funcionado e se seu vício estiver prejudicando sua saúde e sua felicidade, então talvez seja hora de procurar pela ajuda extrema de uma clínica de reabilitação. Tente, primeiro, todas as opções disponíveis. As clínicas de reabilitação são caras e complicadas, e não devem ser vistas como uma solução simples. Procure uma caso não haja mais escolhas.



Dicas


Tente a autossugestão. Pense repetidamente “Vou deixar de fumar maconha”.
Vinte minutos de exercícios durante períodos intensos de abstinência podem aliviar os sintomas.
Procure por sites na internet que contenham informações sobre o uso e dependência da Cannabis. Ler sobre as experiências dos outros pode ajudá-lo a ter uma ideia de como combater o vício.
Você tem de querer desistir antes de poder. Mensure os benefícios de largar a maconha com os benefícios de consumi-la; encontre dados sobre sobriedade, tornando-a num objetivo.

Viva Livre, pois a verdadeira liberdade é não depender de nada e de ninguém para viver! 

BOA SOBRIEDADE A TODOS!

Fontes:

http://www.drugabuse.gov/publications/drugfacts/marijuana
http://www.drugabuse.gov/publications/drugfacts/marijuana
http://www.drugabuse.gov/publications/drugfacts/marijuana
http://en.wikipedia.org/wiki/Cannabis_dependence
http://www.psychologytoday.com/blog/the-teenage-mind/201012/is-marijuana-addictive

Veja também:


Share

Maconha – Efeitos Colaterais

O consumo da maconha, assim como o de outras drogas, pode causar uma variedade de efeitos colaterais ao usuário, tanto de curto quanto de longo prazo, com intensidade que pode variar de acordo com o grau e tempo de exposição do usuário com a droga. Saiba mais…


Quais são os efeitos de curto prazo?


Os efeitos de curto prazo da maconha incluem problemas de memória e aprendizado, percepção distorcida (visões, sons, tempo, toque), problemas com raciocínio e resolução de problemas, aumento de apetite, perda da coordenação motora, paranóia, sonolência, tremores, diminuição da pressão arterial, vermelhidão nos olhos, reflexos lentos, aumento de batimentos cardíacos, e ansiedade. Esses efeitos são ainda maiores quando outras drogas são misturadas com a maconha. O usuário também pode ter sensação de secura na boca e garganta.

Quais são os efeitos de longo prazo?


A fumaça da maconha possui algumas das mesmas substâncias causadoras de câncer que o tabaco, algumas vezes em concentrações maiores. Estudos mostram que alguém que fume cinco baseados por semana possa estar ingerindo o mesmo tanto de químicos carcinógenos que alguém que fume um maço inteiro de cigarros por dia.

O uso prolongado da droga também pode aumentar o risco de infecções pulmonares e problemas respiratórios em geral.

Todos estes efeitos colaterais surgem quando a planta é utilizada indevidamente, sem orientação médica e em quantidades superiores às necessidades do paciente.

O uso da maconha como fim medicinal é polêmico e não é autorizado no Brasil, por falta de pesquisas científicas que apontem a necessidade do uso específico desta planta para fins terapêuticos, visto que existem diversos outros medicamentos que podem ser utilizados para alcançar os mesmos objetivos.


Curso-Dependência de Maconha: como lidar? 

curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado aosprofissionais da área da saúdeeducação a pais de dependentes químicos e qualquer pessoa que desejar saber mais sobre a dependência de maconha!

Dependência de Maconha: como lidar?

Existem muitos relatos de pessoas que admitem não serem dependentes de maconha. Acontece que nem sempre é assim, algumas pessoas podem ficar dependentes de maconha.

A maconha causa dependência?

As pessoas que fumam maconha podem ficar dependentes sim!

Em 1993 nos Estados Unidos, mais de 100.000 pessoas que procuraram ajuda em programas de tratamento apontavam o seu uso de maconha como causa da necessidade do tratamento.

dependência química é progressiva porque avança, ou seja, vai se tornando cada vez mais grave com o passar do tempo. Aos poucos ela vai comprometendo todas as áreas da vida da pessoa e, naturalmente, se desenvolve fazendo com que o indivíduo necessite de maiores quantidades em maior frequência para obter o mesmo efeito que tinha antes, ou seja, dosagens cada vez maiores. Chamamos esta progressão de tolerância orgânica.

Alguns dos consumidores frequentes podem desenvolver tolerância à droga; frequentemente o usuário relata um aumento progressivo da quantidade de maconha que consome.

Assim, este cursos vai mostrar uma visão abrangente sobre a dependência de maconha, a fim de oferecer recursos para que os profissionais da saúde, educadores e pais de dependentes de maconha aprendam a lidar a dependência da maconha, que é uma realidade cada vez mais comum e presente nas nossas vidas.

Quem não tem ou nunca teve alguém na família ou um amigo ou parente que teve problemas com droga? 

Hoje, as drogas são uma realidade e está em todos os lugares, nas ruas, nas escolas, nos grupos de amigos e até na nossa família, e muitas vezes não percebemos que elas estão à nossa volta por falta de conhecimento. Este curso pode ajudar a percebê-las e a lidar com a situação!

Sobre o curso “Dependência de Maconha: como lidar?”


O curso “Dependência de Maconha: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos ou a quem esteja interessado em expandir seus conhecimentos e aprender informações atuais e práticas sobre a dependência de maconha. O curso tem como objetivo responder perguntas frequentes a respeito dessa doença, esclarecendo questões importantes para aqueles que convivem ou trabalham com indivíduos que sofrem desse problema.

Professores

Aline Baptistão- Psicóloga CRP 06/94648, Ana Carolina Schimidt – Psicóloga CRP 06/99198 e Dr. Hewdy Lobo Ribeiro CREMESP 114681.

Dependência de Maconha: como lidar?


Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco:
sossobriedade@gmail.com



Veja também:

Share

Sintomas da ressaca

O que é ressaca? Quais são seus sintomas?

A ressaca é resultado de um consumo excessivo de álcool que intoxica o organismo, e se caracteriza por uma combinação de sintomas desagradáveis. Estes resultam do próprio efeito fisiológico do álcool no cérebro e nos outros órgãos do corpo; e do efeito tóxico de outros componentes presentes nas bebidas alcoólicas, especialmente o metanol. 


Sintomas da Ressaca

Classe de Sintomas Tipo
Constitucional Cansaço, fraqueza e sede
Dor Cabeça e músculos
Gastrointestinal Náusea, vômito e dores de estômago
Sensório Vertigem e maior sensibilidade à luz e som
Cognitivo Diminuição da concentração e da atenção
Humor Depressão, ansiedade e irritabilidade


O surgimento de um ou mais destes sintomas e sua intensidade irá variar de pessoa para pessoa e de acordo com a quantidade de álcool ingerida, da ocasião e do estado geral de saúde e mental da pessoa. 

Os sintomas descritos acima têm origens diversas:

1. Desidratação: o consumo de álcool pode induzir a pessoa a urinar em demasia, vomitar e ter diarréia. Estes sintomas são responsáveis por uma perda excessiva de liquido, podendo provocar desidratação. Esta está associada a dor de cabeça e sede.

2. Irritação gastrointestinal: o álcool irrita diretamente o estomago e o intestino; e aumenta a produção de sucos gástricos e secreções do pâncreas e do intestino. Qualquer um destes ou todos estes fatores podem resultar em dor abdominal, náusea e vômitos, que são sintomas da ressaca.

3. Hipoglicemia: o consumo excessivo de álcool também pode resultar em uma baixa dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia) contribuindo para diversos sintomas da ressaca, como: cansaço, fraqueza e alteração do humor.

4. Alterações do sono: o álcool também atrapalha o sono normal, provoca relaxamento dos músculos da garganta podendo provocar ronco e apneia (parada respiratória temporária).

5. Intoxicação por outros componentes além do álcool: a maioria das bebidas alcoólicas é composta por outros componentes biológicos ativos (como o metanol) que influenciam o sabor, o cheiro e a aparência da bebida, e podem também contribuir para os sintomas da ressaca.


Fonte: Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas) / NEAD – Núcleo Einstein de Álcool e Drogas do Hospital Israelita Albert Einstein


Veja também:



Share

Sintomas de abstinência

álcool e drogas
Sintoma de abstinência ou Síndrome de abstinência é o “conjunto de modificações orgânicas que se dão em razão da suspensão brusca do consumo de droga geradora de dependência física e psíquica, como o álcool, a heroína, o ópio, a morfina, etc.” 1 Caracteriza—se em geral por alucinações e crises convulsivas. Saiba mais…





A definição da Wikipédia, a enciclopédia livre explica claramente que os sintomas abstinência são reações orgânicas, causada pela dependência química, no contexto físico e psíquico, e que pode causar sérias perturbações ao organismo dependente, desde alterações comportamentais até sensações físicas.


Os sintomas de abstinência são a evidência mais palpável da presença da dependência. Quase todas as drogas são capazes de desencadear sintomas de abstinência. Basicamente existem alguns sintomas que são o sofrimento mental, o sofrimento físico e o mal-estar, mas a intensidade dos sintomas é progressiva. Inicialmente são predominantemente
psíquicos: fissura pela droga, ansiedade, sintomas depressivos (desânimo, lentificação…),irritação, piora da concentração e insônia. Na medida em que a dependência aumenta, aumenta também a magnitude dos sintomas. Entre os sedativos podem surgir sintomas físicos, tais como tremor, suor difuso, palpitações cardíacas, aumento da temperatura do corpo, náuseas e vômitos, podendo chagar até a quadros de confusão mental (delirium).

A Síndrome pode se dividir em: SAA – Síndrome de Abstinência Aguda e a SAD – Síndrome de Abstinência Demorada. A primeira pode ocorrer na ausência do composto viciante entre 3 a 10 dias do último uso, já a segunda se difere nos sintomas, que podem ser visualizados entre a sobriedade do indivíduo ocorrendo no intervalo de meses ou até anos após o uso.


Alguns sintomas provenientes da SAD são: mente confusa, problemas de coordenação motora, problema de memória, reação emocional exagerada ou apatia e distúrbio do sono ou alteração. A SAD, portanto, é a mais severa e preocupante, pois dela pode resultar danos cerebrais importantes e até mesmo recaídas.


Fontes: 

Veja também:

Share

Metanfetamina – Efeitos chocantes

O uso de a metanfetamina (MA), a droga que estimula o sistema nervoso central, é altamente viciante e pode trazer graves efeitos colaterais, destruindo a saúde física e mental dos usuários. Saiba mais…




 Independente de serem jovens, idosos, mulheres ou homens, ninguém está imune às consequências, que envolvem desde a perda de músculos a fortes alucinações. O uso de metanfetamina foi proibido em vários países, inclusive no Brasil. O site Rehab apontou os principais problemas e reuniu casos reais de dependentes de metanfetamina.

Diferenças entre anfetaminas:

As a anfetaminas em geral são substâncias estimulantes da atividade do sistema nervoso central, isto é, fazem o cérebro trabalhar mais depressa, deixando as pessoas mais “acesas”, “ligadas” com “menos sono”, “elétricas”, de acordo com informações do Ministério da Saúde do Brasil.

Nos EUA, a metanfetamina tem sido consumida na forma fumada em cachimbos e recebeu o nome de “ice” (gelo, em inglês). Outra anfetamina, metilenodióximetanfetamina (MDMA), também conhecida pelo nome de “ecstasy”, tem sido uma das drogas com maior aceitação pela juventude.

Efeitos no corpo:

Pele: a metanfetamina piora a acne. Entre os usuários, também é comun o surgimento de feridas e cicatrizes causadas por coceiras, resultado de uma alucinação frequente, em que há a sensação de insetos andando pelo corpo.

Músculos: assim como outros estimulantes, a metanfetamina tira o apetite e pode levar à desnutrição, já que os usuários ficam longos períodos sem comer. Com o tempo, o corpo consome o tecido muscular e a gordura facial, dando um aspecto muito magro e um rosto “esburacado”.

Dentes e gengivas: os esmaltes dos dentes é visivelmente danificado com substância químicas da droga, ea falta de higiene é frequente entre usuários. Alén disso, os vasos sanguíneos na região das gengivas tendem a encolher, o que diminuiu a produção de saliva e leva ácidos prejudiciais a danificarem a boca.



Envelhecimento: a combinação de problemas de pele, perda de músculos faciais e negligência com a higiene transformam a aparência do usuário de maneira surpreendente.

Vejam estas imagens chocantes e do poder de destruição desta droga:











Share

Cocaína – Efeitos

Erythroxylon coca é uma planta encontrada na América Central e América do Sul. Essas folhas são utilizadas, pelo povo andino, para mascar ou como componente de chás, com a função de aliviar os sintomas decorrentes das grandes altitudes. Entretanto, uma substância alcaloide que constitui cerca de 10% desta parte da planta, chamada benzoilmetilecgonina, é capaz de provocar sérios problemas de saúde e também sociais. Saiba mais…

Na primeira fase da extração do alcaloide, as folhas são prensadas em ácido sulfúrico, querosene ou gasolina, resultando em uma pasta denominada sulfato de cocaína. Na segunda e última, utiliza-se ácido clorídrico, formando um pó branco. Assim, neste segundo caso, ela pode ser aspirada, ou dissolvida em água e depois injetada. Já a pasta é fumada em cachimbos, sendo chamada, neste caso, de a crack. Há também a merla, que é a a cocaína em forma de base, cujos usuários fumam-na pura ou juntamente com a maconha.
Atuando no Sistema Nervoso Central, a cocaína provoca euforia, bem estar, sociabilidade. Pelo fato de que nem sempre as pessoas conseguem ter tais sensações naturalmente, e de forma intensa, uma pessoa que se permite utilizar esta substância tende a querer usar novamente, e mais uma vez, e assim sucessivamente.

O coração tende a acelerar, a pressão aumenta e a pupila se dilata. O consumo de oxigênio aumenta, mas a capacidade de captá-lo, diminui. Este fator, juntamente as com arritmias que a substância provoca, deixa o usuário pré-disposto a infartos. O uso frequente também provoca dores musculares, náuseas, calafrios e perda de apetite.

Como a cocaína tende a perder sua eficácia ao longo do tempo de uso, fato este denominado tolerância à droga, o usuário tende a utilizar progressivamente doses mais altas buscando obter, de forma incessante e cada vez mais inconsequente, os mesmos efeitos agradáveis que conseguia no início de seu uso. Dosagens muito frequentes e excessivas provocam alucinações táteis, visuais e auditivas; ansiedade, delírios, agressividade, paranoia.

Este ciclo torna-o também cada vez mais dependente, fazendo de tudo para conseguir a droga, resultando em problemas sérios não só no que tange à sua saúde, mas também em suas relações interpessoais. Afastamento da família e amigos, e até mesmo comportamentos condenáveis, como participação de furtos ou assaltos para obter a droga são comuns.
Além de provocar, em longo prazo, comprometimento dos músculos esqueléticos, existem ainda os agravantes recorrentes da forma de uso. Cocaína injetável, por exemplo, pode provocar a contaminação por doenças infecciosas, como hepatite e AIDS, e infecções locais. No caso daqueles que inalam, comprometimento do olfato, rompimento do septo nasal e complicações respiratórias, estas últimas também típicas dos fumantes, incluindo aí bronquite, tosse persistente e disfunções severas. Gestantes podem ter bebês natimortos, com malformações, ou comprometimento neurológico.
Romper com a droga é difícil, já que o indivíduo tende a se sentir deprimido, irritadiço, e com insônia. Assim, quando um usuário opta por deixá-la, deve receber bastante amparo e ser incentivado neste sentido. É necessária ajuda médica, tanto no processo de desintoxicação quanto tempos depois desta etapa.


Recomendamos o curso completo sobre como lidar com a Dependência de Cocaína e Crack! 

Comece agora!

Curso - Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?Curso – Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?

O curso “Dependência de Cocaína e Crack: como lidar?” é direcionado ao público geral, desde profissionais da área da saúde, educação a pais de dependentes químicos. 

Curso de fácil compreensão. Textos, vídeo aula, vídeos sobre o tema, textos complementares e questionários. 


Mais informações >>


cocaína – efeitos  

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

Veja também:

1. Cães ajudam na reabilitação de dependentes químicos
2. Depoimento de um dependente químico
3. O que é a dependência química?

Share

A música no tratamento da dependência química

“A música é capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria”. Esta frase, atribuída ao compositor alemão Ludwig van Beethoven, resume bem a nossa convivência com a música: há aquelas que nos faz sorrir e nos alegra. E há melodias para os dias tristes. Podemos expressar os mais variados sentimentos através da música e isso pode ser utilizado em forma terapêutica, também chamada de musicoterapia.
Há diversas pesquisas que comprovam que a música pode ser uma grande aliada no tratamento de diversas doenças, inclusive a dependência química. “Na prática clínica podemos observar os benefícios de outras áreas do conhecimento contribuindo para recuperação do dependente químico como, por exemplo, a musicoterapia e atividade física”, explica a psicóloga Ana Laura Parlato, especialista em dependência química e diretora terapêutica da Clínica Viva.

A dependência química envolve diversas questões que precisam ser tratadas, por isso, apenas a musicoterapia não resolve

Ana Laura explica que a música contribui para que o dependente químico possa relaxar, praticar a espiritualidade e utilizá-la como estímulo para se distrair, evitando pensamentos obsessivos em relação ao uso de drogas. Com a música também é possível desenvolver a capacidade de atenção e concentração, diminuir a ansiedade e encorajar comportamentos saudáveis.
A dependência química envolve diversas questões que precisam ser tratadas, por isso, apenas a musicoterapia não resolve. É o que chamamos de doença multifatorial. No tratamento, a música é um coadjuvante opcional, assim como a atividade física, arteterapia, entre outras opções. “Para que o tratamento seja eficaz, é necessário diversas técnicas e procedimentos. Por isso é necessário uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, psicólogos, professores, nutricionista, enfermeiros e assistência social”.
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS!
Share

Facebook quase sai do ar no Brasil após denúnica de postagens!

Facebook acata ordem judicial e tira ‘briga de vizinhos’ no ar
Empresa diz ter cumprido decisão da Justiça e excluiu conteúdos relacionados ao bate-boca entre dentista e a apresentadora de TV Luize Altenhofen

    Luize Altenhofen, com outros dois cães da raça: Ring, alvo das denúncias, atacou e foi atingido com uma barra de ferro na       cabeça (Antonio Milena)

O Facebook cumpriu a ordem judicial emitida pelo juiz Régis Rodrigues Bonvicino, da 1ª Vara Cível de São Paulo, e retirou na noite desta quinta-feira as 22 postagens consideradas ofensivas pelo dentista Eudes Gondim Junior. O conteúdo é relacionado ao bate-boca entre o usuário e uma de suas vizinhas, a apresentadora de televisão Luize Altenhofen — a modelo acusa Gondim Junior de ter agredido seu cachorro. O Facebook tinha um prazo de 48 horas, definido pela Justiça nesta quarta-feira, para que o material fosse excluído sob pena de a rede ser retirada do ar no Brasil.

Segundo apurou a reportagem do site de VEJA, o pedido só foi aceito depois dos advogados do dentista enviarem à rede social o link com os conteúdos considerados ofensivos. “Uma vez informado o conteúdo ilegal em questão, a ordem judicial foi cumprida”, informou a empresa, por meio de sua equipe de comunicação.
A confusão entre os dois teve início em janeiro, quando a apresentadora de TV Luize Altenhofen afirmou em perfis no Twitter e Facebook que seu cachorro fora agredido pelo dentista. Reportagem de VEJA São Paulo publicada naquele mês contou a história. Na versão de Gondim Junior, o cão de Luize invadira sua casa e, para defender-se, ele atacara o animal; Luiza disse que o ataque se dera sem razão aparente. Em abril, o dentista acionou a apresentadora na Justiça acusando-a de causar “danos irreparáveis”.
Segundo os advogados da apresentadora, os comentários ofensivos postados na mídia social que devem ser excluídos pelo Facebook por ordem judicial foram desferidos por usuários da rede que se sensibilizaram com a história de agressão do seu animal de estimação. “Luize não possui nenhum vínculo com esses usuários”, afirmaram.
No despacho desta quarta-feira, o juiz afirmou que o Facebook deixou de cumprir ordem anterior para remover o conteúdo, datada de 8 de abril. Dois meses depois, o magistrado reiterou a determinação, mas a empresa informou não ter condições de realizar a ação por não gerenciar a infraestrutura do site — sob controle da empresa nos Estados Unidos e Irlanda. De acordo com os documentos presentes no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, Bonvicino considerou a atitude da companhia uma afronta à soberania nacional. “O Facebook não é um país soberano superior ao Brasil”, disse.

Share

Dependência emocional – Muletas psicológicas

Por se sentirem fragilizados, muitos indivíduos estabelecem uma relação de dependência com outras pessoas ou até mesmo objetos.

Essas “muletas psicológicas” podem trazer conforto, mas, às vezes, são sinal de que algo vai mal.

Nesses casos, a terapia é o tratamento indicado.


Da mesma forma como as pessoas que têm alguma dificuldade para andar necessitam de algum suporte, como uma bengala, ao deparar-se com uma situação difícil, o ser humano procura se firmar em algo ou alguém para conseguir superar a fase complicada.


Assim como o bastão, essas “muletas psicológicas” amparam quem não consegue seguir a vida com as próprias pernas.


Por encontrar-se emocionalmente fragilizada, a pessoa tem dificuldades de tomar decisões por conta própria, criando uma relação de dependência com esse fator externo que a faz se sentir mais segura.

AS CARACTERÍSTICAS DA DEPENDÊNCIA EMOCIONAL.


Pessoas muito dependentes emocionalmente e fisicamente, sempre dependendo de outras pessoas para fazer qualquer coisa;
Notavelmente carentes, elas não conseguem viver só e estão sempre à procura de um relacionamento íntimo para se manter dependente;
Com freqüência, são submissos às pessoas por quais mantêm um laço afetivo, podendo demonstrar muita empatia ou altruísmo por outras pessoas e pouca preocupação consigo mesmo;
Não costumam contrariar as outras pessoas e emoções como raiva e desgosto freqüentemente são reprimidas e disfarçadas, pois têm medo excessivo em magoar o outro;
Com medo da perda e abandono, esses indivíduos pensam muito mais nas outras pessoas do que em si, deixando de fazer coisas que gostam, para satisfazer aos outros;
Propensos a envolverem-se em relacionamentos perturbadores, com tendências sado masoquistas, muitas vezes aceitando atitudes abusivas contra si.
E tem mais, insatisfação é constante e o sentimento crônico de tristeza é comum nessas pessoas, uma vez que tornam-se pessoas excessivamente submissas aos outros, muitas vezes deixando-se ser vítimas de maus tratos por parte de outras pessoas por quais mantêm dependência.
Geralmente, possuem medo de machucar o outro e têm dificuldade em romper tais relacionamentos.
Quando terminam, sentem-se culpados e freqüentemente partem desesperadamente em busca de um novo relacionamento.

EXEMPLOS DE DEPENDÊNCIA EMOCIONAL


Dependência de pessoas
Filhos que dependem das mães;
Maridos que dependem das esposas;
Esposas que dependem dos maridos;
Namorados que dependem da namorada e vise versa;
Pessoas que dependem dos seus companheiros;
Pessoas que dependem dos amigos;
Pessoas que dependem da família, familiares, irmãos, etc.
Dependência de objetos
Pessoas que dependem de automóveis;
Pessoas que dependem de álcool;
Pessoas que dependem das drogas;
Pessoas que dependem da religião;
Pessoas que dependem do dinheiro;
Pessoas que dependem da tecnologia (celular, vídeos, computadores, etc);
Pessoas que dependem da profissão, do emprego, da empresa, etc.

TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA EMOCIONAL


Existe tratamento, no entanto é bom que se saiba que o tratamento, no entanto, não é imediato.

Desprender-se da muleta psicológica de uma hora para outra não é fácil, porque, assim como alguém com problemas de locomoção pode cair ao soltar sua muleta, a pessoa emocionalmente abalada pode sofrer muito se perder seu apoio de uma hora para outra.

Para a pessoa não se sentir desprovida de repente, é preciso um trabalho de fortalecimento de personalidade, um resgate natural da autoconfiança.

Assim, é possível que ela deixe as dependências, seja do álcool, das drogas ou do companheiro.

A psicoterapia analítica normalmente é muito útil para pessoas com dependência emocional.

O comportamento pode ser trabalha pelo psicólogo e em alguns casos, usa o psiquiatra para o uso de medicação para tratar sintomas outros, menos para curar a pessoa da dependência.

PREVENÇÃO QUE PODEM EVITAR A DEPENDÊNCIA EMOCIONAL TANTO DE PESSOAS COMO DE OBJETO


Uma autoavaliação para verificar se existe uma predisposição para a DEPENDÊNCIA EMOCIONAL que pode ser feita através de um pequeno questionário:


• Algumas pessoas gostam de tomar decisões. Outros preferem ter alguém que confia para orientá-los. Qual você prefere?
• Você procura o conselho para as decisões cotidianas? (As decisões que você toma entendida pelo praticante?)
• Você encontra-se em situações em que outras pessoas fizeram decisões sobre as áreas importantes de sua vida, por exemplo, o trabalho que tomar? Que sintomas você tem que eles não entendem?
• É difícil para você expressar uma opinião diferente com alguém que está perto? O que você acha que aconteceria se você fizesse isso?
• Você costuma fingir que concorda com os outros, mesmo que não o faça? Por quê? Poderia trazer-lhe problemas se você discorda?
• Você muitas vezes precisa de ajuda para começar um projeto?
• Você já se voluntariou para fazer coisas desagradáveis para os outros para que eles pudessem cuidar de você quando você precisasse deles?
• Você está desconfortável ao estar sozinho? Você tem medo de que não seja capaz de cuidar de si mesmo?
• Você descobriu que está desesperado para entrar em outro relacionamento logo quando termina um relacionamento próximo? Mesmo que o novo relacionamento possa não ser a melhor pessoa para você?
• Você se preocupa com as pessoas sobre o importante em sua vida, esquecendo de si mesmo?
 

Outros cuidados:

Os pais devem incentivar os filhos a uma independência sadia, desde cedo, evitando assim a dependência que muita vezes é estimulada pelos pais;
As pessoas devem encarar:
Aa realidade do ganhar e perder;
Da possibilidade de ter e não ter;
De estar acompanhado e de estar sozinho;
De realizar as coisas sozinhas;
De sair de casa sozinhas, etc.

Livre-se da dependência emocional de seu parceiro (a) 


Conheça o software mental que altera os padrões mentais e que trata da dependência emocional através da mudança de pensamentos  e comportamentos, tornando a pessoa emocionalmente livre!

  • GRÁTIS SOFTWARE MENTAL “TENHA UMA SUPER AUTOESTIMA” para os 50 primeiros compradores!

  • Assessoria comportamental online grátis com um coach hipnoterapeuta e psicólogo!


Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail:

sossobriedade@gmail.com

Fonte:  http://fernandesassis.blogspot.com.br/

Autor: FRANCISCO FERNANDES (DELFINO)

Share

SÓ POR HOJE – No nosso hoje o amanhã começa

Telefona!
“Receávamos que, se alguma vez revelássemos como de fato éramos, seríamos certamente rejeitados… mas os nossos amigos em NA ou A.A compreendem-nos.
Nós precisamos dos membros da irmandade – da sua experiência, da sua amizade, das suas gargalhadas, da sua atenção, e de muito, muito mais. No entanto, muitos de nós hesitam em telefonar ao padrinho ou madrinha, ou em visitar os amigos da irmandade. Não queremos impor a nossa presença. Pensamos em telefonar a alguém, mas não nos sentimos merecedores do seu tempo. Receamos que se eles viessem a conhecer-nos – a conhecer-nos realmente – iriam certamente rejeitar-nos. Esquecemo-nos de que os nossos amigos da irmandade são iguais a nós.
Não há nada que tenhamos feito nenhum lugar onde tenhamos estado, nenhum sentimento que tenhamos sentido, que não seja fácil a outros adictos em recuperação identificarem-se. Quanto mais permitimos aos outros que nos conheçam, mais os ouvimos dizer, “Estás no lugar certo. Estás entre amigos. O teu lugar é aqui. Bem vindo!”
Também nos esquecemos de que, tal como precisamos dos outros, também eles precisam de nós. Não somos os únicos a querer sentir que pertencemos, a querer experimentar o calor da amizade, a querer alguém com quem partilhar. Se nos isolarmos dos nossos amigos da irmandade, vamos privá-los de algo de que eles precisam, algo que só nós podemos dar: o nosso tempo, a nossa companhia, as nossas verdadeiras pessoas. Em Salas, os adictos em recuperação preocupam-se uns com os outros. O que nos espera do outro lado do telefone não é a rejeição, mas sim amor, calor e identificação da Irmandade. Faz esse telefonema!
Só por hoje: Em salas, estou entre amigos. Vou aproximar-me de outros na irmandade, dando e recebendo.
  
Recuperação em casa
“Conseguimos apreciar as nossas famílias de uma nova forma e podemos tornar-nos uma fonte de alegria para eles, em vez de um fardo ou um embaraço.
A nossa recuperação está brilhante, não está? Vamos a uma reunião todos os dias, passamos todas as noites com os nossos amigos da irmandade, e vamos todos os fins-de-semana a uma reunião de serviço.
Mas, se as coisas estiverem a desmoronar-se em casa, é porque não somos tão brilhantes assim. Achamos que as nossas famílias devem compreender-nos. Afinal de contas, já não estamos a usar drogas. Porque é que eles não reconhecem os nossos progressos? Não percebem como as nossas reuniões são importantes, ou o nosso serviço, ou o nosso envolvimento com a irmandade?
As nossas famílias não vão apreciar a mudança que NA está produzindo nas nossas vidas se nós não lhes mostrarmos. Se sairmos apressados para ir a uma reunião, tal como saíamos quando íamos usar drogas, o que é que mudou? Se continuarmos a ignorar as necessidades e os desejos dos nossos companheiros e dos nossos filhos, não conseguindo aceitar as nossas responsabilidades em casa, não estaremos “praticando estes princípios em todas as áreas das nossas vidas.”
Devemos viver o programa onde quer que estejamos, em tudo o que façamos. Se queremos que a vida espiritual seja mais do que uma teoria, temos de vivê-la em casa. Quando fazemos isso, as pessoas com quem partilhamos as nossas vidas irão certamente notar a nossa mudança e ficarão gratas por termos encontrado NA.
Só por hoje, Vou levar a minha recuperação comigo para casa.
Um Poder que nunca falha
À medida que aprendi a confiar neste Poder comecei a ultrapassar o meu medo de viver.
SOU uma pessoa acostumada a colocar todos os meus ovos na mesma cesta. Eu tinha uma determinada droga de escolha que era a minha favorita. Confiava nela para tornar cada dia minimamente suportável. Era fiel a essa droga; de fato, me entreguei a ela sem reservas. E ela depois me traiu. Fui traído pela única coisa de que alguma vez dependia, e essa traição me deixou perdido.
Agora que tropecei para dentro das salas de recuperação, pude sentir tentado a confiar noutro ser humano para ir ao encontro das minhas necessidades. Pude esperar isso do meu padrinho ou madrinha, do meu amor-próprio, ou do meu melhor amigo. Mas a dependência de seres humanos é arriscada. Eles estão um pouco aquém da perfeição. Podem estar em férias, dormindo, ou com uma má disposição, quando precisar deles. A minha dependência deve estar num Poder superior a mim mesmo. Não há força humana que possa repor a minha sanidade, cuidar da minha vontade e da minha vida, ou estar disponível incondicionalmente, e pronta a dar do seu amor, sempre que esteja necessitado.Coloquei a minha confiança no Deus da minha concepção, pois só esse Poder nunca me falhará.
Só por hoje, vou colocar a minha confiança num Poder superior a mim mesmo, pois só esse Poder nunca me abandonará.
Só por hoje, pensarei…
Só por hoje pude abrir minha mente e compreender
que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo,
na hora certa, (realidade).
Então pude relaxar.
Só por hoje pude perceber que meu
sofrimento emocional é um sinal
de que estou indo contra as minhas verdades.
Só por hoje parei de desejar e fazer apenas minhas vontades e (pedir) que a minha vida
fosse diferente, comecei a ver
que tudo o que acontece nela contribui
para o meu crescimento.
Só por hoje comecei a perceber como
é ofensivo tentar mudar alguma coisa
ou alguém, então entrego à Deus
( inclusive EU mesmo ).
Só por hoje comecei a me livrar de tudo
que não fosse saudável: pessoas, tarefas, lugares, hábitos,
crenças e qualquer coisa que
me pusesse pra baixo.
Minha razão chamou isso de egoísmo.
Mas só por hoje eu sei que é amor-próprio.
Só por hoje deixei de temer meu tempo livre
e desisti de fazer planos.
Só por hoje faço o que acho certo
e no meu próprio ritmo (vou com calma mas vou).
Só por hoje desisti de querer ter sempre razão, ser o dono da verdade
e com isso estou errando menos.
Só por hoje vou me lembrar do meu passado e desisti de ficar revivendo ele
e de me preocupar com o futuro.
Isso me faz viver só por hoje e me mantém limpo, no presente,
que é onde a vida acontece.
Só por hoje percebi que a minha mente doente
pode me trair, atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu coloco primeiro eu
a serviço do meu coração,
ela se torna uma grande e valiosa aliada
SÓ POR HOJE SOU GRATO À DEUS E PELA VIDA,
SÓ POR HOJE!
Desejo INFINITAS 24hs de aceitação à esta programação que vêm salvando milhares de vidas e famílias.


Share