Omeprazol – Bula do remédio

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O Omeprazol é um medicamento indicado no tratamento de úlceras pépticas benignas, tanto gástrica como duodenal. Conheça a Bula do Omeprazol! Leia mais de Omeprazol – Bula do remédio

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Azitromicina – Bula do remédio

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A Azitromicina é um medicamento indicado no tratamento de infecções como infecções da pele e tecidos moles e problemas respiratórios como bronquite e pneumonia. Conheça a bula da Azitromicina – posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações! Leia mais de Azitromicina – Bula do remédio

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Fluconazol – Bula

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O Fluconazol é um medicamento indicado no tratamento de micoses, como a candidíase, entre outras. Conheça a bula do Fluconazolposologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações! Leia mais de Fluconazol – Bula

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Hospital Albert Einstein – Núcleo Einstein de Álcool e Drogas

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Drogarias e Farmácias Pague Menos – Endereços São Paulo

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Drogarias e Farmácias Pague MenosEndereço e telefone de todas as lojas da Farmácia Pague Menos em São Paulo (SP), capital e interior. Leia mais de Drogarias e Farmácias Pague Menos – Endereços São Paulo

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Remédios Caseiros e Tratamentos Naturais para Sinusite!

Sinusite
A sinusite é uma inflamação causada pelo acúmulo de muco nos seios nasais e nas cavidades ósseas da face. Conheça alguns remédios caseiros e tratamentos naturais para sinusite!

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Remédios Caseiros e Tratamentos Naturais para Candidíase

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A candidíase é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans e que ataca qualquer parte da pele humana. Conheça os remédios caseiros e tratamentos naturais para candidíase!

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Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH | SOS Sobriedade

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) atinge principalmente as crianças e deve ser tratado o quanto antes. Saiba mais sobre o tratamento do TDAH!

        

Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH


O que é TDAH?


Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHO transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um problema de desatenção, hiperatividade, impulsividade ou uma combinação destesPara que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança.

Para saber mais sobre o que é TDAH e como identificar se uma pessoa sofre deste transtorno recomendamos os artigos:


No tratamento para TDAHTranstorno do Déficit e Hiperatividade, um dos fatores mais importantes é o re-treinamento comportamental e cognitivo de forma que a pessoa possa manter o foco nas tarefas diárias e não mais se perder em atividades desnecessárias.

Para isso a psicoterapia avaliará e orientará nos seguintes aspectos:

Tempo


Para evitar a sensação de que o tempo escorre entre os dedos, procure determinar o tempo em que deseja fazer determinada tarefa. Inicialmente você pode ter alguma dificuldade de encaixar a tarefa dentro do tempo que estipulou, mas gradativamente você irá aprender a ajustar esse tempo.

Fique atento para não desperdiçar seu tempo com conversas que não são produtivas, quando tiver algo importante a fazer. Aprenda a terminar conversas com outras pessoas que o fazem perder tempo.

A falta de praticidade faz a gente perder tempo, por isso procure ser prático nas suas atividades; avalie o que realmente é importante e atenha-se a isso.

Seja objetivo nas suas conversas. Diga sinceramente o que deseja, quanto, por que, e para quê.

Se você é do tipo que fala muito, procure resumir seu discurso; evite detalhes desnecessários.

Mantenha o hábito de escrever as coisas para não se perder. Priorize as coisas a serem feitas.

Procrastinação/ Desistência


Evite deixar para depois; faça o que tiver que fazer no exato momento em que lembrar, ou anote para fazer depois. Você perde apenas um instante e se livra da preocupação e da ansiedade que gera quando algo está pendente (seu inconsciente fica cobrando algo que você já não lembra).

Resista à tentação de sair da programação, desviar a atenção. Procure se auto-instruir dizendo-se: “Isso é muito interessante, mas no momento meu objetivo é outro e vou ater-me a ele”.

Persista no seu objetivo seja ele qual for. Não desista; procure identificar sua tendência a desistir e se obrigue a persistir no que começou a fazer. Isso irá ajudá-lo a lidar com a frustração e trará a satisfação interna de saber que você é capaz de prosseguir embora a atividade não seja tão gratificante.

Resista à tentação de pular etapas. Lembre-se que pular etapa para acelerar o processo pode, na maioria das vezes, fazer você perder muito mais tempo depois. 

É melhor ir devagar e sempre.


Não pense quando o despertador tocar. Pule imediatamente da cama e vá tomar um banho. Se você pensar um segundo que seja, não levantará.

Estratégia Para Evitar o Esquecimento


Desenvolva estratégias para lembrar das coisas: programe o celular para lembrá-lo de tudo o que tiver que fazer; associe a medicação (ou qualquer outra coisa que deseja fazer) com almoço, o jantar, o escovar os dentes, etc.

Coloque lembretes em lugares visíveis para lembrá-lo do que tem a fazer. Se os lembretes começarem a “fazer parte” do local onde foi colocar, arranje outra estratégia; algo que seja impossível de passar despercebido.

Desenvolva o hábito de, ao abrir ou fechar qualquer porta, perguntar-se: “para onde vou e o que tenho que levar?”.

Armazene pequenas quantidades de informações por vez: nunca se dê mais de três ordens de uma vez.

Tente se reforçar (elogiar-se) a cada vez que você conseguir lembrar de algo que costuma esquecer-se com freqüência

Tenha uma agenda e use-a todos os dias. Isso é obrigatório para você.


Estudo e trabalho


Tratamento para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHProcure ter um lugar específico para o seu estudo ou trabalho. Neste local procure ter tudo o que precisa (canetas, lápis, lapiseiras, grafites, borracha, régua, computador, disquetes). O TDAH demora a se concentrar e se dispersa com facilidade. Quando está começando a se concentrar, e precisa buscar algo, acaba se desconcentrando e leva um enorme tempo para entrar em hiperfoco novamente ( e o tempo está passando!…).

Procure estudar escrevendo; anote, sublinhe, escreva palavras ou mini-resumos da página lida; esquematize; faça associações.

Evite olhar para o tamanho do livro a ser lido. Pense em capítulos e não no livro todo. Decida antes de iniciar o trabalho quando será o intervalo e de quanto tempo.

Tenha uma gaveta ou uma caixa para colocar todos os documentos, cartas recebidas e contas pagas. Reserve um determinado dia da semana ou o mês para arquivar tudo.

Impulso


Tente controlar a impaciência, converse com você mesmo orientando-se para ser mais calmo.

Faça um esforço para prestar atenção à fala do outro, sem interrompê-lo.

Quando se sentir provocado, não reaja agressivamente. Conte mentalmente até 10 e esclareça com o outro que ele quis dizer realmente. Você pode ter interpretado mal o que o outro quis dizer.

Quando lhe “fecharem” no trânsito, evite reagir agressivamente; dê passagem. Mesmo que o outro não agradeça, você se sentirá bem com você mesmo.

Quando alguém lhe agredir verbalmente, mantenha a calma, conte até 10 e pense numa maneira de responder de forma habilidosa, mas sem agressividade. Lembre-se: não importa que o outro dite o seu comportamento.

Quando pensar em comprar alguma coisa, deixe para a semana que vem, ou dê uma volta antes de finalizar a compra.

Concentração


Lembre-se de que precisa de mais tempo do que as outras pessoas para entrar na leitura ou estudo. Dê-se o tempo que for necessário; persista nesse objetivo.

Procure ouvir uma música orquestrada, prestando atenção a um instrumento por vez.

Aprenda a ficar autoconsciente sempre que se lembrar disto.

Dirija sua atenção intencionalmente para qualquer coisa que quiser

Treinando os passos para prestar mais atenção


1- Identificar o problema – “O que eu devo fazer?”
2- Focar a atenção – “Te liga” “Cabeça aqui” “Concentre-se”
3- Escolher uma resposta – “Qual a melhor forma de fazer isso?”
4- Verificar a resposta – “Escolhi corretamente?”
5- Em caso positivo, elogiar-se – “Bom trabalho” (ou em caso negativo – “Tenho que pensar melhor da próxima vez”

Auto instrução


Dizer para si mesmo em voz alta o que está fazendo porque: Geralmente lembramos: 10% do que lemos; 20% do que ouvimos; 30% do que vemos; 50% do que vemos e ouvimos; 70% do que dizemos quando falamos; e 90% do que dizemos quando fazemos algo.

Orientações gerais:


Assuma que tem TDAH para as pessoas próximas

Recarregue a bateria! Quem tem TDAH cansa-se com mais facilidade, tire férias, descanse no final de semana, etc.

Procure o companheiro ideal. As características desfavoráveis são: Pessoas muito criticas e exigentes, pessoas muito submissas, pessoas muito detalhistas, “certinhas” e pouco flexíveis ao pensar.

Estabeleça prioridades quem tem TDAH coloca tudo no mesmo nível de gravidade e se aborrece igualmente por coisas distintas. Deixe para se preocupar com o que é realmente importante.

O importante é que você não fique frustrado ao perceber que não consegue seguir estas orientações sozinho. Ninguém espera que você consiga sozinho, sem apoio de um psicologo, re-treinar sua mente e comportamentos. O psicologo cognitivo comportamental é o profissional capacitado a lhe oferecer as técnicas próprias para o TDAH. Agende uma consulta conosco.

Se você tem um filho ou convive com alguma criança com estes sintomas segue baixo um curso completo que vai ajudar você a lidar com o TDAH. 

O TDAH não tratado pode causar sérios prejuízos no futuro, então, comece agora a mudar o futuro de quem você ama!

Curso – Como lidar com Crianças Hiperativas


Um curso completo e dinânimo!


Conteúdo do curso

Como Lidar com Crianças Hiperativas!üApresentação

Unidade 1: Desenvolvimento Humano

üO Desenvolvimento Humano
üPiaget:A Teoria do Desenvolvimento Cognitivo
üVigotski: A Teoria do Desenvolvimento Interacionista
üFreud: A teoria do desenvolvimento psicossexual

Unidade 2: Distúrbios do Desenvolvimento e da Aprendizagem

üOs Distúrbios que Afetam o Desenvolvimento
üPsicologia da Aprendizagem
üFernández: Modalidades de Aprendizagem
üPaín: Dificuldades de Aprendizagem

Unidade 3: Hiperatividade

üTDAH
üDiagnóstico de TDAH
üTratamentos para TDAH
üTDAH em Crianças

Unidade 4: Propostas de Atuação com Crianças Hiperativas

A família, a Escola e a Aprendizagem.

Como lidar com a criança portadora de TDAH na escola

A família e o TDAH

Estudo de Caso: A Triangulação Familiar e a Aprendizagem

Informações

*Duração: 16 Horas
*Tempo de Acesso: 30 dias corridos após a matrícula

Vantagens do curso


üFácil acesso, podendo ser realizado a qualquer hora e lugar.
üFerramentas interativas e suporte online.
üBiblioteca Virtual contendo indicações de sites, livros, entre outros materiais para pesquisa.
üDicas e atividades propostas pelo Autor.
üCertificado de Conclusão.
Autor

Renata Munhoz

Bacharelado e Licenciatura Plena em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; 
Especialista em Cinesiologia Psicológica pelo Instituto Sedes Sapientiae;
Pós-graduada em Psicopedagogia pelo Centro Universitário FIEO;
Autora de diversos cursos e obras, tais como: “Adolescência é só Problema”, “Inteligência, Subjetividade e Aprendizagem Escolar”, “O professor político”, e outros.
Atua também como Psicóloga em Consultório próprio na cidade de São Paulo/SP

Requisitos

– Internet Explorer 9.0 ou Mozila firefox 5.0
– Flash Player 10 ou superior
– Banda 128 kbps (mínima)
– Pentium 4 – 2.0 GHz (GigaHertz)
– Memória 512MB

Aprenda como lidar com Crianças Hiperativas!






Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco:

sossobriedade@gmail.com



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Recomendamos que leia também



Fonte: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/deficit-de-atencao-tem-tratamento.aspx


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O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH | SOS Sobriedade

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade. Saiba mais sobre o TDAH!

O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH

 
O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um problema de desatenção, hiperatividade, impulsividade ou uma combinação destes.

O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHPara que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança. O Cérebro de uma pessoa com TDAH pode ser diferente do normal.

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria (DSM IV) subdivide o TDAH em três tipos :

  • TDAH com predomínio de sintomas de desatenção;
  • TDAH com predomínio de sintomas de hiperatividade/impulsividade e;
  • TDAH combinado.

Causas do TDAH


O TDAH é o transtorno comportamental infantil mais frequentemente diagnosticado. Ele afeta aproximadamente de 3 a 5% de crianças em idade escolar. O TDAH é diagnosticado muito mais frequentemente em meninos do que em meninas.

O TDAH pode ser herdado geneticamente, mas sua causa não é clara. Independentemente da causa, ele parece se estabelecer cedo na vida da criança, enquanto o cérebro está se desenvolvendo. Estudos de imagem sugerem que o cérebro de uma criança com TDAH é diferente do de uma criança normal.

Depressão, falta de sono, incapacidade de aprender, transtornos de tique e problemas comportamentais podem ser confundidos com TDAH. Todas as crianças com suspeita de sofrerem de TDAH devem ser examinadas com cuidado por um médico para verificar se há outros problemas ou motivos para o comportamento.

A maioria das crianças com TDAH também sofre de pelo menos um outro problema de comportamento ou de desenvolvimento. Ainda podem apresentar um problema psiquiátrico, como depressão ou transtorno bipolar.

Para saber como identificar se uma pessoa sofre de TDAH recomendamos o artigo:


Veja também!


Sintomas de TDAH


Os sintomas de TDAH se dividem em três grupos:

  • Falta de atenção (desatenção)
  • Hiperatividade
  • Comportamento impulsivo (impulsividade)


Algumas crianças com TDAH são primariamente do tipo desatento. Outras podem ter uma combinação de tipos. As que sofrem do tipo desatento são menos perturbadas e muitas vezes não recebem o diagnóstico de TDAH.


Sintomas desatentos:


    O que é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH

  • Não consegue prestar atenção em detalhes ou comete erros resultantes de descuidos no trabalho escolar;
  • Tem dificuldade de manter a atenção nas tarefas ou em jogos;
  • Parece não escutar quando falamos diretamente com ela;
  • Não segue as instruções completamente e não consegue terminar trabalhos escolares, tarefas ou deveres;
  • Tem dificuldade de organizar tarefas e atividades;
  • Evita ou não gosta de tarefas que demandem manter esforço mental (como trabalhos escolares);
  • Seguidamente perde brinquedos, trabalhos, lápis, livros ou ferramentas necessárias para tarefas ou atividades;
  • Distrai-se facilmente;
  • Frequentemente, tem problemas de memória em atividades cotidianas.


Sintomas de hiperatividade:


  • Mexe as mãos e o pés o tempo todo e se retorce na cadeira;
  • Levanta-se quando deve permanecer sentado;
  • Corre ou sobe em móveis em situações inapropriadas;
  • Tem dificuldade de brincar em silêncio;
  • Parece frequentemente estar “ligada na tomada” e fala excessivamente.


Sintomas de impulsividade:


  • Fala antes que as perguntas sejam completadas;
  • Tem dificuldade de aguardar a vez;
  • Interrompe ou se intromete entre os outros (se mete em conversas e jogos).

Se você tem um filho ou convive com alguma criança com estes sintomas segue baixo um curso completo que vai ajudar você a lidar com o TDAH. 

O TDAH não tratado pode causar sérios prejuízos no futuro, então, comece agora a mudar o futuro de quem você ama!

Curso – Como lidar com Crianças Hiperativas


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Como Lidar com Crianças Hiperativas!üApresentação

Unidade 1: Desenvolvimento Humano

üO Desenvolvimento Humano
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üFreud: A teoria do desenvolvimento psicossexual

Unidade 2: Distúrbios do Desenvolvimento e da Aprendizagem

üOs Distúrbios que Afetam o Desenvolvimento
üPsicologia da Aprendizagem
üFernández: Modalidades de Aprendizagem
üPaín: Dificuldades de Aprendizagem

Unidade 3: Hiperatividade

üTDAH
üDiagnóstico de TDAH
üTratamentos para TDAH
üTDAH em Crianças

Unidade 4: Propostas de Atuação com Crianças Hiperativas

A família, a Escola e a Aprendizagem.

Como lidar com a criança portadora de TDAH na escola

A família e o TDAH

Estudo de Caso: A Triangulação Familiar e a Aprendizagem

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*Duração: 16 Horas
*Tempo de Acesso: 30 dias corridos após a matrícula

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üFácil acesso, podendo ser realizado a qualquer hora e lugar.
üFerramentas interativas e suporte online.
üBiblioteca Virtual contendo indicações de sites, livros, entre outros materiais para pesquisa.
üDicas e atividades propostas pelo Autor.
üCertificado de Conclusão.
Autor

Renata Munhoz

Bacharelado e Licenciatura Plena em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie;
Especialista em Cinesiologia Psicológica pelo Instituto Sedes Sapientiae;
Pós-graduada em Psicopedagogia pelo Centro Universitário FIEO;
Autora de diversos cursos e obras, tais como: “Adolescência é só Problema”, “Inteligência, Subjetividade e Aprendizagem Escolar”, “O professor político”, e outros.
Atua também como Psicóloga em Consultório próprio na cidade de São Paulo/SP

Requisitos

– Internet Explorer 9.0 ou Mozila firefox 5.0
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– Banda 128 kbps (mínima)
– Pentium 4 – 2.0 GHz (GigaHertz)
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Recomendamos que leia também



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tdah


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Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH | SOS Sobriedade

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) atinge principalmente as crianças. Veja como identificar o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)!

        

Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH 

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma doença cercada de controvérsia. Por atingir principalmente crianças, muito pais enxergam problemas onde eles não existem — sintomas isolados são comuns nesta fase da vida. Também há quem não preste atenção ao conjunto de sintomas que a caracterizam: quadros de desatenção, hiperatividade e impulsividade de maneira exacerbada

Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAHPara que esses problemas recebam um diagnóstico de TDAH, eles devem se apresentar fora de um limite normal para a idade e o desenvolvimento da criança. O Cérebro de uma pessoa com TDAH pode ser diferente do normal.

Há um grande número de crianças com a doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência.É preciso enfrentá-la cedo. Quando não diagnosticada e tratada, pode trazer sérios prejuízos a curto e longo prazo. Em crianças, é comum a queda no rendimento escolar, por causa de desorganização, da falta de paciência para assistir às aulas e estudar. Na fase adulta, o problema pode ser a causa de uma severa baixa auto-estima, além de afetar os relacionamentos interpessoais, uma vez que a pessoa tem dificuldades em se ajustar a horários e compromissos e, frequentemente, não consegue prestar atenção no parceiro.

Confira abaixo oito desses sintomas que, quando aparecem com freqüência e em mais de um ambiente (escola e casa, por exemplo), podem servir como um alerta de que chegou a hora de procurar ajuda profissional.
Para saber mais sobre o que é o TDAH recomendamos o artigo:


Como identificar o TDAH


O mais indicado a fazer quando há suspeita desse problema é procurar um médico bem preparado. Um profissional que entenda a questão e tenha uma visão ampla do assunto: psiquiatra ou neuropediatra, por exemplo. “O tratamento não adequado pode prejudicar o desenvolvimento da criança”, explica o dr. Abram.

Os tratamentos podem ser:

• Terapêuticos: dependendo do grau de dificuldade, o médico pode aconselhar medicamentos que ajudem o cérebro a processar essa concentração.

• De ajuste familiar: “deve-se mostrar e incentivar a organização e disciplina, ter acompanhamento escolar e ambiente adequado dentro de casa”, afirma a dra. Sônia Teresa Akopian, médica fisiatra do HIAE.

O tratamento é muito importante para modificar o comportamento, ou seja, o re-treinamento comportamental e cognitivo. Para saber mais sobre o tratamento do TDAH ler o artigo:


Hiperatividade


Como identificar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH Basta a criança ser mais agitada e desobediente para receber o rótulo de hiperativa. De fato, o diagnóstico da doença se banalizou. O Déficit de Atenção e Hiperatividade existe e afeta mais meninos que meninas. Impulsividade e dificuldade de concentração são características dos pequenos. Eles mexem em tudo, correm para lá e para cá, querem toda a atenção. O diagnóstico é realizado por meio do atendimento clínico. Para tratar, deve-se procurar médicos especializados no assunto.

Para Sandra Valle, neuropsicóloga infantil do HIAE, a hiperatividade precisa ser tratada como um todo. Medicamentos devem ficar a critério do médico e estratégias para melhorar o comportamento são sempre bem-vindas. “Na escola, os professores podem fazer da hiperatividade e da agitação uma aliada, por exemplo, pedindo à criança queos auxiliem na organização dos materiais a serem utilizados, a buscar um livro na sala dos professores.

Deve-se estabelecer uma parceria com a criança e criar condições positivas deintegração ao grupo e ao contexto de aprendizagem, deixando claro as expectativas e, sempre que possível, ajudá-la a desenvolver recursos para resolver os problemas. Isso favorecerá enormemente a sua auto-estima e potencial de crescimento.”

Se você tem um filho ou convive com alguma criança com estes sintomas segue baixo um curso completo que vai ajudar você a lidar com o TDAH. 

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üFernández: Modalidades de Aprendizagem
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Unidade 3: Hiperatividade

üTDAH
üDiagnóstico de TDAH
üTratamentos para TDAH
üTDAH em Crianças

Unidade 4: Propostas de Atuação com Crianças Hiperativas

A família, a Escola e a Aprendizagem.

Como lidar com a criança portadora de TDAH na escola

A família e o TDAH

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Fonte: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/deficit-de-atencao-tem-tratamento.aspx


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Conheça 12 sinais que podem indicar problemas no coração – SOS Sobriedade

As tensões do cotidiano, o sedentarismo, e outros hábitos negativos podem adoecer o coração. Conheça 12 sinais que podem indicar problemas no coração!

Conheça 12 sinais que podem indicar problemas no coração

 
 
Conheça 12 sinais que podem indicar problemas no coraçãoAs tensões do cotidiano, o sedentarismo, as dietas modernas, o fumo, o café e outros fatores, criam doenças tais como Aterosclerose, excesso de colesterol, estresse, hipertensão arterial, má circulação do sangue e obesidade que exigem do músculo cardíaco um esforço exagerado, impossível de ser mantido por longo tempo.

Assim, existem sinais de aviso que podem mostrar se o seu coração vai bem ou não!


12 sinais que podem indicar problemas no coração

  1. Ansiedade: um ataque cardíaco pode causar muita ansiedade e medo da morte, momentos antes de ocorrer
  2. Desconforto no peito: sintoma clássico de um ataque cardíaco
  3. Tosse persistente: pode ser o resultado do acumulo de líquidos nos pulmões, devido à insuficiência cardíaca
  4. Tontura: sentir-se tonto e chegar a desmaiar pode ocorrer momentos antes de um ataque cardíaco ou em casos como arritmia ou hipotensão;
  5. Fadiga: sentir-se muito cansado o tempo todo pode indicar insuficiência cardíaca;
  6. Náusea ou falta de apetite: o inchaço abdominal causado pela retenção hídrica pode indica mau funcionamento do coração; pode também estar associada a dor do infarto;
  7. Dor em outras partes do corpo: a dor pode começar no peito e se espalhar para os ombros, braços, cotovelos, costas, pescoço, mandíbula, ou no abdômen e também pode estar relacionada a um ataque cardíaco
  8. Pulso rápido e irregular: quando acompanhado de fraqueza, tonturas ou dificuldade em respirar pode ser evidência de um ataque cardíaco, insuficiência cardíaca ou uma arritmia
  9. Falta de ar: pode indicar também o início de um ataque cardíaco
  10. Suor frio repentino: pode indicar um infarto, hipotensão, hipertensão ou arritmia;
  11. Inchaço: a insuficiência cardíaca pode causar retenção de líquido;
  12. Fraqueza extrema: pode ocorrer nos dias que antecedem um ataque cardíaco ou associada a insuficiência cardíaca ou hipotensão;
Existem maneiras saudáveis, sem o uso de medicamentos, de prevenir as doenças do coração. Recomendamos o artigo que apresenta algumas dicas que como manter o seu coração saudável!


Quanto maior o número de sintomas que sentir, maiores são as chances de apresentar um quadro de insuficiência cardíaca, ou mesmo ataque cardíaco. Por isso, é importante marcar uma consulta com um cardiologista para uma avaliação minuciosa e consequente tratamento.

Indivíduos que possuem maiores chances de sofrer com doenças do coração são aqueles que têm antecedentes familiares com problemas de coração, os que estão acima do peso ideal, fumam e possuem outras doenças associadas, como diabetes e hipertensão. Nestes casos, todo o cuidado é pouco.



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Fonte: http://www.tuasaude.com/12-sinais-que-podem-indicar-problemas-no-coracao/


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Saiba o que é a Proteína C reativa – SOS Sobriedade

A Proteína C reativa é uma proteína natural do corpo humano, que age como um mecanismo de defesa do organismo quando há alguma inflamação ou infecção. Saiba mais sobre a Proteína C reativa!

Saiba o que é a Proteína C reativa

 

Saiba o que é a Proteína C reativa A proteína C reativa (PCR) é uma substância presente no sangue quando há alguma inflamação ou infecção no organismo, sendo mais conhecida por indicar problemas cardiovasculares, principalmente a aterosclerose.






Para saber mais sobre a aterosclerose, recomendamos os artigos:
 


A produção da proteína C reativa aumenta principalmente nas primeiras 6 a 8 horas após o inicio de uma inflamação e mantém-se estável por até 48 horas. Ela era analisada como sendo positiva ou negativa, mas agora seus resultados são numéricos, como é o exemplo da proteína C reativa quantitativa.

Proteína C reativa elevada


A proteína C reativa elevada ou alta surge na maior parte dos processos inflamatórios do corpo humano, podendo estar relacionada com:

Infecções;


Reumatismo;

Câncer.

A proteína C reativa por ter alta sensibilidade para muitos episódios de inflamações, pode, por vezes, ser considerada inespecífica, e por isso o médico pode ter que avaliar a história clínica do paciente para interpretar o verdadeiro significado dos resultados do exame.

Proteína C reativa ultra sensível


A proteína C reativa ultra sensível é um exame muito utilizado para avaliar o risco de desenvolvimento de uma doença cardiovascular. Ela detecta valores mais baixos do que os da proteína C reativa normal, sendo que os seus resultados não devem ser confundidos. No caso da proteína C reativa ultra sensível os valores de referência para risco cardiovascular são:

Baixo risco: menor que 0,1 mg/dL;

Médio risco: entre 0,1 mg/dL e 0,3 mg/dL;

Alto risco: maior que 0,3 mg/dL.

Se o indivíduo for aparentemente saudável e apresentar valores de proteína C reativa ultra sensível altos, tem um risco elevado de desenvolver doença arterial periférica, em que placas de gordura se acumulam nas artérias.

Valor de referência da proteína C reativa


O valor de referência da proteína C reativa varia de pessoa para pessoa, mas o valor normal varia entre 0,25 e 0,50 mg/dL. Indivíduos obesos, com mais idade ou que praticam muito exercício físico podem apresentar uma elevação normal do valor da proteína C reativa. No entanto, quando acontece um processo inflamatório, infeccioso ou de morte de tecidos, estes valores podem aumentar até 1000 vezes.


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Fontes: http://www.tuasaude.com/proteina-c-reativa/


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Saiba quem foi Rosalind Franklin! – SOS Sobriedade

Rosalind Franklin foi uma biofísica britânica. Pioneira da biologia molecular e uma das mulheres mais injustiçadasda ciência moderna. Conheça a vida de Rosalind Franklin e seus grandes feitos!

Saiba quem foi Rosalind Franklin

 
Rosalind FranklinCientista inglesa, Rosalind Elsie Franklin nasceu a 25 de julho de 1920, em Londres, e morreu a 16 de abril de 1958, também em Londres, vítima de cancro nos ovários. Pioneira no estudo de Biologia Molecular foi responsável pela maior parte do trabalho de pesquisa que conduziu à descoberta da estrutura do DNA
Em 1938 foi admitida na Universidade de Cambridge, formou-se em 1941 e seis anos mais tarde concluía o seu trabalhode doutoramento em microestruturas de carbono e de grafite. Nos três anos seguintes, em Paris, dedicou os seusestudos à utilização da técnica de difração de raios X. Em 1951, regressou a Inglaterra, como investigadora associada, aconvite do King’sCollege de Londres, para trabalhar com DNA. Os resultados de cristalografia, obtidos por Rosalind,viriam a ser utilizados, em 1953, por James Watson, Francis Crick e Maurice Wilkins para a proposta do modelo de duplahélice da estrutura molecular do DNA – feito que acabaria por lhes valer o Prémio Nobel da Fisiologia e da Medicina,atribuído 1962.

Nos anos que se seguiram, Rosalind Franklin orientou o seu próprio grupo de investigação em Birkbeck College, Londres,trabalhando no seu projeto inicial sobre as moléculas de carbono, amadurecendo os seus estudos com o DNA e dedicando a sua atenção ao estudo dos vírus.

Apesar das inúmeras dificuldades provocadas pelo preconceito, ela provou então ser uma cientista de primeiro nível, e mudou-se (1953) para o laboratório de cristalografia J. D. Bernal, do Birkbeck College, em Londres, onde prosseguiu com seu trabalho sobre a estrutura mosaical do vírus do tabaco. Quando iniciou sua pesquisa sobre o vírus da póliomielite (1956), ela descobriu que estava com câncer. Foi no Birkbeck College aos que publicou seu último trabalho, sobre as estruturas do carvão (1958). Morreu em Londres ainda muito jovem, 37 anos, de câncer no ovário.


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Saiba por que a depressão é maior em mulheres? – SOS Sobriedade

Antes da adolescência, a prevalência de depressão é a mesma em meninas e meninos. Com a chegada da adolescência a depressão nas mulheres aumenta 2 vezes em relação aos homens! Saiba por que!



Saiba por que a depressão é maior em mulheres?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? A depressão é um distúrbio de alteração do humor sério e por vezes incapacitante. Causa sentimentos de tristeza, desespero, desamparo e inutilidade.

Ela pode ser leve a moderada com sintomas de apatia, falta de apetite, dificuldade para dormir, baixa auto-estima e fadiga. Ou pode ser uma depressão maior com sintomas de humor depressivo na maioria dos dias, falta de interesse nas atividades rotineiras que antes eram realizadas com satisfação, perda ou ganho de peso, insônia ou hipersonia, fadiga, sentimentos de culpa na maioria dos dias e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.

Para saber mais sobre as causas da depressão e os riscos de suicídio, recomendamos os artigos:


Quais os sintomas de depressão na mulher?


A depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração se não for tratada. Geralmente, os sintomas duram pelo menos duas semanas provocando prejuízose afetando a vida social, familiar e ocupacional.

Os sintomas de depressão nas mulheres incluem:

• Sentimentos de tristeza persistente, ansiedade e “vazio”
• Perda de interesse ou prazer em atividades comuns
• Nervosismo, inquietação, irritabilidade, choro fácil
• Sentimentos de culpa, inutilidade, falta de esperança, pessimismo
• Excesso de sono ou ausência de sono
• Perda de energia, fadiga
• Baixa auto-estima
• Perda da libido
• Pensamentos recorrentes em morte ou suicídio ou tentativas de suicídio
• Dificuldade de concentração, de memorização ou para tomar decisões
• Sintomas físicos persistentes que não respondem ao tratamento, como dores de cabeça, desordens digestivas, dores crônicas

Faça o teste de Tristeza ou depressão!


Por que a depressão é mais comum em mulheres do que nos homens?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Antes da adolescência, a depressão afeta tanto os meninos quanto as meninas. Entretanto com a chegada da adolescência, aumentam os riscos de depressão em mulheres, atingindo pelo menos 2 vezes mais do que em garotos.

Alguns especialistas acreditam que mudanças hormonais estão relacionadas a este risco aumentado. Estas mudanças são evidentes durante a puberdade, gravidez e menopausa assim como no pós-parto, histerectomia ou aborto. Além disso, as flutuações hormonais que ocorrem a cada ciclo menstrual provavelmente contribuem para a síndrome pré-menstrual ou TPM. Há também a doença disfórica pré-menstrual ou DDPM, um tipo severo de TPM especialmente reconhecido por depressão, ansiedade, mudanças de humor cíclicas e letargia.

O que aumenta as chances de uma mulher ter depressão?


De acordo com o National Institutes of Health os fatores que aumentam o risco de uma mulher ter depressão incluem fatores genéticos, biológicos, reprodutivos, interpessoais e características psicológicas e de personalidade.

Além disso, as mulheres que intercalam o trabalho com o cuidado com seus filhos ou as mães solteiras sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

Outros fatores incluem:

• História familiar de alterações do humor
• História de desordens do humor na adolescência
• Perda de um dos pais antes dos 10 anos de idade
• Perda de apoio social ou ameaça de tal perda
• Estresse psicológico ou social, como perda de emprego, relacionamento estressante, separação ou divórcio
• Abuso sexual ou físico durante a infância
• Uso de certos tratamentos para infertilidade
• Uso de alguns contraceptivos orais
• Mulheres podem apresentar depressão logo após terem um bebê, a chamada depressão pós-parto
• Certas alterações afetivas sazonais, mais comuns no inverno
• Transtorno bipolar, pois a depressão é uma parte da doença bipolar

A depressão pode ser familiar?


Sim. A depressão pode estar presente nas famílias. Quando isso acontece, ela geralmente começa nas idades entre 15 e 30 anos. Um traço familiar de depressão é muito mais comum em mulheres do que nos homens.

Qual a diferença da depressão em mulheres e homens?


A depressão feminina difere da masculina de várias maneiras:

Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Depressão em mulheres pode ocorrer cedo, durar mais tempo, apresentar mais recorrência, ser mais associada a eventos estressantes da vida e ser mais sensível a mudanças sazonais.

As mulheres experimentam mais os sentimentos de culpa e têm mais tendência ao suicídio, embora atualmente elas cometam menos suicídio que os homens.
A depressão feminina é mais associada a desordens de ansiedade, como sintomas de pânico ou fobias e desordens alimentares.

Mulheres deprimidas tem maior tendência a abusar do álcool e outras drogas.
Como a tensão pré-menstrual (TPM) e a desordem disfórica pré-menstrual (DDPM) se relacionam com a depressão?

Três em cada quatro mulheres que menstruam têm TPM. Ela é caracterizada por sintomas emocionais e físicos que variam de intensidade de um ciclo menstrual para o outro. Mulheres com 20 a 30 anos são usualmente afetadas pela TPM.

Cerca de 3 a 5% das mulheres que menstruam têm DDPM, um tipo severo de TPM, marcada por sintomas emocionais e físicos muito fortes que antecedem em cerca de 10 dias o início da menstruação.

Na última década, estas condições foram reconhecidas como importante causa de desconforto e mudanças de comportamento em mulheres. Enquanto a relação entre TPM, DDPM e depressão permanece sem ser esclarecida, acredita-se que mudanças químicas no cérebro e flutuação dos níveis hormonais sejam fatores que contribuem para tal associação.

Muitas mulheres que sofrem de depressão associada à TPM ou DDPM melhoram com exercícios físicos e meditação. Para aquelas com sintomas severos, psicoterapia individual ou de grupo, medicamentos e manejo do estresse podem ajudar.

A prevalência de depressão aumenta na meia-idade?


A perimenopausa é o estágio da vida reprodutiva da mulher que começa oito a dez anos antes da menopausa e dura até o início desta. Neste período, os ovários começam a produzir gradualmente menos estrogênio e, na menopausa, param de produzir óvulos.

A menopausa é o período que a mulher para de menstruar e aparecem os sintomas decorrentes da queda de estrogênio. Por definição, uma mulher está na menopausa quando para de menstruar por um ano. Isto é uma parte normal da vida e marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Tipicamente ela ocorre em mulheres na 4° ou 5° década de vida. Entretanto, aquelas mulheres que tiveram os ovários removidos cirurgicamente passam por uma menopausa repentina.

Esta queda de estrogênio desencadeia mudanças físicas e emocionais – como depressão, ansiedade e alterações de memória. Como em qualquer outra fase da vida da mulher, há uma relação entre os níveis hormonais e os sintomas físicos e emocionais. Algumas mudanças físicas incluem ciclos menstruais irregulares, ciclos mais intensos ou mais leves e ondas de calor.

Como lidar melhor com os sintomas da depressão?


• Evite tranquilizantes. Use-os se for extremamente necessário e somente com a prescrição de um médico.
• Mantenha uma dieta saudável.
• Faça exercícios regularmente.
• Engaje-se em algum projeto ou hobby que promova um sentido de realização à sua vida.
• Encontre uma prática de auto-controle – como ioga, meditação, técnicas de relaxamento por respiração lenta e profunda.
• Tenha boas noites de sono, mantenha seu quarto arejado e confortável.
• Procure apoio emocional com familiares, amigos ou profissionais.
• Mantenha-se conectado com sua família.
• Consolide seus laços de amizade.
• Participe de algum trabalho comunitário.
• Tome medicamentos, vitaminas e minerais como prescritos pelo seu médico.
• Caso você não consiga fazer isto sozinha, procure a ajuda de familiares, amigos ou profissionais especializados nos cuidados de saúde mental.

Como a depressão é tratada em mulheres?


Há uma variedade de métodos usados para tratar a depressão, incluindo medicações como antidepressivos e psicoterapia. A terapia familiar pode ajudar caso o estresse vivenciado na família contribua para a depressão. O seu psicólogo, psiquiatra ou psicanalista pode determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido.

Sobre o tatamento da depressão sugerimos o artigo:


Qual profissional pode me ajudar no manejo da minha depressão?


Os mais procurados são os especialistas em saúde mental como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e psicanalistas. Mas outros profissionais podem orientá-la como clínicos gerais ou médicos de família.

Existem centros comunitários que auxiliam pessoas com depressão, serviços universitários, programas de saúde mental em escolas médicas e clínicas particulares que podem ajudar pessoas deprimidas ou seus familiares.

Conheça o nosso Tratamento Espiritual para a depressão que pode servir como “auxiliar” no seu Tratamento médico.

Não deixe de consultar um médico se estiver sentindo os sintomas acima descritos ou desconfiar de depressão.


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Fontes: http://www.meuanjo.com.br/depressao-em-mulheres/


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Como prevenir doenças do coração – SOS Sobriedade

O coração é um dos principais órgãos do corpo humano e está sujeito a diversas enfermidades. Saiba como prevenir doenças do coração!


Como prevenir doenças do coração


Como prevenir doenças do coraçãoAs tensões do cotidiano, o sedentarismo, as dietas modernas, o fumo, o café e outros fatores, criam doenças tais como Aterosclerose, excesso de colesterol, estresse, hipertensão arterial, má circulação do sangue e obesidade que exigem do músculo cardíaco um esforço exagerado, impossível de ser mantido por longo tempo.

Como resultado surgem as doenças do coração, que geralmente se manifestam através de dores no lado esquerdo do peito, dormência no braço esquerdo, dores no tornozelo direito, náuseas, tonturas, dores de cabeça, formigamento, arritmia e palpitações.

Para prevenir-se de problemas no coração, evite alimentos cárneos, gordurosos (frituras, laticínios, margarina, chocolate), fumo, café, condimentos irritantes e sedentarismo.

Prevenção de algumas doenças que podem desencadear problemas no coração!

Recomendamos 2 artigos que podem ajudar a prevenir a aterosclerose:


Sobre o estresse vale a pena ler!


O artigo sobre hipertensão arterial também pode ajudar a evitar futuros problemas do coração.


Tratamento natural para doenças do coração


Alface

Chá das folhas e talos (60g para litro de água). Tomar 4 xícaras ao dia.

Beterraba

Suco puro. Tomar 250 ml de manhã em jejum.

Cebola

Suco diluído em água. Tomar 250 ml 2 vezes ao dia.

Incluir na alimentação salada crua de cebola, temperada com limão, azeite de oliva e alho.

Limão

Suco diluído em água. Tomar 250 ml 2vezes ao dia. Não adoçar.

Maçã

Suco puro, adoçado com mel de abelhas. Tomar 250 ml 2 vezes ao dia.

Refeições exclusivas 3 vezes por semana.

Refeições exclusivas 3 vezes por semana.

Erva-cidreira

Chá das folhas (20g para 1 litro de água). Tomar 4 xícaras ao dia.

Hortelã

Chá das folhas (20g para 1 litro de água). Tomar 4 xícaras ao dia.

Malva

Chá das folhas (20g para 1 litro de água). Tomar 4 xícaras ao dia.

Geléia Real e Mel de abelhas

Diluir 10 g de geléia em ½ litro de mel. Tomar 3 colheres (sopa) após as refeições.


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Como curar o hipogonadismo – SOS Sobriedade

Hipogonadismo é defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função das gônadas (ovários ou testículos). Conheça o tratamento para curar o hipogonadismo!


Como curar o hipogonadismo

Hipogonadismo é um termo médico para um defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função das gônadas (ovários ou testículos).

As gônadas têm duas funções:

Produzir os hormônios (testosterona, estradiol, progesterona, inhibin B), activina

Produzir os gametas (óvulos ou espermatozóides).

Como curar o hipogonadismoA deficiência dos hormônios sexuais pode resultar em um desenvolvimento defeituoso das características sexuais primárias ou secundárias, pouco desenvolvimento das genitálias, ou efeitos de retirada (por exemplo, menopausa prematura) em adultos. O desenvolvimento defeituoso das gônadas resulta em infertilidade.

O termo hipogonadismo é geralmente aplicado para os defeitos permanentes, ao invés dos temporários ou reversíveis, e geralmente implica deficiência dos hormônios reprodutivos, com ou sem defeitos de fertilidade. O termo é menos usado para infertilidade sem deficiência hormonal.

Tratamento do Hipogonadismo


O tratamento do hipogonadismo deve objetivar a melhora dos sintomas trazendo bem estar físico, psicológico e social para o paciente. A reposição hormonal em homens com Hipogonadismo Tardio está indicada quando existe sintomatologia e níveis séricos de testosterona baixos (testosterona total abaixo de 300 ng/dl e livre abaixo de 6,5 ng/dl). A Organização Mundial de Saúde conclui que o maior objetivo da reposição é manter os níveis sanguíneos de testosterona próxima das concentrações fisiológicas.

Para manter os níveis sanguíneos de testosterona em equilíbrio e combater o hipogonadismo, recomendamos os artigos:


Os princípios de reposição da testosterona baseiam-se nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde feitas em 1992:

• – usar testosterona natural.
• – manter níveis séricos na faixa fisiológica.
• – segurança.
• – possibilidade de término rápido de ação.
• – eficiência na melhora dos sintomas.
• – preços acessíveis.
• – liberação adequada.
• – flexibilidade de dose.

Clinicamente o tratamento deve objetivar:


– melhorar a densidade óssea, o que pode ser acompanhado através de densitometria óssea.

– aumentar a massa muscular com conseqüente aumento de sua força e tônus, graças a seu efeito anabólico protéico.

– melhora da libido e da ereção (neste último caso a reposição de testosterona aumenta o fluxo sanguíneo arterial peniano).

– estabilização do humor e das funções cognitivas.

Riscos do tratamento:


– exacerbação da doença prostática não diagnosticada. Avaliar cuidadosamente a próstata com exame físico e laboratorial (PSA) antes do início da reposição.

– aumento do risco de doença cardiovascular.

– riscos de eritrocitose devido à ação da testosterona como estimulante da eritropoiese. Monitorar a reposição com hemograma.

– hepatotoxidade. Pode ser monitorada com função hepática e também perfil lipídico.

A reposição tem contra indicações absolutas em homens com suspeita de câncer de próstata ou mama. Pode também ter contra indicação para homens com Hiperplasia Protática Benigna com obstrução vesical grave e no caso de obstrução moderada, deve-se avaliar o risco/benefício da reposição.

Os tratamentos atualmente disponíveis incluem comprimidos, injeções intra musculares, implantes, adesivos transdérmicos escrotais e não escrotais e gel.

Testosterona oral: o undecanoato de testosterona é o tratamento oral mais efetivo e seguro pela baixa toxicidade hepática, pois é absorvido pelo sistema linfático.

Transdérmicos: a reposição neste caso é a mais fisiológica pois refletem melhor o ciclo circadiano da testosterona. Utilizados sob forma de adesivos escrotais e não escrotais e também gel. Os adesivos são de fácil utilização e proporcionam níveis adequados de testosterona. Devem ser usados uma vez ao dia no período noturno. Apresenta como inconveniente irritação na pele local em alguns casos. O gel provoca menos irritação na pele e é de fácil uso. São indicados como uso diário e atingem níveis séricos adequados de testosterona.

Subcutâneos: não estão indicados em idosos pelo aumento de ocorrência de infecção local. Quando usados são aplicados a cada 4 ou 6 meses. Dose de 6X 100mg.

Injetáveis: os mais utilizados são de aplicação intra muscular. São baratos e utilizados mais amplamente(pode ser citado os enantatos e cipionatos de testosterona).

A alimentação saudável pode equilibrar o organismo e consequentemente aumentar os níveis de testosterona. Para isso recomendamos um programa de nutrição esportiva criado por Giovana Guido, a nutricionista esportiva que vai te ajudar a ganhar massa muscular e aumentar os níveis de testosterona através da alimetação saudável e da prática de exercícios. Confira!


Nutrição Esportiva Fácil para Profissionais de Fitness!

Este produto premium é indicado para Profissionais de Fitness ou atletas que queiram ter conhecimentos mais avançados sobre alimentação esportiva. Veja como manter o equilíbrio entre esporte e alimentação saudável!


Nutrição Esportiva Fácil para Profissionais de Fitness“Saiba tudo o que você está fazendo de errado em sua alimentação e o que precisa alterar para alcançar um corpo perfeito”

A base de qualquer esporte é a alimentação saudávelequilíbrio de nutrientes e alguns alimentos chave, então resolvi criar um livro que oriente de forma geral e prática um melhor consumo alimentar para que os esportistas e atletas possam atingir certos objetivos.

Os professores de educação físicatreinadores atletas acumulam muitas dúvidas em relação à alimentosnutrientesdietas suplementos.

Nutrição parece fácil, mas na prática, muita gente encontra dúvidas na hora de escolher certos alimentos, que quantidade usar, que horário usar, leitura de rótulos, light/diet, etc.

Aqui fica um resumo de tudo o que você irá aprender.

Neste livro a Drª Giovana Guido orienta de forma geral e prática um melhor consumo alimentar para que os esportistas e atletas possam atingir certos objetivos.

Os professores de educação física, treinadores e atletas acumulam muitas dúvidas em relação à sua dieta e/ou de seus alunos. Neste livro, de 115 páginas eu explico alguns temas fundamentais na criação de uma alimentação correta.


Aqui fica um resumo de tudo o que você irá aprender:

üComo Usar os Nutrientes Fundamentais na Nutrição   esportiva
üAprendendo a Calcular o Gasto Calórico
üAprendendo a Estruturar o Cardápio Ideal
üEsquema Por Modalidade Esportiva
üAprendendo as Instruções Gerais Para Cada Objetivo
üOs Alimentos-Chave na Dieta
üSugestões Pré e Pós Treino
üO Que Comer nos Intervalos
üA Importância da Hidratação
üDicas de Reeducação Alimentar
üA Utilização Correta dos Suplementos
üExemplo de Cardápios
üO Que Você Não Pode Esquecer no Supermercado

Apresentando a solução…

Tudo isto você irá conhecer no meu novo livro, indicado principalmente para profissionais de fitness ou atletas que pretendem conhecimentos mais avançados de nutrição esportiva.

Giovana Guido - Nutricionista Esportiva
Giovana Guido – Nutricionista Esportiva
Bônus 1: Receitas Para Ganhar Massa Muscular

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Bônus 4: Acelere Seu Metabolismo Durante o Dia Todo

Bônus 4: Acelere Seu Metabolismo Durante o Dia TodoEste guia tem uma sugestão de programação (que você poderá adaptar ao cotidiano de seus clientes).



Bônus 5: Atualizações Gratuitas

Atualização constante dos bônus que melhoram ainda mais todo o produto e facilita a sua vida profissional!

Para saber mais informações ou esclarecer dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail!

sossobriedade@gmail.com

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Fontes: http://www.medicinapratica.com.br/tag/hipogonadismo-tardio/


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Depressão e os sinais de suicídio – SOS Sobriedade

A depressão e as tendências suicidas. Como perceber os indícios de suicídio que uma pessoa com depressão pode apresentar!

Depressão e os sinais de suicídio

Depressão e os sinais de suicídioAntes de falarmos sobre as tendências suicidas e os indícios que uma pessoa com depressão pode apresentar, sugerimos alguns artigos que explicam em detalhes o que é a depressão, os sintomas mais evidentes e as formas de prevenção e tratamentos.

Vale a pena ler!


Muitos de nós estamos preocupados com o fato de não poder reconhecer alguém com tendências suicidas.

De acordo com a severidade da Depressão e a Ansiedade, existem alguns fatores que podem indicar sinais de evolução ao suicídio:

Tentativas anteriores de suicídio:


Entre 20 e 50 por cento das pessoas que se suicidam tinham tentado suicídio anteriormente. Aqueles que já tentaram suicídio estão em um grupo de risco muito maior de fato.

Falar sobre morte ou suicídio:


Pessoas que cometem suicídio muitas vezes falam sobre ele, direta [morte] ou indiretamente [focando apenas fatos]. Esteja atento a declarações como: “… A minha família seria melhor sem mim…” “Só dou problemas mesmo…” Às vezes eles falam conosco como se estivessem dizendo que está “indo embora” ou “planejando uma viagem”.

Planejamento de suicídio:


A tentativa de suicídio é um processo, raramente acontece sem planejamento. Indivíduos suicidas tendem a “organizar as coisas” colocando os negócios em dia. Eles podem doar artigos de valor, quitar dívidas ou o financiamento de bens, ou podem mudar um testamento.

Depressão:


Embora a maioria das pessoas deprimidas não seja suicida, a maioria dos suicidas são pessoas deprimidas.

Grave depressão pode se manifestar, acompanhada de um sentimento de tristeza freqüentemente expresso pela perda de prazer ou abandono de atividades que antes tinham sido agradáveis.

Recomendamos o artigo:


Pessoas deprimidas merecem maior atenção se pelo menos cinco dos sintomas seguintes estiveram quase diariamente presentes durante pelo menos duas semanas:

  • Humor deprimido;
  • Alteração de instintos básicos como fome/apetite/sono/sexo;
  • Perda ou ganho de peso;
  • Falar/Raciocinar com lentidão;
  • Perda de interesse ou prazer em atividades habituais;
  • Diminuição do impulso/desejo sexual;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Sentimentos de inutilidade, remorso, ou culpa (principalmente por “coisas” que deveria ter feito, como se o tempo estivesse acabando);
  • Diminuição/Prejuízo da habilidade de pensar ou concentrar-se;
  • Pensamentos e planos futuros reduzidos;
  • Indecisão (até mesmo sobre o que vestir/comer/);
  • Pensamentos de morte, suicídio, ou desejo de estar morto;
  • Isolamento.

Fatores adicionais que apontam um aumento do risco de suicídio em indivíduos deprimidos são os seguintes:


Extrema ansiedade, agitação, ou comportamento rebelde;
Uso/Abuso excessivo de medicamentos (mesmo sob prescrição médica);
Uso/Abuso de álcool e outras drogas;
História de doença física ou emocional;
Sentimentos de desesperança ou desespero.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/depressao-suicidio.htm


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O que é depressão e quais as suas causas? – SOS Sobriedade

A depressão é uma doença grave e que muitas vezes é confundida com tristeza, mas são duas coisas bem diferentes, principalmente quanto as suas consequências. Saiba o que é depressão e quais as suas causas!

O que é depressão e quais as suas causas?

O que é depressão e quais as suas causas?Quando a mudança de humor, juntamente com outros sintomas, dura mais de um par de semanas, a condição pode ser depressão clínica.

Depressão clínica é um sério problema de saúde que afeta a pessoa, mental e fisicamente. Para além de sentimentos, ele pode mudar o comportamento, comprometer a saúde física (baixa imunidade), a aparência (auto estima), o rendimento acadêmico/escolar, a atividade social (lazer e ralacionamentos) e a capacidade de lidar com pressões e decisões cotidianas.

Para saber mais detalhes sobre os sintomas da depressão recomendamos dois artigos, um com 17 questões que podem indicar os sintomas da depressão, o outro apresenta 9 sintomas e um teste para saber se é “tristeza ou depressão”.


O que causa a depressão clínica?


Não sabemos ainda as causas da depressão, mas não parecem ser fatores biológicos e emocionais que podem aumentar a probabilidade de que um indivíduo venha a desenvolver um transtorno depressivo.

A investigação ao longo da última década sugere fortemente uma ligação genética para transtornos depressivos; depressão pode ser “herdada” em famílias. Certas experiências de vida e padrões pessoais, tais como a dificuldade em assimilar/responder ao estresse, baixa auto-estima, ou extremo pessimismo sobre o futuro pode aumentar as chances de se tornar uma pessoa deprimida.

A depressão é comum?


Depressão clínica é muito mais comum do que muita gente pensa. Irá afetar mais de 19 milhões de americanos este ano.

Um quarto de todas as mulheres e um oitavo de todos os homens virão a sofrer pelo menos um episódio ou ocorrência de depressão durante suas vidas. A Depressão afeta pessoas de todas as idades, mas é menos comum em adolescentes do que em adultos. Aproximadamente três a cinco por cento da população adolescente vive experiências de depressão clínica a cada ano. Isso significa que entre 25 amigos do adolescente, 1 pode ser clinicamente deprimido.

É grave?


A depressão pode ser muito grave!

Tem sido relacionado a um pior desempenho escolar, absentismo, alcoolismo e abuso de drogas, fuga, e sentimentos de inutilidade e desesperança. Nos últimos 25 anos, a taxa de suicídio entre adolescentes e adultos jovens tem aumentado dramaticamente. O suicídio é muitas vezes ligado à depressão.

Transtornos depressivos são todos iguais?


Existem várias formas ou tipos de depressão.

Algumas pessoas experimentam apenas um episódio de depressão em toda a sua vida, mas muitos têm várias recidivas. Alguns episódios depressivos começam derepente sem razão aparente, enquanto outros podem ser associados a uma situação de vida ou estresse. 

Às vezes as pessoas que estão deprimidas não podem executar até mesmo as mais simples atividades cotidianas, como sair da cama ou se vestir, outros até desempenham suas funções, mas é claro que não estão agindo ou pensando como de costume. Algumas pessoas sofrem de transtorno bipolar em que o seu ciclo de humor oscila entre dois extremos, desde as profundezas do desespero frenético para falar ou agir ou grandiosas idéias sobre a sua própria competência.

A depressão tem tratamento?


Sim, a depressão é tratável. Entre 80 e 90 por cento das pessoas com depressão, mesmo as formas mais graves, podem ser ajudadas.

Há uma variedade de medicamentos antidepressivos e de psicoterapias que podem ser utilizadas para o tratamento de transtornos depressivos. Algumas pessoas com formas mais leves podem responder bem com psicoterapia isolada. 

Pessoas com depressão moderada a grave na maioria das vezes se beneficiam de antidepressivos. Atualmente existe consenso quanto ao tratamento combinado: medicações para aliviar relativamente rápido os sintomas e psicoterapia para aprender maneiram mais eficazes para lidar com os problemas da vida, incluindo a depressão.

O passo mais importante para superar a depressão, e, por vezes, mais difícil, é pedir ajuda.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/porque-pessoa-deprimida-nao-pede-ajuda.htm


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Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda! – SOS Sobriedade

A pessoa com depressão dificilmente consegue perceber a doença e pedir ajuda. Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda!

Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda!

Saiba por que a pessoa com depressão não pede ajuda!Muitas vezes as pessoas não sabem que estão deprimidas, por isso não solicitam ajuda ou não nos dão o direito de ajudar. Adolescentes e adultos compartilham um mesmo problema: muitas vezes não conseguem reconhecer os sintomas da depressão em si próprios ou em outras pessoas. No fundo, o deprimido não está muito certo de quem é o que quer ser ou se as escolhas que faz no dia-a-dia são as melhores decisões.

Quando uma pessoa não consegue enxergar que está com depressão, a família ou as pessoas mais próximas podem ajudar, entendendo alguns sintomas que normalmente ocorrem quando a pessoa está com depressão.

Para conhecer os sintomas da depressão recomendamos os artigos:


Constantemente vemos e vivemos situações onde a interação do ser humano com o meio proporciona excelentes oportunidades de aprendizagem, mesmo sem entender determinado acontecimento nos vemos obrigados a agir.

O homem é um ser adaptativo, muitos assimilam os novos conhecimentos mantendo o equilíbrio, enquanto outros, por questões da própria aprendizagem, ou, por desequilíbrios impostos pelo meio (incluso o próprio individuo) reagem de maneira diferente.Sabemos que os relacionamentos são complicados: a escola, o trabalho e a convivência com outras pessoas podem exigir muito esforço.

Às vezes, as muitas mudanças e pressões enfrentadas são vistas como “ameaças”. Então, não é de estranhar que de vez em quando você ou um de seus amigos se sinta “para baixo” ou desencorajado.

Mas o que fazer quando vivemos um daqueles momentos em que um amigo ou familiar atravessa esse “baixo astral” e as perspectivas sobre a vida, o ficar “para baixo”, se transforma em semanas, meses… até afetar o seu relacionamento? Se você conhece alguém assim, provavelmente esta pessoa pode estar sofrendo de depressão. Como um amigo, você pode ajudar.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/porque-pessoa-deprimida-nao-pede-ajuda.htm


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Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressão – SOS Sobriedade

Algumas questões importantes podem ajudar a pessoa enxergar que ela pode estar com depressão. Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressão!

Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressão

Conheça 17 questões que podem indicar se uma pessoa está com sintomas da depressãoO primeiro passo para vencer a depressão é defini-la. Mas as pessoas que estão deprimidas têm frequentemente um período difícil, a depressão altera o “pensar claramente” ou mascara o reconhecimento de seus sintomas. Eles podem necessitar de ajuda.

Para saber o que é depressão recomendamos o artigo:


Verifique o seguinte para ver se uma pessoa tiver alguns destes sintomas e se persistem por mais do que duas semanas.

1. Está exprimindo sentimentos de tristeza ou “vazio”?

2. Está sentindo desesperança, pessimismo, ou culpa?

3. Está sentindo desamparo ou inutilidade?

4. A pessoa está impossibilitada de tomar decisões?

5. Está incapaz de se concentrar e lembrar?

6. Tem perdido o interesse ou prazer nas atividades normais, como esportes, músicas, passeios?

7. Tem queixas de mais problemas com a escola e a família?

8. Perda de energia e entusiasmo em tarefas antes interessantes?

9. Demora em adormecer, permanecer dormindo, ou levantar-se?

10. Apetite: está perdendo ou ganhando peso?

11. Tem dores de cabeça, dores estomacais, ou vômitos?
12. Tem dores crônicas, dores nas articulações e nos músculos?

13. Tem mudanças de comportamento como inquietude ou mais irritação constante?

14. Tem desejo de ficar sozinho na maior parte do tempo?

15. Começou a cortar hobbies e atividades antes consideradas interessantes?
16. Está fazendo uso de bebidas e drogas?

17. Porventura falou em morte? Suicídio? ou tentativa?

Se desejar uma avaliação mais detalhada leia o artigo a seguir e faça o teste de tristeza ou depressão.


É claro que aqui falamos apenas sobre um questionário a fim de levantar um possível quadro de depressão, mas é imprescindível um diagnóstico mais preciso de um especialista, como um psiquiatra ou psicólogo.

Encontrando alguém que possa ajudar


Se você respondeu sim a alguns dos itens, um amigo pode precisar de sua ajuda. Não presuma que alguém já está cuidando do problema. O pensamento negativo, comportamento inadequado ou alterações físicas precisam ser revertidos o mais rapidamente possível. Não só o tratamento diminui a gravidade da depressão; o tratamento também pode reduzir o período de tempo da crise depressiva (duração da depressão) e pode impedir outros ataques de depressão.

Se um amigo demonstra sintomas de depressão, pode-se ouvi-lo, incentivá-lo, ou buscar ajuda de um pai ou professor sobre tratamentos. Se o seu amigo não procurar ajuda rapidamente, converse com um adulto de sua confiança e respeito, em especial se o seu amigo menciona a morte ou suicídio.

Existem muitos locais na comunidade onde as pessoas com transtorno depressivo podem ser diagnosticadas e tratadas. A ajuda está disponível a partir de médicos de família, especialistas em saúde mental da comunidade e centros de saúde mental ou clínicas.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/porque-pessoa-deprimida-nao-pede-ajuda.htm


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Manual de prevenção do estresse – SOS Sobriedade

Um manual completo que busca apresentar uma visão completa sobre o estresse. É muito fácil ter o manual de prevenção de estresse


Manual de prevenção de estresse

 
Manual de prevenção de estresseIdentificar o estresse o quanto antes pode ajudar a combate-lo no início e evitar doenças mais sérias como depressão e outras doenças.

Este material tem como objetivo apresentar uma visão científica e meticulosa acerca do estresse em seus aspectos amplos e ao mesmo tempo particulares, através de uma linguagem atraente para que o leitor seja capaz de compreender com facilidade, ser atual sem ser tendencioso e compreender as diferenças individuais como um processo de interação e reciprocidade, na busca de melhores caminhos para a sociedade que se mostra, a cada dia, um tanto mais corrida e fragilizada.

O manual apresenta as informações e oportunidades de tratamento oferecidas pela web (www) e comenta as vantagens, desvantagens e perigos potenciais de seu papel na saúde mental e nas pesquisas em saúde mental.

O material também serve como atividades complementares, aquelas que têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional. QUANDO A VALIDAÇÃO DO CERTIFICADO como atividade de extensão, o tratamento jurídico é o mesmo dos certificados de atividades presenciais não emitidos pelo MEC. A possibilidade de realização de cursos e eventos à distância, neste caso, on-line é autorizado pela Lei n. 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), já contando com cursos de graduação e pós-graduação nesta modalidade de ensino, e, em nosso caso, cursos de capacitação teórico-prático.


Manual de Prevenção do Estresse

Para saber mais informações e esclarecer dúvidas entre em contato conosco pelo e-mail:

sossobriedade@gmail.com

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