TRANXILENE – BULA DO REMÉDIO

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O Tranxilene é um medicamento com ação tranquilizante que tem como princípio ativo o clorazepato, depressora do Sistema Nervoso Central. Consulte a bula do Tranxilene! Leia mais de TRANXILENE – BULA DO REMÉDIO

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Conheças 10 Causas do Suicídio na Adolescência!

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O suicídio na adolescência ocorre normalmente entre os 12 e 21 anos. Conheças 10 Causas do Suicídio na Adolescência! Leia mais de Conheças 10 Causas do Suicídio na Adolescência!

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4 Dicas de Músicas para Relaxar

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Músicas para relaxar, para ansiedade e estresse, para dormir, entre outros sons relaxantes para o corpo e para a mente. Confira 4 seleções com músicas para relaxar! Leia mais de 4 Dicas de Músicas para Relaxar

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Fluoxetina para emagrecer!

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A fluoxetina é um medicamento usado no tratamento da ansiedade e depressão e que possui alguns efeitos colaterais, um deles é o emagrecimento. Saiba como a fluoxetina pode ser usado como remédio para emagrecer! Leia mais de Fluoxetina para emagrecer!

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Comportamento suicida nos adolescentes

sinais da dependência química

O comportamento suicida nos adolescentes pode estar relacionado a um quadro de depressão, uso de drogas, entre outras causas, e deve ser levado a sério. Saiba mais sobre o comportamento suicida nos adolescentes! Leia mais de Comportamento suicida nos adolescentes

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Saiba por que a depressão é maior em mulheres? – SOS Sobriedade

Antes da adolescência, a prevalência de depressão é a mesma em meninas e meninos. Com a chegada da adolescência a depressão nas mulheres aumenta 2 vezes em relação aos homens! Saiba por que!



Saiba por que a depressão é maior em mulheres?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? A depressão é um distúrbio de alteração do humor sério e por vezes incapacitante. Causa sentimentos de tristeza, desespero, desamparo e inutilidade.

Ela pode ser leve a moderada com sintomas de apatia, falta de apetite, dificuldade para dormir, baixa auto-estima e fadiga. Ou pode ser uma depressão maior com sintomas de humor depressivo na maioria dos dias, falta de interesse nas atividades rotineiras que antes eram realizadas com satisfação, perda ou ganho de peso, insônia ou hipersonia, fadiga, sentimentos de culpa na maioria dos dias e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio.

Para saber mais sobre as causas da depressão e os riscos de suicídio, recomendamos os artigos:


Quais os sintomas de depressão na mulher?


A depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração se não for tratada. Geralmente, os sintomas duram pelo menos duas semanas provocando prejuízose afetando a vida social, familiar e ocupacional.

Os sintomas de depressão nas mulheres incluem:

• Sentimentos de tristeza persistente, ansiedade e “vazio”
• Perda de interesse ou prazer em atividades comuns
• Nervosismo, inquietação, irritabilidade, choro fácil
• Sentimentos de culpa, inutilidade, falta de esperança, pessimismo
• Excesso de sono ou ausência de sono
• Perda de energia, fadiga
• Baixa auto-estima
• Perda da libido
• Pensamentos recorrentes em morte ou suicídio ou tentativas de suicídio
• Dificuldade de concentração, de memorização ou para tomar decisões
• Sintomas físicos persistentes que não respondem ao tratamento, como dores de cabeça, desordens digestivas, dores crônicas

Faça o teste de Tristeza ou depressão!


Por que a depressão é mais comum em mulheres do que nos homens?


Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Antes da adolescência, a depressão afeta tanto os meninos quanto as meninas. Entretanto com a chegada da adolescência, aumentam os riscos de depressão em mulheres, atingindo pelo menos 2 vezes mais do que em garotos.

Alguns especialistas acreditam que mudanças hormonais estão relacionadas a este risco aumentado. Estas mudanças são evidentes durante a puberdade, gravidez e menopausa assim como no pós-parto, histerectomia ou aborto. Além disso, as flutuações hormonais que ocorrem a cada ciclo menstrual provavelmente contribuem para a síndrome pré-menstrual ou TPM. Há também a doença disfórica pré-menstrual ou DDPM, um tipo severo de TPM especialmente reconhecido por depressão, ansiedade, mudanças de humor cíclicas e letargia.

O que aumenta as chances de uma mulher ter depressão?


De acordo com o National Institutes of Health os fatores que aumentam o risco de uma mulher ter depressão incluem fatores genéticos, biológicos, reprodutivos, interpessoais e características psicológicas e de personalidade.

Além disso, as mulheres que intercalam o trabalho com o cuidado com seus filhos ou as mães solteiras sofrem mais de estresse que pode desencadear a depressão.

Outros fatores incluem:

• História familiar de alterações do humor
• História de desordens do humor na adolescência
• Perda de um dos pais antes dos 10 anos de idade
• Perda de apoio social ou ameaça de tal perda
• Estresse psicológico ou social, como perda de emprego, relacionamento estressante, separação ou divórcio
• Abuso sexual ou físico durante a infância
• Uso de certos tratamentos para infertilidade
• Uso de alguns contraceptivos orais
• Mulheres podem apresentar depressão logo após terem um bebê, a chamada depressão pós-parto
• Certas alterações afetivas sazonais, mais comuns no inverno
• Transtorno bipolar, pois a depressão é uma parte da doença bipolar

A depressão pode ser familiar?


Sim. A depressão pode estar presente nas famílias. Quando isso acontece, ela geralmente começa nas idades entre 15 e 30 anos. Um traço familiar de depressão é muito mais comum em mulheres do que nos homens.

Qual a diferença da depressão em mulheres e homens?


A depressão feminina difere da masculina de várias maneiras:

Saiba por que a depressão é maior em mulheres? Depressão em mulheres pode ocorrer cedo, durar mais tempo, apresentar mais recorrência, ser mais associada a eventos estressantes da vida e ser mais sensível a mudanças sazonais.

As mulheres experimentam mais os sentimentos de culpa e têm mais tendência ao suicídio, embora atualmente elas cometam menos suicídio que os homens.
A depressão feminina é mais associada a desordens de ansiedade, como sintomas de pânico ou fobias e desordens alimentares.

Mulheres deprimidas tem maior tendência a abusar do álcool e outras drogas.
Como a tensão pré-menstrual (TPM) e a desordem disfórica pré-menstrual (DDPM) se relacionam com a depressão?

Três em cada quatro mulheres que menstruam têm TPM. Ela é caracterizada por sintomas emocionais e físicos que variam de intensidade de um ciclo menstrual para o outro. Mulheres com 20 a 30 anos são usualmente afetadas pela TPM.

Cerca de 3 a 5% das mulheres que menstruam têm DDPM, um tipo severo de TPM, marcada por sintomas emocionais e físicos muito fortes que antecedem em cerca de 10 dias o início da menstruação.

Na última década, estas condições foram reconhecidas como importante causa de desconforto e mudanças de comportamento em mulheres. Enquanto a relação entre TPM, DDPM e depressão permanece sem ser esclarecida, acredita-se que mudanças químicas no cérebro e flutuação dos níveis hormonais sejam fatores que contribuem para tal associação.

Muitas mulheres que sofrem de depressão associada à TPM ou DDPM melhoram com exercícios físicos e meditação. Para aquelas com sintomas severos, psicoterapia individual ou de grupo, medicamentos e manejo do estresse podem ajudar.

A prevalência de depressão aumenta na meia-idade?


A perimenopausa é o estágio da vida reprodutiva da mulher que começa oito a dez anos antes da menopausa e dura até o início desta. Neste período, os ovários começam a produzir gradualmente menos estrogênio e, na menopausa, param de produzir óvulos.

A menopausa é o período que a mulher para de menstruar e aparecem os sintomas decorrentes da queda de estrogênio. Por definição, uma mulher está na menopausa quando para de menstruar por um ano. Isto é uma parte normal da vida e marca o fim da vida reprodutiva da mulher. Tipicamente ela ocorre em mulheres na 4° ou 5° década de vida. Entretanto, aquelas mulheres que tiveram os ovários removidos cirurgicamente passam por uma menopausa repentina.

Esta queda de estrogênio desencadeia mudanças físicas e emocionais – como depressão, ansiedade e alterações de memória. Como em qualquer outra fase da vida da mulher, há uma relação entre os níveis hormonais e os sintomas físicos e emocionais. Algumas mudanças físicas incluem ciclos menstruais irregulares, ciclos mais intensos ou mais leves e ondas de calor.

Como lidar melhor com os sintomas da depressão?


• Evite tranquilizantes. Use-os se for extremamente necessário e somente com a prescrição de um médico.
• Mantenha uma dieta saudável.
• Faça exercícios regularmente.
• Engaje-se em algum projeto ou hobby que promova um sentido de realização à sua vida.
• Encontre uma prática de auto-controle – como ioga, meditação, técnicas de relaxamento por respiração lenta e profunda.
• Tenha boas noites de sono, mantenha seu quarto arejado e confortável.
• Procure apoio emocional com familiares, amigos ou profissionais.
• Mantenha-se conectado com sua família.
• Consolide seus laços de amizade.
• Participe de algum trabalho comunitário.
• Tome medicamentos, vitaminas e minerais como prescritos pelo seu médico.
• Caso você não consiga fazer isto sozinha, procure a ajuda de familiares, amigos ou profissionais especializados nos cuidados de saúde mental.

Como a depressão é tratada em mulheres?


Há uma variedade de métodos usados para tratar a depressão, incluindo medicações como antidepressivos e psicoterapia. A terapia familiar pode ajudar caso o estresse vivenciado na família contribua para a depressão. O seu psicólogo, psiquiatra ou psicanalista pode determinar qual é o melhor tratamento a ser seguido.

Sobre o tatamento da depressão sugerimos o artigo:


Qual profissional pode me ajudar no manejo da minha depressão?


Os mais procurados são os especialistas em saúde mental como psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e psicanalistas. Mas outros profissionais podem orientá-la como clínicos gerais ou médicos de família.

Existem centros comunitários que auxiliam pessoas com depressão, serviços universitários, programas de saúde mental em escolas médicas e clínicas particulares que podem ajudar pessoas deprimidas ou seus familiares.

Conheça o nosso Tratamento Espiritual para a depressão que pode servir como “auxiliar” no seu Tratamento médico.

Não deixe de consultar um médico se estiver sentindo os sintomas acima descritos ou desconfiar de depressão.


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Fontes: http://www.meuanjo.com.br/depressao-em-mulheres/


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Depressão e os sinais de suicídio – SOS Sobriedade

A depressão e as tendências suicidas. Como perceber os indícios de suicídio que uma pessoa com depressão pode apresentar!

Depressão e os sinais de suicídio

Depressão e os sinais de suicídioAntes de falarmos sobre as tendências suicidas e os indícios que uma pessoa com depressão pode apresentar, sugerimos alguns artigos que explicam em detalhes o que é a depressão, os sintomas mais evidentes e as formas de prevenção e tratamentos.

Vale a pena ler!


Muitos de nós estamos preocupados com o fato de não poder reconhecer alguém com tendências suicidas.

De acordo com a severidade da Depressão e a Ansiedade, existem alguns fatores que podem indicar sinais de evolução ao suicídio:

Tentativas anteriores de suicídio:


Entre 20 e 50 por cento das pessoas que se suicidam tinham tentado suicídio anteriormente. Aqueles que já tentaram suicídio estão em um grupo de risco muito maior de fato.

Falar sobre morte ou suicídio:


Pessoas que cometem suicídio muitas vezes falam sobre ele, direta [morte] ou indiretamente [focando apenas fatos]. Esteja atento a declarações como: “… A minha família seria melhor sem mim…” “Só dou problemas mesmo…” Às vezes eles falam conosco como se estivessem dizendo que está “indo embora” ou “planejando uma viagem”.

Planejamento de suicídio:


A tentativa de suicídio é um processo, raramente acontece sem planejamento. Indivíduos suicidas tendem a “organizar as coisas” colocando os negócios em dia. Eles podem doar artigos de valor, quitar dívidas ou o financiamento de bens, ou podem mudar um testamento.

Depressão:


Embora a maioria das pessoas deprimidas não seja suicida, a maioria dos suicidas são pessoas deprimidas.

Grave depressão pode se manifestar, acompanhada de um sentimento de tristeza freqüentemente expresso pela perda de prazer ou abandono de atividades que antes tinham sido agradáveis.

Recomendamos o artigo:


Pessoas deprimidas merecem maior atenção se pelo menos cinco dos sintomas seguintes estiveram quase diariamente presentes durante pelo menos duas semanas:

  • Humor deprimido;
  • Alteração de instintos básicos como fome/apetite/sono/sexo;
  • Perda ou ganho de peso;
  • Falar/Raciocinar com lentidão;
  • Perda de interesse ou prazer em atividades habituais;
  • Diminuição do impulso/desejo sexual;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Sentimentos de inutilidade, remorso, ou culpa (principalmente por “coisas” que deveria ter feito, como se o tempo estivesse acabando);
  • Diminuição/Prejuízo da habilidade de pensar ou concentrar-se;
  • Pensamentos e planos futuros reduzidos;
  • Indecisão (até mesmo sobre o que vestir/comer/);
  • Pensamentos de morte, suicídio, ou desejo de estar morto;
  • Isolamento.

Fatores adicionais que apontam um aumento do risco de suicídio em indivíduos deprimidos são os seguintes:


Extrema ansiedade, agitação, ou comportamento rebelde;
Uso/Abuso excessivo de medicamentos (mesmo sob prescrição médica);
Uso/Abuso de álcool e outras drogas;
História de doença física ou emocional;
Sentimentos de desesperança ou desespero.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/depressao-suicidio.htm


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O que é depressão e quais as suas causas? – SOS Sobriedade

A depressão é uma doença grave e que muitas vezes é confundida com tristeza, mas são duas coisas bem diferentes, principalmente quanto as suas consequências. Saiba o que é depressão e quais as suas causas!

O que é depressão e quais as suas causas?

O que é depressão e quais as suas causas?Quando a mudança de humor, juntamente com outros sintomas, dura mais de um par de semanas, a condição pode ser depressão clínica.

Depressão clínica é um sério problema de saúde que afeta a pessoa, mental e fisicamente. Para além de sentimentos, ele pode mudar o comportamento, comprometer a saúde física (baixa imunidade), a aparência (auto estima), o rendimento acadêmico/escolar, a atividade social (lazer e ralacionamentos) e a capacidade de lidar com pressões e decisões cotidianas.

Para saber mais detalhes sobre os sintomas da depressão recomendamos dois artigos, um com 17 questões que podem indicar os sintomas da depressão, o outro apresenta 9 sintomas e um teste para saber se é “tristeza ou depressão”.


O que causa a depressão clínica?


Não sabemos ainda as causas da depressão, mas não parecem ser fatores biológicos e emocionais que podem aumentar a probabilidade de que um indivíduo venha a desenvolver um transtorno depressivo.

A investigação ao longo da última década sugere fortemente uma ligação genética para transtornos depressivos; depressão pode ser “herdada” em famílias. Certas experiências de vida e padrões pessoais, tais como a dificuldade em assimilar/responder ao estresse, baixa auto-estima, ou extremo pessimismo sobre o futuro pode aumentar as chances de se tornar uma pessoa deprimida.

A depressão é comum?


Depressão clínica é muito mais comum do que muita gente pensa. Irá afetar mais de 19 milhões de americanos este ano.

Um quarto de todas as mulheres e um oitavo de todos os homens virão a sofrer pelo menos um episódio ou ocorrência de depressão durante suas vidas. A Depressão afeta pessoas de todas as idades, mas é menos comum em adolescentes do que em adultos. Aproximadamente três a cinco por cento da população adolescente vive experiências de depressão clínica a cada ano. Isso significa que entre 25 amigos do adolescente, 1 pode ser clinicamente deprimido.

É grave?


A depressão pode ser muito grave!

Tem sido relacionado a um pior desempenho escolar, absentismo, alcoolismo e abuso de drogas, fuga, e sentimentos de inutilidade e desesperança. Nos últimos 25 anos, a taxa de suicídio entre adolescentes e adultos jovens tem aumentado dramaticamente. O suicídio é muitas vezes ligado à depressão.

Transtornos depressivos são todos iguais?


Existem várias formas ou tipos de depressão.

Algumas pessoas experimentam apenas um episódio de depressão em toda a sua vida, mas muitos têm várias recidivas. Alguns episódios depressivos começam derepente sem razão aparente, enquanto outros podem ser associados a uma situação de vida ou estresse. 

Às vezes as pessoas que estão deprimidas não podem executar até mesmo as mais simples atividades cotidianas, como sair da cama ou se vestir, outros até desempenham suas funções, mas é claro que não estão agindo ou pensando como de costume. Algumas pessoas sofrem de transtorno bipolar em que o seu ciclo de humor oscila entre dois extremos, desde as profundezas do desespero frenético para falar ou agir ou grandiosas idéias sobre a sua própria competência.

A depressão tem tratamento?


Sim, a depressão é tratável. Entre 80 e 90 por cento das pessoas com depressão, mesmo as formas mais graves, podem ser ajudadas.

Há uma variedade de medicamentos antidepressivos e de psicoterapias que podem ser utilizadas para o tratamento de transtornos depressivos. Algumas pessoas com formas mais leves podem responder bem com psicoterapia isolada. 

Pessoas com depressão moderada a grave na maioria das vezes se beneficiam de antidepressivos. Atualmente existe consenso quanto ao tratamento combinado: medicações para aliviar relativamente rápido os sintomas e psicoterapia para aprender maneiram mais eficazes para lidar com os problemas da vida, incluindo a depressão.

O passo mais importante para superar a depressão, e, por vezes, mais difícil, é pedir ajuda.



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Fontes: http://adroga.casadia.org/depressao/porque-pessoa-deprimida-nao-pede-ajuda.htm


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