Abstinência Alcoólica – Sintomas e tratamentos

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alcoolismosíndrome da abstinência alcoólica (SAA) consiste em um grupo de sintomas que um indivíduo apresenta quando há uma interrupção abrupta da ingestão de bebida após o consumo em excesso da mesma por um longo período de tempo.
Saiba mais…


Esta síndrome é mediada por diferentes mecanismos. O equilíbrio neuroquímico cerebral é mantido pelos neurotransmissores excitatórios e inibitórios. O principal neurotransmissor inibitório é o GABA, que atua através do neurorreceptor GABA-A. Já o principal neurotransmissor excitatório é o glutamato, que tem como neurorreceptor o N-metil-D-aspartato (NMDA).


sintomas do alcoolismoO álcool leva ao aumento do efeito do GABA no neurorreceptor GABA-A, ocasionando uma excitabilidade cerebral global diminuída. A constante exposição ao álcool (exposição crônica) resulta em uma diminuição compensatória da respostado GABA no neurorreceptor GABA-A, percebida pelo aumento da tolerância dos efeitos do álcool.
As manifestações clínicas desta síndrome variam desde leve até muito grave, podendo levar à morte. Os sintomas costumam aparecer logo ao acordar, uma vez que há a diminuição da concentração de álcool na corrente sanguínea durante o sono. A severidade da sintomatologia também fica na dependência de fatores como idade, genética e, a mais importante, o grau de consumo de álcool e tempo de uso do mesmo.
Dentre as manifestações clínicas estão:
  • Agitação,
  • Alucinações;
  • Anorexia;
  • Ansiedade e ataques de pânico;
  • Confusão;
  • Catatonia;
  • Tremores;
  • Fraqueza;
  • Depressão;
  • Excessiva sudorese;
  • Alterações de humor;
  • Diarreia;
  • Cefaleia;
  • Hipertensão;
  • Insônia;
  • Náuseas e vômitos;
  • Palpitações;
  • Taquicardia;
  • Convulsões e morte.
O diagnóstico da SAA é clínico, sendo feito quando há o surgimento de alguns dos sintomas citados acima, após o indivíduo suspender o uso de álcool, quando o mesmo consome esta substância em excesso por muito tempo. Não existe um exame específico para diagnosticar esta síndrome. Contudo, o médico deve solicitar alguns exames de sangue para verificar os danos causados pelo álcool ao fígado, coração, nervos dos pés, células sanguíneas e sistema gastrointestinal.

Para um diagnóstico correto é imprescindível que o paciente seja honesto com o médico quanto ao exacerbado consumo de álcool.
O tratamento pode ser feito com o uso de fármacos eficazes na gestão dos sintomas, bem como na prevenção de convulsões. Dentre os medicamentos utilizados estão os benzodiazepínicos, anticonvulsivantes, antipsicóticos, barbitúricos, dentre outros. Também se recomenda fazer a suplementação de nutrientes, como vitaminas e certos minerais, pois, comumente, os pacientes que consomem álcool em excesso apresentam deficiência em diversos nutrientes, fato que pode causar complicações graves durante a abstinência de álcool.
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Dados do Artigo:

Abstinência Alcoólica

Categoria: Dependência química

Abstinência e tratamentos

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Dieta e Saúde – Problemas emocionais X Emagrecimento

emagrecer
dieta e saudeO sobrepeso e a obesidade são causados por diversos fatores : genéticos, biológicos, nutricionais e psicológicos. Os últimos atuam de dois modos : podem levar a pessoa a comer mais e podem funcionar como autêntico OBSTÁCULO À PERDA DE PESO, um verdadeiro BLOQUEIO à aderência a um programa de emagrecimento.

Saiba mais sobre os problemas emocionais que podem causar o aumento de peso e confira 10 dicas para você emagrecer!

São vários os problemas emocionais que podem levar ao aumento de peso ou a impedir que a pessoa emagreça:

Compulsão Alimentar: pessoas que comem não por fome, mas que o fazem por ansiedade, apressadamente, ingerindo grandes quantidades de alimento num período curto de tempo, sentindo-se depois arrependidas ou culpadas. De repente começam a comer e não param mais, a não ser quando estão empanturradas, cansadas ou com mal estar. Se a compulsão estiver presente e não for tratada, inviabilizará todos os esforços da pessoa para emagrecer. 

dieta e saude Depressão: afeta a pessoa como um todo. Pessoas que estão deprimidas tem, entre outras, uma alteração no comportamento alimentar para mais (ou para menos) que pode levá-las a engordar. Há queda da motivação para a dieta, auto-depreciação, pessimismo. Quando a depressão estiver presente em algum grau no candidato a emagrecimento, deverá ser tratada prioritariamente.

Ansiedade: é o “vilão” número um das dietas alimentares. Apresenta-se em diversas formas (pânico, fobia social, ansiedade generalizada, fobias, stress pós traumático, fobias específicas, etc ). Pessoas tensas, excessivamente preocupadas, com pânico, com medos diversos, podem encontrar no alimento uma fuga para seus males, para um estado interno de desconforto.

Dificuldades sexuais, conjugais ou afetivas: É sempre importante verificar o que se esconde por trás de uma obesidade ou excesso de peso. A gordura pode servir como “escudo” para evitar relacionamentos, não assumir a própria sexualidade ou mesmo como forma de “rebelião passiva” a situações conjugais conflituosas.

Stress: É comprovado que o stress tem influência sobre o peso corporal, seja pelo aumento do cortisol circulante ou pelo aumento da quantidade de comida ingerida, que passa a atuar inadequadamente como “mecanismo anti-stress”.

Dificuldade de controle de impulsos: pessoas impulsivas que não conseguem adiar a gratificação imediata de um impulso em detrimento a uma gratificação à médio prazo, são mais vulneráveis a uma “sabotagem” em sua dieta.

Problemas de relacionamento: dificuldades de relacionamento familiar, social (timidez excessiva, agressividade social, baixa qualidade de vida social) podem levar a pessoa a atacar o prato de comida.

Não coma rápido! Preste atenção no tempo que você leva para realizar cada refeição. O correto é demorar pelo menos 15 minutos para fazer cada refeição. Mastigue bem antes de engolir.
Não fique mais que 4 horas sem comer! Não adianta nada você ficar horas e horas sem se alimentar para depois comer um monte de uma vez. Alimentação balanceada é o caminho!
Não fuja da balança! Pese pelo menos de 15 em 15 dias para saber como está seu peso. Fugir do problema não irá fazer você emagrecer.

  1. Não coma rápido! Preste atenção no tempo que você leva para realizar cada refeição. O correto é demorar pelo menos 15 minutos para fazer cada refeição. Mastigue bem antes de engolir.
  2. Não fique mais que 4 horas sem comer! Não adianta nada você ficar horas e horas sem se alimentar para depois comer um monte de uma vez. Alimentação balanceada é o caminho!
    dieta e saude

  3. Não fuja da balança! Pese pelo menos de 15 em 15 dias para saber como está seu peso. Fugir do problema não irá fazer você emagrecer.
  4. Mercado só depois da refeição! Ir ao mercado ou padaria antes de almoçar ou tomar café é pedir para comprar e comer mais do que precisa. Essa dica além de ajudar na sua dieta ajuda também no seu bolso 😉
  5. Comer sozinha jamais! Se alimentar sozinho ou mesmo em lugares muito barulhentos é uma má pedida.
  6. Estabeleça horários! Suas refeições devem ter horário pré-estabelecidos. Não pule nenhuma delas e muito menos coma no intervalo entre uma e outra.
  7. Pare e pense! Reflita sobre os reais motivos que fazem você comer em excesso e/ou fora de hora.
  8. No mercado, evite caixas rápidos! Todo caixa geralmente tem suas gôndulas com guloseimas e afins, porém são nos caixas rápido que mora o maior perigo… geralmente são dezenas de gôndolas cheia de alimentos que você deve passar longe.
  9. Receitas, receitas e mais receitas! Pesquisa na internet, pegue com o vizinho, no jornal.. mas nunca deixe faltar em sua casa muitas receitas de refeições saudáveis.
  10. Pizzaria pode! Só não exagere nas pizzas de calabresa, bacon, catupiry e afins. Prefira as mais “verdes”: escarola, brócolis, vegetariana etc.
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Problemas emocionais e emagrecimento

Fonte:
http://www.tommaso.psc.br/site/artigos/?id_artigo=61
http://www.psicobesidade.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=108&Itemid=73
http://www.dietasgratis.com.br/10-dicas-para-voce-emagrecer-com-saude/

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Sintomas de depressão – Conheça 9 Sintomas e faça o teste de tristeza ou depressão!

Tristeza e desânimo são os sintomas mais evidentes da depressão. Essa doença é capaz de acabar com sua vontade de fazer coisas simples, como ver TV, trabalhar e passear. Porém, a depressão é traiçoeira: ela pode se manifestar com sinais de que o paciente nem desconfia, como dores nas costas, falta de desejo sexual ou prisão de ventre.  Saiba mais… 
Faça o teste:e tristeza ou depressão?
“Em todos os casos, os pacientes apresentam uma queda da energia e do ânimo”, afirma Rubens Pitliuk, psiquiatra do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. Veja a seguir os sintomas ocultos da depressão. Se eles durarem mais do que duas semanas, busque ajuda médica para que o problema não se torne mais grave:




1. Organismo desregulado

A depressão pode causar aumento ou perda do apetite, bem como prisão de ventre. Pode haver dores de cabeça, nas costas ou no estômago, sem causa aparente e que não passam com o uso de remédios. Suor em excesso, palpitações e tremor são outros sintomas comuns.

2. Pensamentos ruins 

O deprimido pode ter ideias pessimistas e insistentes. A pessoa sabe que elas não fazem sentido, mas não consegue se livrar delas.

3. Falta de desejo sexual

Diminui a vontade de fazer sexo. Há desinteresse por coisas que antes eram agradáveis, como sair com amigos, ler livros, ver novela.

4. Manias estranhas 

Você confere portas e janelas ou acha que pode fazer mal a si mesmo ou a alguém? Essas atitudes também podem indicar TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo.

5. Falta de concentração 

O paciente não consegue se fixar numa leitura ou guardar na memória o que leu. Em pessoas mais velhas, a falta de memória pode ser o sintoma mais forte. A insônia também é comum entre os deprimidos.

6. Beleza escondida

Pele envelhecida, boca amarga, olheiras, unhas quebradiças, cabelos fracos e sem brilho… Tudo isso leva embora toda a beleza de uma pessoa com depressão.

7. Sentimentos adormecidos

A doença dá a impressão de que o paciente está dopado, incapaz de ter sensações e sentimentos, sejam eles positivos ou negativos.

8. Volta ao passado

Atitudes de anos atrás voltam, trazendo culpa e arrependimento. Problemas que antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas pesadas e difíceis.

9. Tristeza em dias nublados

Há pacientes que pioram quando o tempo está frio e chuvoso. “Esses casos são chamados de depressão sazonal”, explica Pitliuk. 

Serviço
Nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), é possível fazer uma avaliação e dar início ao tratamento com psiquiatras e outros especialistas – de graça. Mais informações no site ou pelo telefone 0800-611997. 


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Sinstomas de depressão

Conheça 9 Sintomas e faça o teste de tristeza ou depressão

Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/sintomas-de-depressao-revista-ana-maria-501734.shtml

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Clinicas dependência química – Onde procurar ajuda

As clínicas para o tratamento da dependência química atuam na recuperação de dependentes de álcool e drogas. Há vários tipos de métodos e tempo de internação, podendo variar de uma clínica para outra. Existem também as comunidades terapêuticas que possuem outros métodos de tratamento para a recuperação de dependentes, mas tanto as clínicas quanto as comunidades são eficientes e proporcionam ótimos resultados, dependendo exclusivamente do dependente químico a responsabilidade da sua recuperação. Saiba mais sobre a dependência química e onde buscar tratamento!

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Lei Seca – Benefícios para a saúde e a beleza da mulheres


Lei Seca - Benefícios para a saúde e a beleza da mulheres
Desde que entrou em vigor, a Lei Seca tem feito sucesso pela redução no número de acidentes de trânsito por todo o país. Mas outro dado, muito interessante às mulheres, tem passado despercebido: o controle no consumo de álcool também vai reduzir o gasto feminino com tratamentos estéticos, cremes e coisas do gênero. Por um motivo simples: ausência de necessidade.A formação precoce de rugas, dificuldades para emagrecer e cabelos sem vida são alguns dos efeitos provocados pela bebida nas mulheres , afirma a nutricionista Daniella Camargo, da Clínica Luisa Catoira. Na entrevista a seguir, a especialista explica por que isso acontece e dá mais detalhes dos impactos do álcool no organismo feminino, incentivando você a ficar cada vez mais longe das doses. Saiba mais…

A bebida é mais prejudicial à mulher? 

Sim, porque a mulher possui menos enzimas para a degradação do álcool e menos água no organismo, prejudicando mais rápido o fígado e o coração do que os homens. Eles diluem melhor o álcool e, portanto, sofrem menos com os efeitos quando consomem a mesma quantidade. 


Os prejuízos mudam de acordo com a idade? 

Lei Seca - Benefícios para a saúde e a beleza da mulheresSim. Nos adolescentes, o problema são os efeitos tóxicos sobre um organismo que ainda está em formação. Nos idosos, o organismo reduz a metabolizalização do álcool e eles ficam bêbados mais rapidamente (além disso, há o consumo de medicamentos necessários a esta fase. A interação entre remédios e álcool é sempre prejudicial à saúde). 


Ela pode atrapalhar o fluxo hormonal? 

Sim, mulheres que bem demais podem parar de menstruar e até apresentar disfunções nos ovários. 


O álcool pode dificultar as chances de uma mulher que deseja engravidar? 

Sim, há riscos de infertilidade e abortamento espontâneo. O álcool também provoca a menopausa prematura, além de trazer prejuízos para o desenvolvimento fetal. 


Que prejuízos ele traz para a pele? Os cabelos também se modificam?

O álcool pode trazer o envelhecimento prematuro, porque altera a produção de enzimas e estimula a formação de radicais livres, que causam o envelhecimento. O grande consumo de bebidas desidrata os cabelos, que se tornam mais quebradiços e apresentam queda.


Fermentados ou destilados são piores? 

A bebida fermentada tem um volume maior, dilata o estômago, aumentando a área de absorção: com isso, o que for tomado em seguida causa um efeito mais intenso. É importante ficar atento a quantidade de ingestão de álcool e não o tipo de bebida.


Que quantidade pode ser tomada sem risco à saúde? 

álcool deve sempre ser consumido com moderação, porque age diretamente no sistema nervoso central, causando dependência e mudança no comportamento. Mesmo a ingestão mínima desse tipo de bebida diminui a coordenação motora e os reflexos. 


O inchaço causado pela bebida traz que tipo de conseqüências? 

A retenção hídrica é uma forma de defesa do organismo. O álcool inibe a produção do hormônio antidiurético, ocorrendo perda de água e eletrólitos e, por isso, o corpo reage acumulando liquido nos tecidos. Por isso deve-se evitar o uso do álcool no combate a celulite.


O álcool compromete a eficácia da pílula? 

Tomar anticoncepcional com álcool não inibe o efeito, somente medicamentos como antibióticos, antipiléticos e anticonvulsivantes podem diminuir o efeito da pílula. 


Que efeitos o álcool traz para a dieta? Ele engorda? 

O álcool tem muitas calorias. Para a perda de peso, as bebidas alcoólicas precisam ser eliminadas ou reduzidas da dieta. Cada grama de álcool tem sete calorias, que se transformarão em reserva de gordura. Quanto maior o teor alcoólico da bebida, mais calorias ela vai ter. 

Quantidade de calorias de algumas bebidas:
Chope (300 mL): 180 calorias 
Cerveja (240 mL): 101 calorias 
Caipirinha sem açúcar (200 mL): 212 calorias 
Caipirinha com açúcar (200 mL): 266 calorias
Champagne (120 mL): 108 calorias
Licor (40 mL): 148 calorias 
Marguerita (85 mL): 86 calorias 
Martini (50 mL): 76 calorias S
ex on the beach (200 mL): 216 calorias 
Tequila (50 mL): 108 calorias
Uísque (40 mL): 101 calorias 
Vinho branco (130 mL) taça: 86 calorias 
Vinho tinto (130 mL) taça: 97 calorias 
Vodka (40 ml): 108 calorias


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Lei Seca

Benefícios para a saúde e a beleza da mulheres

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/3117-lei-seca-traz-mais-beneficios-para-a-saude-e-a-beleza-da-mulheres

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Drogas depressoras

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Drogas depressorasA maioria das drogas depressoras são classificadas como lícitas porque a maioria delas é produzida e comercializada com finalidades medicinais. São elas: o álcool, sedativos, hipnóticos não barbitúricos, barbitúricos e opióides. O efeito dessas substâncias é a diminuição da velocidade do funcionamento cerebral.
Saiba mais…

No conjunto das drogas depressoras, as mais conhecidas são o álcool, os soníferos, a heroína, a morfina, a cola de sapateiro, os remédios ansiolíticos e antidepressivos (barbitúricos) e seus derivados. Seu principal efeito é retardar o funcionamento do organismo, tornando todas as funções metabólicas mais lentas.

A heroína é uma substância inalável. Excepcionalmente, pode ser injetada, o que leva a um quadro de euforia. Quando inalada, porém, resulta em forte sonolência, náuseas, retenção urinária e prisão de ventre – efeitos que duram cerca de quatro horas. A médio prazo, leva à perda do apetite e do desejo sexual e torna a respiração e os batimentos cardíacos mais lentos. Instalada a dependência, o organismo apresenta forte tolerância, obrigando o usuário a aumentar as doses. A superdosagem pode resultar em coma e morte por insuficiência respiratória.

Os derivados da morfina apresentam efeitos muito parecidos com os da heroína, porém, com características euforizantes menores. Seu efeito depressor é explorado pela Medicina há várias décadas, principalmente no alívio da dor de pacientes com câncer em estado terminal.

Outra preocupação constante dos médicos é o uso abusivo dos antidepressivos, soníferos e ansiolíticos (barbitúricos). Para pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.

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1. Drogas na adolescência2. Ressaca moral – Complicações podem deixar sérias sequelas3. Quanto tempo a cocaína demora para sair do sangue?4. Durateston – Efeitos colaterais do anabolizante5. Legalização da maconha – Prós e Contras

Drogas depressoras

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Drogas na adolescência

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Drogas na adolescencia A adolescência e uma fase do desenvolvimento humano em que ocorrem muitas mudanças, é uma fase conflituosa da vida devido às transformações físicas e emocionais vividas. Surge a curiosidade, os questionamentos, a vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo sabendo dos riscos, e um sentimento de ser capaz de tomar as próprias decisões. É o momento que o adolescente procura sua identidade, não mais se baseando nas orientações dos pais, mas  também nas relações que constrói principalmente com o grupo de amigos.



Para a grande maioria dos jovens, ter experiências novas (lugares, músicas, amigos e também drogas) não necessariamente trará problemas permanentes, e muitos se tornarão adultos saudáveis. Mas há jovens que passam a ter problemas a partir dessas experiências,e por conta disso a adolescência é um periodo de risco para o envolvimento com as drogas.

Ao menos em parte, os riscos podem ser atribuídos às próprias características da adolescência tais como:

  • necessidade de aceitação pelo grupo de amigos
  • desejo de experimentar comportamentos visto como “de adultos”
  • sensação de onipotência “comigo isso não acontece”
  • grandes mudanças corpotamentais gerando indegurança
  • aumento da impulsividade

A curiosidade natural dos adolescentes é um dos fatores de maior influência na experimentação de álcool e outras drogas, assim como a opinião dos amigos. Essa curiosidade o faz buscar novas sensações e prazeres, o adolescente vive o presente e na sua busca por realizações imediatas  o efeito das drogas vai  de encontro a isto, proporcionando prazer  imediato.

O modismo é outro aspecto importante relacionado ao uso de substâncias entre adolescentes, pois reflete a tendência do momento, e os adolescentes são particularmente vulneráveis a estas inflluências. Afinal estão saíndo da infância e começando a sentir o prazer da liberdade nas pequenas coisas, desde a escolha de suas próprias roupas, e atividades de lazer, até a definição de qual será seu estilo.  A pressão da turma, o modelo dos ídolos e os exemplos que os jovens tiveram dentro de casa.


O papel da família na formação do adolescente

A família, por sua vez, pode atuar com o um fator de risco ou protetor para o uso de substância psicoativas. Filhos de dependentes de álcool e drogas apresentam risco quatro vezes maior de também se tornarem dependentes.

   


Mas o desenvolvimento da dependência irá depender da interação de:

  • aspectos genéticos
  • características de personalidade
  • fatores ambientais, que poderão ser protetores ou até mesmo de risco para o uso de drogas

É de fundamental importância o papel da familia na formação do adolescente. é função da família fazer com que a criança aprenda a lidar com limites e frustrações.

Crianças que crescem em um ambiente com limites e regras claras, geralmente são mais seguras e sabem o que podem e o que não podem fazer. Quando se deparam com um limite, sabem lidar com a  frustração.

Crianças criadas sem regras claras, buscam testar os limites dentro de casa, adotando um comportamento desafiador com os pais e, posteriormente, ao entrar na adolescência, repetem esse mesmo comportamento desafiador fora de casa. Além disso por não estarem acostumados a regras e limites, não aceitam quando estes lhe são impostos.

Alguns estudiosos afirmam que adolescentes desafiadores e que não sabem lidar com frustrações, apresentam maior risco para o uso de drogas.

Por outro lado, o monitoramento por parte dos pais  e um bom relacionamento entre eles, é um importante fator de proteção em relação ao uso de drogas.

   





Fatores internos

Dentre os  fatores internos que podem facilitar o uso de álcool e drogas pelos adolescentes se destacam:

  • insatisfação
  • insegurança
  • sintomas depressivos

Os jovens precisam sentir que são bons em alguma atividade, sendo que este destaque representará sua identidade e sua função dentro do grupo. O adolescente que não consegue se destacar, seja nos esportes, estudos, relacionamentos sociais, dentre outros, ou que se sente inseguro quanto ao seu desempenho, pode buscar nas drogas a sua identificação, além de empurrá-lo para experimentar atividades nas quais ele se sinta mais seguro.

Os sintomas depressivos na adolescência,  são por um lado normais, em virtude das grandes mudanças biológicas e psíquicas, mas  muitas vezes podem apresentar fator de risco. O jovem que está triste ansioso ou desanimado, pode buscar atividades ou coisas que o ajudem a se sentir melhor. Neste sentido as drogas podem proporcionar, de forma imediata, uma melhora ou alívio a esses sintomas. Quanto mais impulsivo e menos tolerante  à frustração for o adolescente, maior será esse risco.

Alguns estudos mostram que adolescentes que apresentam sintomas depressivos (se isolam da família e amigos, sentem-se infelizes, descontentes e incompreendidos, com baixa auto-estima) passam mais rápido da fase de experimentação para o abuso e, consequentemente, para a dependência.

   



Outros aspectos importantes em relação os uso de drogas na adolescência

  1. É no periodo entre a adolescência e o início da idade adulta que ocorrem os maiores níveis de experimentação e problemas  relacionados ao uso de álcool e outras drogas.
  2. Muitos jovens, apesar do pouco tempo de uso de substâncias, passam muito rapidamente de um estágio de consumo para outro, além de fazerem o uso de várias substâncias ao mesmo tempo. Por outro lado, uma grande parcela deles diminui significativamente o consumo no início da fase adulta, para edequar-se às obrigações da maturidade, (trabalho, casamento e filhos).
  3. Vários estudos demonstram que quanto mais sedo se inicia o uso de drogas, maior a chance de desenvolvimento de dependência


Principais fatores de risco no período da adolescência

  • grande disponibilidade de drogas
  • maior tolerância em relação ao consumo de algumas substâncias
  • Estresse gerado por conflitos familiares e falta de estrutura familiar como: pais distantes, dificuldade dos pais estabelecerem limites para o adolescente, mudanças significativas (de cidade, perda de um dos pais)
  • características de personalidade: baixa auto-estima, baixa auto-confiança, agressividade, impulsividade, rebeldia, dificuldade de aceitar ser contrariado
  • transtornos psiquiátricos: de conduta, de hiperatividade e déficit de atenção, depressão, ansiedade e outros transtornos de personalidade.



   



Uma palava aos pais

Ao descobrirem que o filho adolescente está usando drogas, alguns pais tendem a se sentirem culpados, questionando-se onde erraram na educação do filho, o motivo de tal fato estar acontecendo com eles já que nunca deixaram faltar nada em casa. Outros pais buscam a internação de seus filhos esperando um método de cura imediata. Há alguns que recebem a notícia acusando o grupo social a qual o filho pertence. A tentativa de ajudar o filho e redimir a culpa transforma um problema, possivelmente passageiro e de solução possível, numa tragédia que afeta violenta mente a vida da família e do jovem.
Há alguns casos em que se torna comum às famílias terem em casa uma “farmacinha” com analgésicos, calmantes, na qual as pessoas vão tomando, muitas vezes sem prescrição médica, pensando numa solução química para os seus problemas ou simplesmente para relaxar.
Há ainda o álcool que costuma ser usado no diminutivo como cervejinha, uisquinho entre outros, como forma de amenizarem os seus males. Esses elementos não são encarados como drogas. E para o filho ver o pai se embriagar e a mãe se dopar com calmantes se torna normal.
Diálogo: o melhor caminho
Procure dialogar com seu filho, uma conversa franca pode ter resultados além do esperado. Lembre-se não humilhe seu filho, sarcasmo e huminhação são armas poderosas, que podem ferir, de modo profundo, a auto estima dos adolescentes. Amedrontar também não é o melhor caminho. 
Além de manter a calma, tente abrir espaço para reflexão. Seja franco e honesto mas não raivoso. Expresse preocupações e mágoa, se for o caso. Transmita seus sentimentos e convide-o a refletir. 
Dê espaço para que ele se expresse, dê tempo para que ele pense (“você quer pensar nisso que eu te falei e conversar mais tarde? Depois a gente conversa de novo sobre isso, pois eu gostaria muito de saber sua opinião”). 
Veja também:


Drogas na adolescência  


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Ressaca moral – Complicações podem deixar sérias sequelas

Em meio a assuntos descontraídos, não é raro ouvir o termo ressaca moral. A expressão,muitas vezes associada à traição, é atribuída a alguma besteira colossal que se tenha feito – seja por ter armado um barraco numa festa por ciúme, seja por ter transado com alguém minutos depois do primeiro “oi”. Com um toque de culpa, a ressaca moral é uma sensação psicológica ruim, causada por algum momento ou situação desagradável que se tenha vivido.  Leia o texto na íntegra…

Assim como a ressaca normal, a moral aparece no dia seguinte – ou nos dias seguintes – e com lembranças que corroem a mente do ressacado.
Ela se manifesta de formas e por razões diferentes. É o caso, por exemplo, do sujeito que dá em cima da namorada do amigo, ou da outra que desmaia durante uma cerimônia de casamento, ou ainda daquele que resolve se soltar em excesso na festa da empresa. Este tipo de ressaca se enquadra em diversos fatores de constrangimentos e arrependimentos – sempre, é claro, acompanhado do sentimento de culpa.
“Esse arrependimento que sentimos é um sinal interno nos avisando que fizemos ou falamos algo que não achamos que foi bom, que ultrapassamos nossa noção de limites de conduta. Estas linhas foram construídas em cada pessoa pelo decorrer da vida, desde o nascimento, levando em conta relacionamento familiar, ambiente social e circunstâncias observadas no dia a dia. Esse mal-estar fica vivo como uma cobrança interna em nossa mente”, explica a psicóloga clínica Célia Maria Aparecida de Mattos Lourenço Menezes.
Álcool libera
Fortes dores de cabeça, corpo dolorido, boca seca, mal-estar generalizado, água com limão no café da manhã. Todas as características de uma ressaca clássica, por mais irritantes que sejam, não são piores que os efeitos de uma ressaca moral. Esta segunda, entretanto, em muitas ocasiões, vem junto com a ressaca causada pelo álcool. “Quando, por exemplo, uma pessoa bebe, ela desconsidera os seus limites e abre uma porta para fazer coisas que ela mesma considera uma afronta à moralidade. No momento em que o efeito do álcool diminui, surge o medo das consequências, que sugerem a possibilidade de uma punição. E para isso não há distinção de gêneros. Tanto o homem quanto a mulher são controlados não só pela instância moral, mas também pelo papel da própria realidade na regulação de suas ações. Beber ajuda a liberar o freio que inibe suas atitudes”, explica Célia.
No caso de Rodrigo*, 26 anos, estudante de letras, o álcool foi o facilitador de uma traição. Vivendo um relacionamento de cinco anos, o estudante foi a uma festa e, estimulado pelos amigos e pelo excesso de bebida, envolveu-se com uma garota. “Depois daquela noite, passei uma semana me culpando pelo que fiz e resolvi contar para minha namorada. Também não teria como esconder por muito tempo, porque ela mesma havia estranhado minha mudança de comportamento, pois passei a ser mais romântico do que de costume. Foi difícil, mas ela me perdoou. Hoje sou bem mais controlado, inclusive nas bebidas”, revela Rodrigo.
Amanda*, 24 anos, jornalista, também sob efeito do álcool, conta dois constrangimentos que lhe causaram arrependimentos. O primeiro, em uma festa da empresa em que trabalhava, ela conta que dançou empolgadamente hits de Michael Jackson e de Madonna, de forma que destoava da maneira contida dos colegas. “No dia seguinte, as pessoas me davam tapinhas nas costas, com uma risadinha de canto. Essa situação me acompanhou até o dia em que saí da empresa”, lembra. Pouco tempo depois, após muitas taças de vinho branco na faculdade, na van que a levava para a casa, Amanda fez uma defesa ferrenha – para todo mundo ouvir – sobre masturbação feminina. “Não sei de onde veio o assunto, mas eu dizia que as meninas tinham de buscar formas de prazer. Mas depois que passou meu pilequezinho, eu me arrependi muito, mas ninguém esqueceu. Só para ter uma ideia, cinco anos depois, encontrei um amigo que presenciou o fato e, antes de me cumprimentar, ele fez piadinhas sobre aquele discurso”, conta.
Solução? Tempo!
O tempo é o melhor dos conselheiros, já diria a sábia frase popular. “O que vai diferenciar a forma de como cada um vai vivenciar essa situação é a maneira de lidar com os sentimentos de culpa, com suas necessidades narcísicas. Assim, sempre que vivenciamos uma dor da alma, o melhor a fazer é esperar e tentar minimizar essa dor. Sempre vamos ter algo do que nos arrepender, faz parte da natureza humana”, pondera Célia.
Assim como a ressaca alcoólica, a ressaca moral não mata. A primeira geralmente incomoda apenas no dia seguinte. A segunda pode até demorar mais tempo, mas também passa – até mesmo nos casos mais complexos. Por isso, o recomendável é não tomar decisões em meio às dores da alma. O melhor é esperar e tentar dar a volta por cima. Funciona na maior parte dos casos. Até para quem tentou cantar a mulher do amigo, dançou empolgado na festa da firma ou desmaiou durante um casamento.
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Durateston – Efeitos colaterais do anabolizante

O Durateston, usado em ciclos com outras drogas, é um anabolizante super androgênico que pode causar efeitos colaterais a curto e longo prazo.

Durateston ou o chamado de “Dura” é um dos anabolizantes mais conhecidos entre os praticantes de musculação. Baseado em quatro compostos diferentes de testosterona, o Dura é indicado, normalmente, para reposição hormonal em pacientes do sexo masculino e que estejam com algum tipo de distúrbio que necessite de tal reposição. Um exemplo de distúrbio em que se repõem testosterona no corpo é a osteoporose masculina. Ver mais…




Os desenvolvedores desse medicamento combinaram quatro tipos de testosterona no intuito de obter uma ação imediata logo após a aplicação, além de manter a ação por mais tempo, o que auxiliaria na melhora dos pacientes que necessitavam de reposição hormonal rápida. 


Em cada ampola de medicamento, possui-se Propionato de testosterona em 30 mg; Fenilpropionato de testosterona em 60 mg; Isocaproato de testosterona em 60 mg; e Decanoato de testosterona em 100 mg.
Como age no corpo:

Cada um desses compostos age de maneira diferente dentro do organismo, em que o propianato e o fenilpropianato possuem uma ação imediata, mas por um curto período. Já os outros dois compostos, o isocaproato e o decanoato tem uma ação mais lenta, porém por uma duração mais longa.

O medicamento Durateston tem a mesma função que outros medicamentos da mesma procedência. Ela possibilita o crescimento muscular, além da diminuição da gordura corporal do indivíduo. Sua ação é muito mais profunda. Por ser lipossolúvel, a testosterona entra no organismo e no citoplasma da célula, ligando-se a um receptor. A partir daí, ela entra no núcleo da célula e se liga ao DNA.

Depois dessa conexão feita entra a testosterona e o DNA, os músculos recebem a informação para aumentar a quantidade de actina e miosina (proteínas contráteis responsáveis pelo aumento do tecido), fazendo, assim, um acréscimo considerável dos músculos.

Além do aumento muscular, o Dura protege o tecido muscular do catabolismo. Por isso, esse medicamento não somente aumenta o tecido, mas também modifica a forma dos músculos, além de adicionar mais células.

Outro efeito do uso do medicamento é o aumento da produção de células vermelhas, principalmente nos rins e no sangue. Isso produziria um sangue mais oxigenado, além de melhorar o sistema imunológico do organismo.

A contração muscular também é intensificada, ainda mais devido ao aumento de unidades motoras e contráteis, que são a actina e miosina. Além disso, o controle dos músculos e a resposta mais eficiente são vistas depois da aplicação de tal medicamento.

Tais benefícios são vistos quando pessoas que estão com a produção natural do hormônio comprometida, o que causa diminuição de várias funções do organismo, e, principalmente, a atrofia muscular.
Efeitos colaterais do Durateston:

Para muitos praticantes de musculação, o uso desse medicamento traz muitos resultados para os treinos musculares. Porém, nem tudo são flores no uso continuado do Durateston.

Por ter quatro compostos diferentes de testosterona, o Dura possui todos os efeitos colaterais pertencentes ao uso de testosterona. A testosterona se converte em hormônio estrógeno (hormônio feminino), e esta, quando em doses altas, causa acne, ginecomastia, aumento de gordura corporal, atrofia testicular, diminuição da libido, hipertensão, retenção de líquido, entre outras coisas.

Além desses efeitos mais comuns, problemas urinários, causados pela modificação do hormônio testosterona pelo efeito de uma enzima já contida no organismo, podem ser vistos, além de queda de cabelo, problemas de colesterol, problemas cardíacos, distúrbios nos rins e no fígado também podem ser vistos.

Nas mulheres o crescimento de pelos, queda de cabelo, engrossamento da voz, ciclo menstrual desregulado, infertilidade etc. podem ser vistos no uso contínuo do medicamento.

Entre vários anabolizantes, que são aceitos somente para uso medicinal, já que para uso estético é proibido pela Anvisa, o Durateston é um dos mais falsificados. O uso do medicamento falso é mais comumente utilizado por praticantes de musculação, que buscam um produto mais acessível e que proporcione bons e rápidos resultados nos treinos musculares. Sendo a falsificação do Dura um produto mais barato do que o seu medicamento real, muitas pessoas acabam usando tal, porém tendo grandes problemas, além dos descritos anteriormente.

Durateston Ciclos:

Assim como outras drogas citadas aqui como Deca Dudabolin, Winstrol (Stanozolon) e Oxandrolona (Anavar), o Durateston também costuma ser usada em ciclos justamente intercalado ao longo das semanas com os esteroides citados anteriormente, divididas em doses de 250mg, 500mg e até 1g da droga em uma única semana, loucura né?! Isso sem contar a dosagem das outras drogas, o que pode potencializar ainda mais os efeitos colaterais.

O uso de qualquer tipo de medicamento que cause modificação no organismo no intuito de melhorar a estética é proibido. Os efeitos colaterais, sejam estes de curta, média ou longa duração, são muito maiores que os benefícios que tais produtos causam.

Eu adm. Carlos sempre falo bem abertamente sobre anabolizantes aqui no Treino Mestre, e muitos sabem o que penso a respeito, não faço apologia ao uso, e a pergunta continua sendo a mesma: – Você acha que vai valer a pena o risco?
Se ainda fosse focado em um dia competir lá fora em um Mr. Olympia, onde pode ter um grande retorno, supervisão de grandes profissionais, sem dizer que não são usadas drogas underground de laboratórios fundo de quintal como a maioria dos fármacos vendidos aqui no Brasil, até, veja bem, até poderia valer o risco. Agora se encher de “roides” apenas para ter resultados mais rápidos e ficar “botinho” pro verão?!

La-men-tá-vel 

Para se obter resultados reais e permanentes sem comprometer sua saúde, uma dieta bem elaborada, saber suplementar adequadamente, hidratação continua e ter um treino bem montado respeitando os períodos de descanso, serão sempre os principais pontos a serem cultivados pelos praticantes de musculação.

por Raquel Torres Costa Bressan Redatora formada em Letras pela Universidade Federal de Viçosa.


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